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  • TINTAS E IMPERMEABILIZANTES, TUBOS E CONEXÕES, FORROS EM PVC, PORTAS SANFONADAS E TELHA FIBROCIMENTO

    TINTAS E IMPERMEABILIZANTES, TUBOS E CONEXÕES, FORROS EM PVC, PORTAS SANFONADAS E TELHA FIBROCIMENTO

    Fundada em 1991, a Multilit é uma das maiores empresas fabricantes de materiais para construção civil do país. Nosso foco é o crescimento sustentável buscando inovações em termos de produtos e processos, sempre considerando a saúde

    Socioambiental de toda a comunidade envolvida conosco, direta ou indiretamente. E com o crescimento diário desta empresa, hoje estamos ampliando nosso quadro de vencedores, para que juntos possamos crescer ainda mais. E Por isso faço o contato com você hoje, para que venha conhecer nossa empresa, que sejamos parceiros e ter sucesso aqui também.

    Hoje a Multilit busca Representantes comerciais que atuem com clientes na parte de elétrica para oferecer os nossos produtos ELÉTRICOS. 

    Portfólio: TINTAS E IMPERMEABILIZANTES, TUBOS E CONEXÕES, FORROS EM PVC, PORTAS SANFONADAS E TELHA FIBROCIMENTO. Nossa empresa possui certificação dos materiais, levando qualidade e preço justo para nossos clientes.

    Venha fazer parte do nosso time de Vencedores, Venha ser Mais Multilit.

    Perfil : é essencial que tenha capacidade de se comunicar com as pessoas, responsabilidade, simpatia, flexibilidade, agilidade, raciocínio rápido e visão de projeto. 

    Região de Atendimento: Todo brasil .

    Requisitos: Registrado no CORE, alvará, conta Jurídica, CARTEIRA DE CLIENTES 

    Produtos:  PRODUTOS ELÉTRICOS. 

    Segmento:  Varejo, construtoras, Elétricas.

    Contato: Comercial Multilit 

    Nome: Joyce Lo’ruama

    E-mail: construcaocivil@multilit.com.br

    Telefone: (41) 21692879

    Site: http://multilit.com.br/

    Validade :01/06/2019

  • Quando usar Mim ou Me. Como escreve?

    Quando usar Mim ou Me. Como escreve?

    · Vim te ver, pois ME preocupei com você. (Me, vem acompanhado do verbo procurar)
    · Amanhã você ME fala o que faremos no sábado. (Me, vem acompanhado do verbo)
    · Gosto de ME arrumar antes de sair. (Me, vem acompanhado do verbo arrumar)

    “ME” se trata de um pronome pessoal oblíquo átono, e observando , pode-se ver nos exemplos, que está sempre acompanhado de um verbo, esta é a principal característica que o diferencia na hora de “MIM”, que é um pronome pessoal oblíquo tônico que ao invés de verbos, é sempre acompanhado de preposições.

    Alguns exemplos de como usar o pronome “mim”, também podem ajudar.
    · Você pode pegar essa caneta para MIM? (Mim, vem acompanhado da preposição)
    · A sua irmã disse que gostava de MIM. (Mim, vem acompanhado da preposição)
    · Passe na casa dele amanhã, é um favor que você faz a MIM. (Mim, vem acompanhado da preposição “a”)

    Desse modo, quando usar Mim ou Me, é só lembrar que MIM não conjuga verbo e por isso, deverá estar acompanhado de preposições (a, até, com, contra, de, em, entre, para, por, sem, sob, sobre,), sendo indicado sempre como um objeto indireto.

    Além de “mim”, os pronomes: comigo, ti, contigo, ele, ela, si, nós, conosco, vós, convosco, eles, elas, si, também são pronomes pessoais oblíquos tônicos.

    Já o pronome ME, conjuga verbo, por isso está sempre acompanhado de um, além de poder ser indicado tanto como objeto direto quanto como objeto indireto. Além de “me”, os pronomes: me, te, o, a, se, lhe, nos, vos, os, as, se, lhes, também são pronomes pessoais oblíquos átomos.

    —————————————————— (*) ————————————————-

    Me e mim. Quando usar?
    Listamos a definição e formas de uso de cada um destes pronomes.
    ME é pronome oblíquo átono, utilizado sem preposição.
    Já o MIM é um pronome oblíquo tônico e sempre vem seguido de preposição.

    ME
    » É pronome oblíquo átono: Isso quer dizer que tem a pronúncia mais fraca
    » Marca a 1ª pessoa do singular: eu
    » É usado sem preposição: Ou seja, completa o sentido de um verbo sem o auxílio de uma preposição, seja ele qual for

    Exemplos:
    José me ofereceu uma carona.
    [e não: *mim* ofereceu]

    Os alunos sempre me respeitaram.
    [e não: *mim* respeitaram]

    Ele disse que me adicionou.
    [e não: *mim* adicionou]

    Percebe que não há preposições nas frases acima?

    MIM
    » É pronome oblíquo tônico: Isso quer dizer que tem a pronúncia mais forte
    » Também marca a 1ª pessoa do singular: eu
    » Vem sempre seguido de preposição: a, para, de, sem, por…

    Exemplos:
    José ofereceu carona a mim.
    Disseram a mim toda a verdade.
    Mandou uma carta para mim.

    Notou as preposições? Pronto, agora você sabe como e quando empregar me e mim!

    Fonte: Sálvio Reis

  • COMO AFASTAR ESCORPIÕES COM REMÉDIOS NATURAIS E SOLUÇÕES EFICAZES

    COMO AFASTAR ESCORPIÕES COM REMÉDIOS NATURAIS E SOLUÇÕES EFICAZES

    No Brasil, a espécie de escorpião mais comum é a Tityus serrulatus, conhecida como escorpião-amarelo, encontrado das regiões sudeste e centro-oeste do Brasil.

    Por ser um aracnídeo peçonhento, o escorpião é temido pela maioria das pessoas, por isso, existem alguns cuidados que podem ser realizados de modo a evitar a aproximação dele em nosso ambiente (casa, quintal, jardim). É disso que irá tratar este conteúdo:

    Índice

    1. O que atrai os escorpiões
    2. Como eliminar as condições favoráveis que atraem os escorpiões
    3. Gambá, um  predador natural do escorpião
    4. O que fazer em casos de picada de escorpião?
    5. A importância dos escorpiões

    1. O que atrai os escorpiões

    Os escorpiões são animais noturnos, que ficam escondidos durante o dia. Em ambientes naturais podem ser encontrados em troncos caídos, tocas abandonadas, cupinzeiros, embaixo de pedras.

    Nas áreas urbanas, os escorpiões podem se alojar em pilhas de entulho, lixões e rede de água e esgoto, ou seja, onde há acumulo de coisas. Dessa forma, a recomendação para evitar que o ambiente seja favorável ao escorpião é: mantenha tudo arrumado e limpo!

    2. Como eliminar as condições favoráveis que atraem os escorpiões

    Ambientes favoráveis para escorpiões são lugares com acúmulos de coisas entulhadas, o que facilita ele se abrigar e se esconder.

    O indicado para evitar a vinda e entrada de escorpiões no ambiente, no qual se vive, são as seguintes ações:

    • Coloque telas nos ralos
    • Ponha rodo de vedação nas portas
    • Instale protetor nas tomadas
    • Elimine frestas das paredes ou chão
    • Mantenha o quintal cuidado e limpo
    • Elimine entulhos no local
    • Conserve o ambiente limpo, o que previne o aparecimento das baratas, alimento do escorpião
    • Não acumule lixo, outro atrativo de baratas e consequentemente de escorpiões
    • Corte a grama e o mato de seu jardim
    • Conserve limpos os bebedouros e comedouros de animais
    • Não deixe restos de comida espalhados na cozinha
    • Tenha atenção e cuidado com locais pequenos e escondidos, como armários, calçados, cobertores e embaixo do colchão, que costumam ser os esconderijos preferidos dos escorpiões
    • Olhe e examine sempre as roupas e sapatos antes de vestir e calçá-los
    • Se tiver sapos em seu jardim, permita que continuem por perto, pois o anfíbio é um dos predadores do escorpião e contribuirão para afugentar o escorpião do local
    • Plante alfazema e/ou lavanda no jardim e em vasos espalhados pela moradia. Estas plantas funcionam como repelentes naturais de escorpiões
    • Logo que começar a escurecer, feche as portas e janelas de sua casa, pois escorpiões costumam sair para buscar alimentos ou para acasalar durante a noite
    • Averigue e examine roupas de cama, antes de usá-las ou deitar na cama
    • Elimine focos de umidade e acúmulo de água em sua moradia, pois escorpiões entram em casas em busca de água. Por isso conserve pisos, cantos, armários e espaços pequenos secos e livres de vazamentos e evite poças ou recipientes com água em seu lar.
    • Espalhe canela em pó em volta da casa, pois é um repelente natural de escorpiões, coloque a canela, principalmente nas áreas escuras, em janelas e ao redor de rodapés para manter afastados escorpiões de sua moradia
    • Animais como corujas, joão-bobo, pequenos macacos, quati, lagartos, sapos e gansos, são predadores naturais dos escorpiões, por isso os mantêm afastados do ambiente. Se morar em uma região com esses animais, será bom tê-los por perto, de forma livre e natural
    • Não faça queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões e desesperados vão correr para as habitações
    • Realize a poda de folhagens, arbustos e trepadeiras, junto às paredes externas e muros, para tirar o excesso e evitar que se tornem esconderijos de escorpiões
    • Mantenha fossas sépticas bem vedadas, para evitar a entrada de baratas e escorpiões
    • Instale telas nas aberturas de ventilação de porões e, se houver buracos, mantenha os assoalhos calafetados (tampados)
    • Vede todos os pontos de energia e telefone, para que não se tornem entradas de escorpiões.

    3. Gambá, um predador natural do escorpião

    Preserve essa criatura! Ela se alimenta de escorpiões e outros animais peçonhentos:

    4. O que fazer em casos de picada de escorpião?

    Se a pessoa for picada acidentalmente por um escorpião, deve imediatamente buscar atendimento médico, para se recuperar logo da picada.

    A picada do escorpião é parecida com a de uma abelha, e o local fica inchado e avermelhado. A peçonha do escorpião age estimulando a liberação de neurotransmissores do sistema nervoso autônomo e conforme a dose de veneno, será a intensidade dos efeitos no organismo. Por isso a necessidade da pessoa ser socorrida rapidamente.

    Após as duas primeiras horas da picada do escorpião, os sintomas são os seguintes:

    • Alteração da temperatura corporal, suor constante e em excesso
    • Agitação, sonolência e confusão mental
    • Náusea, vômito, muita salivação, dor abdominal e diarreia
    • Arritmia do coração e alteração da pressão sanguínea
    • Alterações respiratórias, podendo ocorrer retenção de fluidos no pulmão, sendo essa a principal causa dos óbitos

    Primeiros socorros, antes ou durante o caminho imediato ao atendimento médico:

    • Lave o local da picada com água ou com água e sabão
    • Mantenha a pessoa que foi picada hidratada com goles de água
    • Não corte ou perfure o local da picada
    • Mantenha o local da picada para cima
    • Leve o acidentado imediatamente ao serviço de saúde mais perto
    • Não faça torniquete (não amarre faixa ou tira de pano) na área da picada

    5. A importância dos escorpiões

    Os escorpiões existem há mais de 400 milhões de anos e foram os primeiros artrópodes do ambiente terrestre.

    Do ponto de vista biológico e ecológico, os escorpiões representam um grupo importante por serem os principais predadores de insetos e outros pequenos animais, mantendo o equilíbrio do ecossistema, por isso sua caça, apreensão e destruição são proibidas no Brasil.

    Por isso, é melhor recorrer às formas preventivas e ecológicas, pois o ser humano tem invadido a casa de muitas espécies, destruído os seus habitats, reduzido as fontes alimentares deles, dizimado vários seres vivos e alterado o meio ambiente, no qual eles podiam viver naturalmente, provocando vários desequilíbrios ecológicos e ambientais.

    Dessa forma, a solução mais eficaz é evitar que a tua moradia seja atrativo para escorpiões!

    FONTE: https://www.greenme.com.br/morar/faca-voce-mesmo/7326-afastar-escorpioes-remedios-naturais

  • Profissional 4.0: como se preparar para o futuro do trabalho?

    Profissional 4.0: como se preparar para o futuro do trabalho?

    Eles já estão entre nós. Inteligência artificial, internet das coisas, robôs criados com expressões faciais quase humanas e multitarefas. O que mais vem por aí?

    Pode ser que hoje você esteja buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho ou talvez uma posição melhor, mais estratégica. Enfim, não importa em qual contexto você está agora, o que importa é saber que o mercado está em plena mutação e precisamos estar atentos a esses movimentos.

    Em vez de especular, decidi ser ativa, e comecei a estudar todos os contornos dessa realidade na primeira formação da América Latina sobre O Futuro do Trabalho.

    A revolução tecnológica vivida nos últimos anos trouxe para o mercado profissional um novo cenário. Muito se fala sobre as novas tecnologias como Internet das Coisas, Big Data, Manufatura Aditiva, Robótica Colaborativa, entre outros. É uma realidade que está se tornando cada vez mais popularizada no mundo dos negócios.

    O Brasil, como o resto da América Latina, está alguns anos atrás da fronteira dessas tendências, mas o futuro é inevitável.

    Baseada nessas habilidades pode-se inferir que o que vai existir é a criação de novas atividades menos centradas nas tarefas e mais focadas nas habilidades que o profissional agrega para o trabalho.

    Num contexto pessoal, inteligência social, adaptabilidade, criatividade, inovação e a Lifelong Learning (aprendizagem constante) ganham força.

    O autoconhecimento – que sempre foi necessário – agora é essencial já que a revolução que vivemos não é só digital, mas também comportamental.

    Por fim, não pense que as mudanças ainda estão fora da sua realidade. A Quarta Revolução Industrial está caminhando a passos largos e ganhando cada vez mais destaque.

    Não é ficção, nem futurologia. A robotização e a inteligência artificial são uma realidade e só tendem a evoluir. E não é questão de escolha.

    No entanto, não acredito em afirmações tão fortes de homem versus máquina. Existe espaço para os dois. 

    E aí, qual a sua opinião sobre o futuro do trabalho? Deixe seu comentário =)

    Só para se ter uma ideia, estudos apontam que 65% das crianças que entram hoje no ensino fundamental irão trabalhar em uma função completamente nova no futuro, que não existe atualmente.

    As novas tecnologias, a economia disruptiva e a Quarta Revolução Industrial estão impactando diretamente as relações e a força de trabalho. A maioria das discussões sobre o futuro do trabalho se concentra na implementação da Inteligência Artificial e da robótica para redução de custos e automatização das tarefas.  

    Resistentes ou não, dominados ou não, é impossível não se ver integrado à era digital.

    Pesquisa revela as ocupações com maior ou menor grau de risco de serem substituídas

    Carl Frey e Michael Osborne, professores da Universidade de Oxford, avaliaram tarefas cotidianas de mais de 700 ocupações, para identificar o que uma máquina poderá fazer melhor que os humanos nas próximas duas décadas. Chegaram a um índice que varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).

    Nesse link você consegue pesquisar as profissões com maior risco de automação.

    Frey, afirma que as máquinas são menos capazes de superar características humanas como percepção, inteligência social e criatividade. “Quanto mais uma profissão demandar essas três características, menos exposta estará à automação – e menos sujeita a um possível esvaziamento de perspectivas.”

    Atividades que demandam alta quantidade de dados, repetição e busca por padrões serão as mais ameaçadas pelas novas tecnologias.

    O certo é que a interação entre humanos e robôs vai se tornar tão natural quanto a interação entre humanos. O que traz para o debate aspectos positivos e negativos, acertos e erros, lado bom e ruim.

    Gig Economy e as novas relações de trabalho

    O termo Gig é um jargão do Jazz, usado para definir um compromisso quando os músicos são contratados para uma apresentação específica.

    A Gig Economy, também chamada de economia freelancer ou sob demanda, é o resultado da flexibilização do mercado de trabalho diante da era digital. O termo também reflete o surgimento de plataformas como o Uber, que contratam profissionais sob demanda para atividades específicas e de curta duração.

    O contrato de tempo integral dá cada vez mais espaço aos modelos mais flexíveis de terceirização, serviços temporários, consultorias e contratações por demanda. Não se pode fechar os olhos para essa realidade, por mais perversa que seja.

    Mas na mesma medida em que máquinas assumem tarefas repetitivas e operacionais, a expectativa em relação ao desempenho das pessoas em atividades estratégicas aumenta, assim como a demanda por profissionais mais preparados para tomar decisões em cenários complexos e voláteis.

    O novo Profissional

    Como acompanhar essas mudanças e continuar relevante no mercado de trabalho?

    Primeiro passo é perceber que as mudanças estão acontecendo e caminhar lado a lado. Não temos como entender para onde estamos indo sem conhecer esse cenário completo de transformações que podem afetar as nossas vidas.

    Tudo que é novo e inovador causa estranhamento, resistência, certo medo e ansiedade.

    A Educação tem papel fundamental para que nós, seres humanos, possamos desenvolver nossa capacidade criativa de lidar com imprevistos, pois as máquinas não se adaptam a ambientes sujeitos a mudanças. Cada vez mais as profissões vão precisar de um nível de inteligência criativa para serem relevantes no futuro.

    Mas não se engane. Não espere que a escola, faculdade ou governo possa fazer isso por você. É chegada a hora de ser protagonista do seu desenvolvimento. É o eterno aprender, desaprender, reaprender.

    Segundo um estudo da Affero Lab, a competência descrita como “resolução de problemas complexos”, que ficou em 1º lugar em termos de escassez na avaliação dos empregadores brasileiros, também foi considerada a mais importante para os profissionais de hoje e dos próximos cinco anos, segundo o Fórum Econômico Mundial.

    Michelle Navarro Lins

    Consultora & Mentora de Carreira | AnalistaComportamental DISC | Especialista… 

    Site: www.michellenavarro.com.br

    Clique para acesso o link da autora (Ctrl + Clique para o link): See more

  • Quadros Decorativos

    Empresa: LQ COMÉRCIO ATACADISTA DE PRESENTES LTDA

    Somos fabricante de quadros decorativos, e buscamos representante comercial, com carteira de clientes ativa (atacado e varejo) para distribuir nossos produtos em lojas de utilidades, armarinhos, decoração, presenteiros e papelarias. 

    Aceitamos que possua outras empresas representadas, desde que não seja concorrente dos nossos produtos.

    Região de atuação: Todo o estado do SE

    Interessados, favor entrar em contato com Rafael

    atacado@losquadros.com.br

    41 99786-4878

    www.losquadros.com.br

  • Material de Construção

    Material de Construção

    Estamos selecionando Representantes Comerciais para trabalhar em Aracaju e Sergipe.

    Perfil do Candidato:

    Empresa e Core Atualizados; 

    Veículo Próprio;

    Morar em Aracaju;

    Disponibilidade para Viagens;

    Experiência Comprovada em Material de Construção. 

    Enviar Curriculum para vendas.revenda@amcomercial.com.br

  • Anuidade 2019

    Anuidade 2019

    AVISO  –  ANUIDADES 2019

    Prezado(a) Representante Comercial
    Enviamos através dos correios, para o endereço constante dos nossos registros, os boletos referentes
    as anuidades do exercício de 2019, com as opções de descontos para o pagamento antecipado:

    Desconto de 20% para pagamento até o dia 31/01/2019;
    Desconto de 15% para pagamento até 28/02/2019;
    Desconto de 10% para pagamento até 31/03/2019,  OU

    Caso tenha preferência em pagar a anuidade em até (03) três parcelas sem os descontos acima,
    entre em contato conosco, solicitando o envio dos boletos com vencimentos para as datas:
    30/04/2019,  31/08/2019  e  30/12/2019.

    Confira a tabela atualizada

    Ficamos a disposição, desejando Ano Novo de Paz, Saúde e Realizações !

    CORE SERGIPE
    Fones:  3214-5676  |  3211-0808  |   9.8891-3930

    fiscalizacao@core-se.org.br | registro@core-se.org.br

  • EPI

    Indústria líder de mercado há 40 anos no segmento de EPI, necessita representantes ltda e registro no core. Enviar sua àrea de atuação e empresas representadas.

    Oferecemos comissões,treinamento e setor fechado.

    Favor enviar cv para:

    candidatoslv@gmail.com

  • Material de construção

    Material de construção

    A Durin é uma indústria que já atua a 14 anos no canal de material de construção, premiada e reconhecida pela qualidade de seus produtos e hoje busca expandir seus negócios em Aracaju. Nosso site

    Caso tenha interesse, gentileza encaminhar cópias dos seguintes documentos: e-mail joel.neto@durin.com.br

    – CORE;

    – CNH;

    – Rota;

    – Relação de clientes;

    – Contrato Social.

    Benefícios:
    – Comissão de 8% linha Jardim;

    – Comissão de 5% linha assentos;

    – Comissão paga no faturamento a cada 15 dias;

    – Região fechada ou fechada por Clientes;
    – Treinamentos constante;
    – Acompanhamento do gestor a campo;
    – Produtos de giro;
    – Empresa em franca expansão.

    Requisitos:
    – empresa de representação PJ;
    – carro, computador e celular.

     

    Gentileza, avaliar catálogos no site conforme segue:

    > CATÁLOGO CASA ACESSÓRIOS & CONEXÕES:

    http://www.durin.com.br/catalogo-virtual/completo/index.php?lang=pt

    > CATÁLOGO CASA & DECORAÇÃO:

    http://www.durin.com.br/catalogo-virtual/casa-decoracao/index.php?lang=pt

  • CARTA ABERTA – Movimento Brasil 200/Fiesp

    CARTA ABERTA – Movimento Brasil 200/Fiesp

    Caro empresário,

    No próximo dia 17 de Dezembro, o Movimento Brasil 200 tem a honra convidá-lo, juntamente com o presidente da FIESP Paulo Skaf, para o lançamento nacional do maior programa de geração de empregos já criado neste país: Empregue+1 -Empresários Unidos Contra o Desemprego. O evento será às 10 horas, no salão nobre da Fiesp (15o andar). A ideia dessa campanha partiu do empresário baiano, o Carlos Barduke, e começou a ser disseminada em todos os estados com a ajuda do Brasil 200 como uma onda patriótica. Trata-se do pacto empresarial de geração de pelo menos uma nova vaga adicional de emprego no mês de Janeiro, além das vagas que já estavam naturalmente previstas, para que juntos possamos construir um marco recorde no país. Queremos fazer de Janeiro de 2019 o mês com a maior geração de empregos da história do Brasil, e tudo isto feito pelas mãos dos empresários. Convidamos a todos os líderes de Federações, Sindicatos, Câmaras e Associações desta pátria a se somarem a este projeto e, se possível, estarem conosco no lançamento oficial do projeto, em 17 de Dezembro deste ano, às 10:00, onde contaremos com a presença dos criadores da ideia e de demais ilustres autoridades de nosso país.

    Gabriel Kanner
    Coordenador Nacional do Movimento Brasil 200

    OBS: Dada a limitada capacidade de lugares, solicitamos a confirmação de presença através do email: contato@brasil200.com.br

    Facebook: https://www.facebook.com/Brasil200Mov/

    Instagram: @movimentobrasil200 Twitter: @MovBrasil_200

    of PDF da Carta

  • Comissão aprova formalização em cartório de atos de pessoas jurídicas de direito privado

    Comissão aprova formalização em cartório de atos de pessoas jurídicas de direito privado

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (28) o Projeto de Lei 10044/18, do deputado Milton Monti (PR-SP), que determina que todos os atos constitutivos necessários ao funcionamento ou extinção das pessoas jurídicas de direito privado serão formalizados por escritura pública em cartório de notas.

    A proposta, que altera o Código Civil (Lei 10.406/02), recebeu parecer favorável do relator, deputado Dagoberto Nogueira (PDT-MS). O objetivo do projeto é combater fraudes na constituição de empresas, por meio da autenticação de todos os atos em tabelião de notas, e dar transparência à atividade econômica.

    A formalização em cartório será obrigatória para as empresas em geral, inclusive as individuais de responsabilidade limitada (Eireli), as associações, as sociedades civis e as fundações. Serão dispensados da exigência apenas os partidos políticos e as sociedades de advogados. Atualmente, a formalização das empresas é feita nas juntas comerciais dos estados. A das demais é realizada em cartório de registro civil de pessoas jurídicas.

    Para o relator do PL 10044/18, o texto contribui para evitar fraudes na constituição de empresas, combatendo a corrupção e a lavagem de dinheiro. “Trata-se de proposta oportuna em face da necessidade de ser conferida maior transparência e confiabilidade à abertura de empresas e à celebração de contratos, de maneira a evitar a existência de sociedade de fachada”, disse Dagoberto.

    Envio
    O texto determina também que os atos feitos em cartório serão encaminhados, por transmissão eletrônica, ao Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB-CF). O CNB-CF congrega os tabeliães de notas e de protestos do País. A entidade criará o Órgão Central de Prevenção de Lavagem de Dinheiro (OCPLD), que manterá as informações enviadas pelos notários.

    Os registros dos atos notariais serão obrigatoriamente encaminhados às juntas comerciais ou aos registros civis de pessoas jurídicas. Micro e pequenas empresas terão abatimento de 50% sobre as custas cartoriais.

    Tramitação
    O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

    Reportagem – Janary Júnior
    Edição – Natalia Doederlein
    Foto – Luis Macedo
    Luis Macedo / Câmara dos Deputados
    Autor –  ‘Agência Câmara Notícias‘
  • Laércio comemora aprovação de novo marco legal sobre licitações que visa combater a corrupção

    Laércio comemora aprovação de novo marco legal sobre licitações que visa combater a corrupção

    O deputado federal Laércio Oliveira é vice-presidente da Comissão especial da lei de Licitações que aprovou nesta quarta-feira, 5, o seu relatório. De acordo com Laércio, o texto aprovado visa combater a corrupção; o excesso de burocracia; as interrupções das obras e dos serviços, além de dar maior agilidade ao processo de licitação, como um todo. O relatório atual dá total autonomia à administração pública para conduzir a licitação.

    A lei atual deixa claro que a licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis os atos de seu procedimento. A exceção fica por conta do conteúdo das propostas realizadas pelos concorrentes, até a apresentação. O texto do projeto aprovado na Comissão estabelece que os atos são públicos, mas faz uma ressalva mais genérica, para “as informações cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado, na forma da lei”. A proposta permite, por exemplo, que o orçamento estimado pela Administração Pública seja sigiloso, “havendo motivos relevantes devidamente justificados”. Mas este sigilo não vai valer para órgãos de controle interno e externo.

    Sobre punição por fraudes, a lei atual estabelece pena de 3 a 6 anos para quem fraudar licitações. A proposta em discussão amplia a pena, para 4 a 8 anos de prisão. Se houver sobrepreço ou superfaturamento, a pena passa a ser de 4 a 12 anos de prisão.

    Obras paradas

    O projeto de lei proíbe a administração pública de retardar sem motivos a execução de obra e serviço. Se ocorrer paralisação ou suspensão do contrato, será elaborado um aviso de obra paralisada, a ser colocada no local onde o serviço está ocorrendo, informando a data prevista para o empreendimento ser retomado.

    Com aprovação, projeto seguirá para o plenário da Câmara e, depois, para o Senado.

  • Paulo do Eirado: “Sebrae tem que dar uma alavancada no modelo econômico de Sergipe”

    Paulo do Eirado: “Sebrae tem que dar uma alavancada no modelo econômico de Sergipe”

    Quem conhece minimamente Paulo do Eirado Dias Filho, 61 anos, através de suas ideias expostas em artigos de jornais em Sergipe, sabe o quanto ele flerta aberta e convincentemente com educação, ciência e tecnologia.

    E Paulo do Eirado não flerta abertamente apenas como um pitaqueiro de esquinas. Ele tem conhecimento de causa, por formação acadêmica e por exercício prático e funcional de vida.

    Paulo do Eirado Dias Filho é pedagogo, tem pós-graduação em Pedagogia Empresarial e é dono de boa uma expertise em análise de sistemas. Mas ele já fez curso técnico de Mecânica, e cursou, sem concluir, uma Engenharia.

    Nessa área de análise de sistemas, Paulo acumulou conhecimentos desde a sua velha Bahia de nascimento, onde trabalhou no antigo Banco Econômico, na Caraíba Metais e na Propeg, a grande agência baiana de publicidade, mas já vivendo em São Paulo. Conhece o batente da vida trabalhista desde os 16 anos de idade, quando fica órfão.

    É esse Paulo do Eirado Dias Filho que a partir do dia 10 de janeiro de 2019 assume o comando do Sebrae de Sergipe, como seu novo superintendente, cuja escolha foi feita semana passada pelo Conselho da instituição e sob as bênçãos do pardinho Laércio Oliveira, deputado federal e presidente da Federação do Comércio do Estado de Sergipe – Fecomércio.

    Paulo saltará diretamente da Diretoria Regional do Senac, onde está desde fevereiro de 2009, para a nova missão de superintender do Sebrae. Mas ele não se sentirá um estanho nesse ninho. Pelo contrário.

    De 2003 e 2009, ele foi diretor Administrativo-Financeiro e Educacional dessa instituição, quando ajudou a fazer com que Sergipe inserisse no currículo escolar do Ensino Médio a disciplina Empreendedorismo, algo em que ele crê muito, bem mais quando mitigado com educação.

    Talvez venha daí, e do seu flerte geral com ciência e tecnologia, o fato de Paulo do Eirado se manifestar hoje como um futuro executivo do Sebrae profundamente lincado com a necessidade de Sergipe dar uma volta por cima no seu modelo de desenvolvimento. E, assim, ele defenda que só será possível com uma boa educação para os jovens e para os empresários.

    “O Sebrae Sergipe é pioneiro e tem um trabalho já consolidado nessa área. Foi um trabalho realizado junto à Secretaria de Educação com o Ensino Médio, e Sergipe até hoje é o único Estado do Brasil que contempla a disciplina Empreendedorismo, introduzida na sua matriz curricular”, relembra ele.

    “Isso é uma luta de muitos Estados, e só Sergipe até hoje conquistou isso em 2006. Ou seja, estamos à frente de qualquer outro nesse assunto. E se mostra um programa muito eficaz, porque a gente trabalha o empreendedorismo na educação como sendo uma questão atitudinal. Não é para montar negócios necessariamente, embora nada contra, mas sim para que as pessoas tenham seus sonhos, seus projetos de vida”, diz ele.

    Capitaneando um orçamento previsto de R$ 52 milhões para o ano que vem, o futuro superintendente do Sebrae não tem dúvidas de que o seu papel e o da instituição é urgentemente o de ajudar a Sergipe ser catapultado a um novo modelo de desenvolvimento.

    “O Sebrae sozinho não é uma entidade muito realizadora, mas quando se junta às ações governamentais e às políticas públicas, tem um papel preponderante. Ele tem que capitanear tudo que vier em direção à melhora do ambiente de negócios em Sergipe e no Brasil, e não pode abrir mão disso em hipótese nenhuma, porque isso ele tem que carrear através de suas ações para que tudo se torne realidade”, diz ele.

    JLPolítica – O senhor ficou surpreso com as articulações que o tornaram superintendente do Sebrae de Sergipe?
    Paulo do Eirado Dias –
    O Sebrae é um órgão de decisões colegiadas. De certa forma, sim, porque a gente não tinha um planejamento anterior nesse sentido, uma coisa maquinada nessa direção. O superintendente é o representante oficial da instituição, mas todas as decisões são de natureza colegiada. Existe a Diretoria Executiva, e sempre precisa de duas outras para qualquer formalidade, qualquer pagamento ou contrato.

    JLPolítica – O que a condição de diretor regional do Senac lhe ajudou nesta eleição, e lhe ajudará no mandato?
    PED –
    A condição de diretor do Senac ajuda, porque estamos, via ele, a par das exigências e da natureza jurídica do que é uma entidade do Sistema S. Também traz segurança para o encaminhamento da gestão. Mas é preciso ressaltar que o Senac também está numa situação muito privilegiada e, talvez por isso, tenham pensado no meu nome como uma pessoa capaz de dar encaminhamento ao Sebrae na próxima gestão.

    JLPolítica – Em que aspecto o Senac está privilegiado?
    PED –
    Nosso Senac hoje é reconhecido nacionalmente. Nós temos o desenvolvimento aqui de alguns programas como o Senac Pleno, que tem sido objeto de estudo e de apresentações por vários outros Senacs no país. Além disso, os nossos alunos, na qualidade de competidores, têm feito muito bonito. No último final de semana, eu voltei de Vitória, no Espírito Santo, trazendo uma medalha de prata para aluno de cabeleireiro numa disputa nacional e que vai disputar um segundo turno com o primeiro lugar para saber quem será o representante do Brasil na WorldSkills, a olimpíada de conhecimento de educação profissional, que acontecerá na Rússia em 2019.

    JLPolítica – Qual a diferença do universos de alunos para o dos empresários, com o qual o senhor vai lidar a partir de janeiro?
    PED –
    Para mim, a maior diferença é o foco. É a missão. A do Sebrae é uma missão mais difusa. Mas o perfil socioeconômico e cultural, a questão do analfabetismo funcional de ambos, é igual. O empresário brasileiro, em sua grande maioria, é uma pessoa que precisa de muito apoio, porque tem deficiências escolares, então esse perfil, no aspecto quantitativo, tem o mesmo perfil socioeconômico do empregado brasileiro.

    JLPolítica – O que que o senhor conhece da capacidade resolutiva do Sebrae Sergipe?
    PED –
    É uma entidade que tem que trabalhar sempre articulada. O Sebrae sozinho não é uma entidade muito realizadora, mas quando se junta aos demais, especialmente às ações governamentais e às políticas públicas, tem um papel preponderante. Ele tem que capitanear tudo que vier em direção à melhora do ambiente de negócios em Sergipe e no Brasil, então não pode abrir mão disso em hipótese nenhuma, porque isso ele tem que carrear através de suas ações para que tudo se torne realidade.

    JLPolítica – E essa potencialização será uma marca de sua gestão?
    PED –
    A defesa da pequena empresa, sem a menor dúvida, será uma das marcas de nossa gestão. Acho que o empresário brasileiro, principalmente o da pequena empresa, é muito maltratado, muito hostilizado, e isso tem que mudar, porque são eles que estão gerando riquezas, gerando a maior parte do emprego, e não merecem o tratamento que têm hoje.

    JLPolítica – Quais os espaços que o senhor vislumbra como os maiores parceiros do Sebrae num universo público, estatal?
    PED –
    Prefeituras e Governos. Em geral, as próprias Secretarias, tanto as municipais quanto as estaduais. Tem que ter uma afinidade grande para se trabalhar na mesa direção. Sergipe hoje passa por uma crise que eu considero exponencial, porque estamos perdendo lugares importantes em relação aos demais Estados nordestinos. Sergipe, que sempre se destacou como o melhor Estado do Nordeste, hoje está numa situação extremamente crítica quando se compara aos demais. A economia sergipana não se modernizou e precisa levar uma sacudida mesmo, e esse trabalho tem que ser feito com afinidade entre todos que estão promovendo políticas públicas de fomento ao desenvolvimento.

    JLPolítica – O governador reeleito Belivaldo Chagas fala muito na possibilidade de fazer Sergipe desenvolver 30 anos em quatro. Em que aspecto o Sebrae pode contribuir com isso?
    PED –
    Acho que podemos contribuir na questão do planejamento, de validar a orientação. O Sebrae tem, inclusive, como trazer grandes consultores para opinar com relação a isso, ver exemplos de práticas bem-sucedidas em outros Estados, e também caracterizar aquilo que é eminentemente sergipano. Pegar realmente o modelo de negócio de Sergipe que precisa ser realizado e trabalhar também na esfera educacional, porque o jovem daqui já tem que sair com a cabeça orientada para a inovação, para os negócios, as oportunidades que o mundo hoje está oferecendo.

    JLPolítica – Pode haver um contraponto entre o Senac e o Sebrae, do ponto de vista da potencialização de jovens que acabaram de ser treinados para virar empresário?
    PED –
    Pode. E a gente trabalha, no caso do Senac, muito isso. Porque empreendedorismo está na nossa pauta do Senac, mas não somente na orientação de montar negócio e sim na construção de projeto de vida, que pode ser montar um negócio ou até passar no vestibular. Mas que se crie um objetivo e persiga a meta.

    JLPolítica – Como é a sua relação com o presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, e até que ponto o senhor deve a ele essa eleição?
    PED –
    A relação com Laércio Oliveira é a melhor possível, e de plena confiança. A gente não tem nenhuma dificuldade no sentido da gestão, da interlocução. Ele é uma pessoa sempre acessível. Devo muito a Laércio no sentido dessa confiança. E com relação à eleição do Sebrae, ele realmente capitaneou esse processo, foi uma coisa da qual ele foi o articulador. No papel de liderança empresarial e política, ele conseguiu fazer com que todos se unissem em torno de uma mesma chapa, o que é muito bom, muito positivo, porque a gestão já vai ser mais facilitada com esse apoio do Conselho.

    JLPolítica – O senhor queria isso ou caiu de paraquedas?
    PED –
    Queria, e queria muito. Porque o Sebrae, para mim, é uma entidade desafiadora, e eu entendo também que, de certa forma, já fechei um ciclo no Senac após esses 10 anos. Hoje, entrego o Senac em condições muito superiores às que recebi.

    JLPolítica – Não foi estranho que o senhor tivesse sido eleito mesmo estando ausente da sessão do Conselho Deliberativo para esta finalidade?
    PED –
    Não, porque o Conselho é totalmente soberano e a gente deve até permitir que ele esteja inteiramente à vontade para as discussões e ponderações. Minha presença não era institucionalmente necessária.

    JLPolítica – O Sebrae teve para o exercício de 2018 um orçamento de R$ 47 milhões e terá um de R$ 52 milhões para o ano de 2019. Pelo que o senhor sabe da instituição, são recursos suficientes para suas demandas?
    PED –
    Eu entendo que sim. Principalmente quando a gente pensa num momento de crise, como o que o país passa. Nesse aspecto, o Sistema S, de modo geral, ainda é uma área privilegiada em termos de orçamentos, mas que o recurso tem que ser muito bem aplicado e usado para fazer alavancagens, no sentido de convidar outros a participarem dos projetos e, com isso, ter um nível orçamentário maior, já que vai entrar o orçamento de terceiros também.

    JLPolítica – No seu conceito, qual a importância do Sebrae para o desenvolvimento socioeconômico de Sergipe?
    PED –
    Total: o Sebrae é uma entidade que tem que participar diretamente e ter diálogo aberto com o Governo, com a parte de finanças, da indústria, do agronegócio, tanto que o Sebrae se envolve realmente com tudo e tem recursos, inclusive humanos, para cooperar nesse processo.

    JLPolítica – O senhor acha que 100 servidores são uma quantidade suficiente para a instituição?
    PED –
    Acho que sim, porque o Sebrae tem a possibilidade de fazer muitas contratações terceirizadas e criar equipes pontuais para projetos específicos. É uma espécie de estrutura matricial e termina tendo uma produtividade e um nível maior de colaboradores do que aparenta à primeira vista.

    JLPolítica – O senhor é pedagogo e ligado à tecnologia. Até que ponto essas condições lhe favorecem na futura missão?
    PED –
    Eu sempre entendi que o bom é você conciliar duas profissões para criar um currículo único. E no meu caso, como pedagogo, sou relativamente diferenciado por ter essa vivência no mundo empresarial. Hoje, sou até uma pessoa aposentada pelo INSS, pelo tempo de contribuição, e tenho essa visão um pouco diferenciada. E essa área empresarial tecnológica me encanta, mas através da educação. Acho que tudo tem que envolver educação, porque ela é geração de valor que não regride. Ninguém tem como lhe tomar de volta. Se você compra um carro, dá pra alguém, cinco anos depois aquele carro já não tem o mesmo valor. Mas se você aplica esse dinheiro em educação, cinco anos depois essa pessoa pode estar numa situação muito melhor. Educação é tecnologia que não se perde e é humanização. É melhorar a sociedade como um todo.

    JLPolítica – É possível haver uma interação entre a ação do Sebrae e a educação formal, sobretudo a pública, no sentido de que o Sebrae ajude a melhorar a escola e a escola ajude a melhorar o empreendedorismo?
    PED –
    Com certeza, e o Sebrae Sergipe é pioneiro e tem um trabalho já consolidado nessa área. Foi um trabalho realizado junto à Secretaria de Educação com o Ensino Médio, e Sergipe até hoje é o único Estado do Brasil que contempla a disciplina Empreendedorismo, introduzida na matriz curricular. Isso é uma luta de muitos Estados, e só Sergipe até hoje conquistou isso em 2006. Ou seja, estamos à frente de qualquer outro nesse assunto. E se mostra um programa muito eficaz, porque a gente trabalha o empreendedorismo na educação como sendo uma questão atitudinal. Não é para montar negócios necessariamente, embora nada contra, mas sim para que as pessoas tenham seus sonhos, seus projetos de vida, e saibam quais as ferramentas disponíveis para construí-los. É para dar meta aos alunos, assim como visão de longo prazo e fortalecimento de seus destinos.

    JLPolítica – Qual o conceito do senhor da educação que se pratica hoje em Sergipe, seja na escola pública ou na particular?
    PED –
    Do ponto de vista estrutural, temos excelentes escolas e universidades. Agora, a gente precisa é rever um pouco o modelo pedagógico, porque a gente tem como padrão um modelo que talvez tenha sido muito bom para o século XX, mas que no século XXI já não está mais correspondendo às demandas sociais e mercadológicas. Um Estado como a Califórnia, nos EUA, por exemplo, chega a ter duas vezes o PIB brasileiro. Veja: um único Estado americano. E quando você vai ver a origem desses recursos, percebe que eles nascem em dois bairros: o Vale do Silício e Hollywood, grandes mercados da tecnologia e do entretenimento. Tudo intangível.

    JLPolítica – O senhor terá alguma ação de treinamento entre hoje e o 10 de janeiro, dia da posse, para se inteirar mais da máquina Sebrae?
    PED –
    Sim, no sentido do diálogo, de antecipar um pouco as questões que estão em curso lá. Inclusive, para manter os bons programas, avaliar outros e chegar com um nível de reposta mais rápido.

    JLPolítica – Foi importante a manutenção de dois executivos da atual gestão para a próxima, como o atual superintendente, Emanoel Sobral, e o diretor Administrativo-Financeiro, Eduardo do Prado Junior?
    PED –
    Foi importante, sim. Isso traz muita tranquilidade, exatamente para essa transição. Porque traz esse acervo de conhecimento, entendimento e experiência, inclusive com as práticas mais recentes. Além disso, a gente tem um relacionamento pessoal da melhor ordem, e isso vai facilitar muito.

    JLPolítica – O senhor teme a propagação do futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, de desoneração das folhas e as consequências que isso terá sobre o orçamento do Sebrae?
    PED –
    O Sistema S viveu a vida inteira com a espada sobre a cabeça, porque todos os dias tem algum projeto, alguma ideia, alguém pensando em fazer alguma reforma. Mas é um sistema que tem que se manter defendido pela própria opinião pública, porque é importante. Ninguém vai mexer para fazer qualquer coisa que seja de natureza meramente especulativa ou sem maior aprofundamento. Até porque os recursos são privados.

    JLPolítica – Há desregramento no uso dos recursos do Sistema S?
    PED –
    Pode haver pontualmente. Mas, de um modo geral, são recursos que geram um nível de produtividade superior ao que o serviço público, geralmente, propicia. O Sistema S é controlado pelos órgãos externos, a Controladoria Geral da União, o Tribunal de Contas da União, além dos Conselhos Fiscais e auditorias externas. É muito fiscalizado.

    JLPolítica – O senhor acredita que é uma tendência do Sebrae retornar para sua origem de assessoramento mais ao comércio e à indústria, e desaquecer outros segmentos?
    PED –
    De jeito nenhum, até porque a questão da inovação vai atingir em cheio tanto a indústria quanto o agronegócio e os serviços. Então é uma grande fonte de geração de valor e é para onde eu entendo que a juventude deveria estar olhando como uma grande oportunidade. E o modelo econômico de Sergipe está muito ultrapassado talvez para as novas possibilidades, e o Sebrae tem que dar uma alavancada nisso.

    JLPolítica – Quais são os programas que o senhor conhece de lá e que lhe encantam, enchem os olhos?
    PED –
    Ainda é cedo para falar disso, mas os programas educacionais ligados ao empreendedorismo, para a juventude. Além de programas ligados à cadeia de petróleo e gás, que é uma área de muito recurso, muita oportunidade, e também de energias limpas. Tudo isso que tem como tendências, startups, o Sebrae tem que capitanear esse processo e pagar para ver.

    JLPolítica – Do ponto de vista da tecnologia, o senhor acredita que a instituição precisará desenvolver novas ferramentas para enfrentar a realidade da internet, como o YouTube, que compete com o Sebrae?
    PED –
    Tem que se reinventar permanentemente ou a gente não consegue acompanhar as mudanças sociais. Porque as questões de natureza aparente e meramente tecnológicas influenciam culturalmente. A sociedade muda de comportamento por causa das tecnologias disponíveis, então essas mudanças têm que ser acompanhadas de perto. Mão podemos perder de vista não.

    JLPolítica – O senhor não acha que Sergipe está muito atrasado no que diz respeito às energias limpas e renováveis?
    PED –
    Sergipe é um Estado privilegiado em termos de energia, porque a gente tem energia hidrelétrica, a gente tem gás, tem petróleo, mas termina, talvez, esquecido com relação a isso. Mas também temos alguma coisa, como o parque eólico já funcionado. Temos um privilégio na questão dos ventos, que são de pouca rajada, constantes. Enfim, é uma boa área para o crescimento da energia limpa.

    JLPolítica – Enfim, o senhor se sente preparado para as exigências que lhe serão cobradas a partir de janeiro de 2019?
    PED –
    Sim, na medida em que tenho o apoio do Conselho, colegas bastante experientes e um clima de harmonia, além disso 10% de ousadia para inovar, buscar novos caminhos e ter um diálogo bastante aberto com o Governo do Estado, para que todo mundo se dê as mãos e a gente tire Sergipe dessa situação de hoje.

    JLPolítica – É possível comparar a capacidade empreendedora dos sergipanos à dos povos de outros Estados brasileiros?
    PED –
    É possível, sim. Historicamente, existem grandes empreendedores em Sergipe, mas a educação precisa ser mais flexível, porque a gente costuma pensar o modelo educacional como sendo aquele mais rígido possível, o que traz dificuldades na hora que você exige processos mais criativos, mais dinâmicos e interdisciplinares. Então a educação sergipana precisa se flexibilizar, se atualizar, para que os nossos jovens já nasçam na sua formação com essa possibilidade mais inovadora e crítica com determinadas situações para que possam trazer novas propostas.

    JLPolítica – A sua gestão futura pensa alguma atitude diferenciada para o campo da ética, para se enquadrar mais nesse momento que o país está vivendo de reação a tanta corrupção?
    PED –
    Eu imagino que todas as entidades que lidam com recursos públicos ou parafiscais, como é o caso do Sistema S, devem prestar contas com muito mais transparência e integridade, que é essa coisa que estão chamando de compliance, e que eu particularmente acho que tem que caminhar nessa direção mesmo. São patrimônios nacionais, públicos, do povo e dos empresários, e que a gente tem que prestar contas do cumprimento da missão. Então me sinto muito à vontade com relação a esse tema e vou em busca de ampliar esses processos no Sebrae para que a gente tenha inclusive o próprio povo brasileiro como nosso defensor. Vamos caminhar realmente para mostrar a importância, os resultados e a aplicação dos recursos.

    JLPolítica – O senhor espera encontrar no Sebrae um ambiente já apropriado para isso?
    PED –
    Sim. Agora, é sempre um processo de construção. Nada disso está pronto no Brasil. Todas as entidades, inclusive os próprios Tribunais de Contas, admitem precisar rever esses processos, porque muita coisa que aparece na TV como escândalo já passou por eles e não foi percebida. Está todo mundo precisando revisar seus pontos de vista e aumentar a transparência e a prestação de contas.

    JLPolítica – O senhor pretende manter e ampliar ou reduzir as bases do Sebrae nos municípios de Sergipe?
    PED –
    Agora é também cedo para falar disso. Seria precipitado. Mas com certeza vou avaliar.

    Original -> http://jlpolitica.com.br/entrevista/paulo-do-eirado-sebrae-tem-que-dar-uma-alavancada-no-modelo-economico-de-sergipe

  • O Fim da Idade Média e o Início da Idade Mídia

    O Fim da Idade Média e o Início da Idade Mídia

    WALTER LONGO
    Sócio-Diretor na Unimark Comunicação

    – Como a Tecnologia e Inovação Estimulam a Meritocracia e a Valorização do Indivíduo nas Empresas e na Sociedade –

    IMPORTANTE: Este é o texto-resumo de meu novo livro a ser lançado em 2019 pela Alta Books.

    Muita gente acredita que a Idade Média terminou em 1453 com a Invasão de Constantinopla. Outros acreditam que seu fim veio influenciado pela Peste Negra e um longo período de resfriamento da Europa que reduziu drasticamente a produção de alimentos e gerou revoltas populares contra os soberanos. E a própria Renascença é apontada simultaneamente como uma causa ou consequência do fim da Idade Média. Todos, no entanto, concordam que ela durou cerca de mil anos e acabou lá pelo século XIV.

    Na verdade, o fim da Idade Média está acontecendo somente agora, neste século e em nossa geração. E por que dessa afirmação?

    Até hoje tudo era avaliado e orientado pela média da população. Em qualquer área do comportamento humano, nossas decisões eram definidas pelo resultado médio daquele fato na população, e não individualmente por cada um de nós. Éramos tratados como grupos ou massa e nunca como indivíduo.

    Na medicina, o que imperava eram os protocolos genéricos. Hoje a medicina genômica já estabelece protocolos individuais de tratamento.

    Na educação fomos sempre divididos em classes por idade independente de nossa maturidade ou conhecimento. O currículo era o mesmo não importando a dificuldade de uns e a facilidade de outros na absorção do conteúdo.

    No fim da Idade Média uma grande revolução toma corpo permitindo o acesso de qualquer informação em diferentes níveis de profundidade. Agora, cada um de nós vai estudar o que tiver vontade, aprofundar-se no tema que desejar e ir tão fundo quanto quiser.

    Na década passada, ao viajar de avião, nosso entretenimento de bordo era distribuído por várias telas de TV presas no teto, todas passando o mesmo filme escolhido pela empresa aérea. Alguns anos depois, a tecnologia avançou e cada assento tinha uma TV no encosto da frente e podíamos selecionar o melhor dentre uma lista do menu oferecido. Hoje o entretenimento a bordo é individual. Acesso à internet permite que cada um assista o que quiser, na hora que der vontade.

    Com o rádio, escutávamos as músicas que o DJ definia como as preferidas pela média dos ouvintes. Com Spotfy, criamos nossa própria seleção. Mas o mais importante: os algoritmos passam a trabalhar e nos sugerem mais opções que provavelmente apreciamos também. Isso significa não somente escutar o que quiser, mas receber sugestões e orientações individuais.

    Antes todos líamos as mesmas notícias de jornal, com o mesmo nível de profundidade. Quem decidia o índice de análise eram os editores e jornalistas. Hoje podemos ler o que quiser, na hora que der vontade e na profundidade desejada. E, principalmente, de maneira individualizada.

    Na moda, as últimas tendências levam também à valorização do indivíduo, ao contrário da ditadura da estética de tempos recentes. Hoje as pessoas buscam seu próprio estilo, a partir de opções gerais e genéricas de tendências. Há uma verdadeira ode à liberdade individual.

    A mobilidade e a expansão das opções de modais de transporte também está contribuindo para o fim da idade média. Antes havia apenas a opção ônibus, taxi ou transporte próprio. Hoje temos o Uber, o car sharing, as bicicletas de aluguel, os monociclos e cada um opta por um ecossistema de transporte que melhor se adapte à sua vida.

    Na propaganda e no marketing, éramos atingidos pelas mensagens de forma genérica e baseadas em médias estatísticas. A mídia de massa se encarregou de nos transformar em grupos de consumo não levando em conta a sincronicidade com cada uma de nossas vidas. Graças ao crescente uso de IA e Analytics, essa realidade também está mudando.

    Junto às instituições financeiras, os juros estratosféricos que fazem os adimplentes pagar pelos inadimplentes está com os dias contados a partir de mecanismos como o cadastro positivo. E o mesmo vai se dar no universo dos seguros onde ainda motoristas responsáveis arcam com o mesmo prêmio de seguro dos irresponsáveis.

    E, em breve, graças ao uso de inteligência artificial e algoritmos, não seremos mais todos passíveis de revista estressante em aeroportos e portos de chegada e saída.

    Esse é o mundo que conhecemos e no qual vivemos até hoje: a Idade Média das relações comerciais, pessoais e sociais. Onde todos são avaliados pela média, pagam pela média e são tratados por essa mesma média. Mas um novo mundo está surgindo com o fim da Idade Média. E isso é uma gigantesca mudança.

    A meritocracia só pode existir num ambiente de fim da Idade Média, onde cada um passa a ser incentivado a se desenvolver, se portar socialmente e se instruir adequadamente de acordo com seu esforço e vontade. Seremos donos do nosso destino, decisores de nosso futuro e responsáveis por nossas carreiras. Individualmente.

    Basta avaliarmos o que está acontecendo neste momento nos universos da comunicação, da medicina, da educação e do controle social, para entender as razões de que estamos deixando a Idade Média e entrando definitivamente na Idade Mídia.

    Uma nova era onde cada um de nós é um universo à parte, respeitado em sua individualidade e com capacidade de influir na sociedade. Cada um de nós daqui para a frente seremos agentes de mídia, formadores de opinião e geradores de conhecimento cada vez mais compartilhado.

    Bem-vindos à Idade Mídia. E adeus à Idade Média.

    https://www.linkedin.com/pulse/o-fim-da-idade-média-e-in%C3%ADcio-m%C3%ADdia-walter-longo/

  • NOVA LEI QUE ACABA COM RECONHECIMENTO FIRMA EM DOCUMENTOS

    NOVA LEI QUE ACABA COM RECONHECIMENTO FIRMA EM DOCUMENTOS

    Nesta última sexta-feira, dia 23, entrou em vigor a lei que dispensa o reconhecimento de firma e a autenticação de documentos na relação entre o cidadão e o poder público. A norma acaba com uma série de formalidades consideradas “desnecessárias ou superpostas”. A Lei 13.726/2018 simplifica procedimentos administrativos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios e institui o Selo de Desburocratização.

    De acordo com o texto, algumas exigências embutiam um “custo econômico ou social” maior do que o “eventual risco de fraude”. De acordo com a nova lei, o poder público não pode exigir um documento se o cidadão conseguir comprovar informações com outro documento válido.

    A lei dispensa, por exemplo, o reconhecimento de firma. Para confirmar a autenticidade de uma assinatura, o agente público deve compará-la com o autógrafo registrado no documento de identidade do cidadão. A norma também elimina a necessidade de autenticação de cópias.

    A legislação também flexibiliza a exigência para apresentação da certidão de nascimento. O documento pode ser substituído por cédula de identidade, título de eleitor, identidade profissional, carteira de trabalho, certificado de serviço militar, passaporte ou identidade expedida por órgão público.

    Título de eleitor

    O texto ainda restringe os casos em que pode ser cobrado o título de eleitor. O documento só precisa ser apresentado para o cidadão votar ou registrar candidatura. A norma também dispensa a obrigatoriedade de firma reconhecida para autorização de viagem de menor, se os pais estiverem presentes no embarque.

    De acordo com a nova lei, o poder público não pode exigir um documento se o cidadão conseguir comprovar informações com outro documento válido. Além disso, quando um órgão público não conseguir emitir uma certidão exigida por outro setor, o usuário pode escrever e assinar uma declaração para comprovar a regularidade de sua situação. Se a declaração for falsa, o cidadão fica sujeito a sanções administrativas, civis e penais.

    A Lei 13.726/2018 também proíbe que órgãos públicos exijam certidão ou documento expedido por outro órgão ou entidade do mesmo Poder. Exceções para certidão de antecedentes criminais e informações sobre a pessoa jurídica.

    O texto autoriza ainda a criação de grupos de trabalho para identificar regulamentos com “exigências descabidas ou exageradas”, além de “procedimentos desnecessários ou redundantes”. O objetivo é “eliminar o excesso de burocracia”. A Lei estabelece que a comunicação entre o Poder Público e o cidadão pode ser feita por qualquer meio, inclusive verbal, telefônico ou eletrônico.

    Selo de Desburocratização

    A Lei 13.726/2018 institui o Selo de Desburocratização e Simplificação. O objetivo é reconhecer e estimular projetos, programas e práticas que simplifiquem o funcionamento da administração pública e melhorem o atendimento aos usuários.

    Um dos critérios para a concessão do selo é a racionalização de procedimentos administrativos. Outras condições são: eliminação de “formalidades desnecessárias ou desproporcionais”; ganhos sociais resultantes da medida de desburocratização; redução do tempo de espera no atendimento; e adoção de soluções tecnológicas ou organizacionais que possam ser replicadas em outras esferas da administração pública.

    Os órgãos ou entidades que receberem o selo serão inscritos no Cadastro Nacional de Desburocratização. A cada ano, dois órgãos de cada unidade da Federação serão premiados com base nesses critérios.

    A Lei 13.726/2018 foi sancionada no dia 8 de outubro. O texto aprovado pelo Congresso determinava que a norma entraria em vigor na data da publicação. Mas o presidente da República, Michel Temer, vetou esse dispositivo. De acordo com o Palácio do Planalto, “a norma possui amplo alcance” e deve “ter sua vigência iniciada em prazo que permita sua divulgação e conhecimento”. Por isso, a nova lei entrou em vigor nesta sexta-feira — 45 dias após a publicação original.

    Por, Stephanie Macêdo

    Com informações da  Agência Senado

    Foto: Google

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    Perfil : é essencial que tenha capacidade de se comunicar com as pessoas, responsabilidade, simpatia, flexibilidade, agilidade, raciocínio rápido e visão de projeto.

    Região de Atendimento: Todo brasil .

    Requisitos: Registrado no CORE, alvará, conta Jurídica, CARTEIRA DE CLIENTES

    Produtos:  PRODUTOS ELÉTRICOS.

    Segmento:   Varejo, construtoras, Elétricas.

    Contato: Comercial Multilit

    Nome: Juliani Correa

    E-mail: construcaocivil@multilit.com.br

    Telefone: (41) 21692879

    Site: http://multilit.com.br/

    Validade :01/03/2019