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  • Alimentos

    Alimentos

    A Slet Alimentos Ltda é uma empresa nova no mercado, trabalhamos com a linha de amendoins, paçocas, pastas de amendoim, granola, mix de castanhas, temperos, sucos, gelatinas, misturas para bolo e muito mais (Produtos direto da fábrica). Estamos em busca de representantes comerciais para todo o Brasil.

    Contratara representante comercial com empresa de representação e CORE.

    Região de Atendimento: Todo brasil .

    Requisitos: Registrado no CORE, PJ , Conta jurídica , CARTEIRA DE CLIENTES

    Produtos: Linha de amendoins, paçocas, pastas de amendoim, granola, mix de castanhas, temperos, sucos, gelatinas, misturas para bolo .

    Segmento: alimentos.

    Contato: Comercial Slet

    Nome: Simone  Correia Neves

    E-mail: contratacao@sletalimentos.com.br

    Telefone: (41)99910-0627

  • Construção Civil

    Construção Civil

    Fundada em 1991, a Multilit é uma das maiores empresas fabricantes de materiais para construção civil do país. Nosso foco é o crescimento sustentável, buscando inovações em termos de produtos e processos, sempre considerando a saúde socioambiental de toda a comunidade envolvida conosco, direta ou indiretamente.
    E com o crescimento diário desta empresa, hoje estamos ampliando nosso quadro de Vencedores, para que juntos possamos crescer ainda mais. E por isso faço o contato com você hoje, para que venha conhecer nossa empresa, para que sejamos parceiros, para que venha ter sucesso aqui também.
    Venha fazer parte do nosso time de Vencedores, Venha ser Mais Multilit.

    Contratara representante comercial com empresa de representação e CORE.

    Região de Atendimento: Todo brasil .

    Requisitos: Registrado no CORE.PJ , CARTEIRA DE CLIENTES

    Produtos: Janelas de PVC , ELÉTRICOS E HIDRÁULICOS.

    Segmento: Construção civil

    Contato: Comercial Multilit

    Nome: Juliani Correa

    E-mail: construcaocivil@multilit.com.br

    Telefone: (41) 21692879

    Site: http://multilit.com.br/

  • Setor Automotivo/Tecnologia

    A V2Tech Soluções, sediada em Santa Rita do Sapucaí-MG e com mais de mais de Seis Mil sistemas já vendidos no mercado Brasileiro, está selecionando Representantes Comerciais dos Estados de MG, SP, BA, GO, DF, AL, SE e PE para atuar no mercado de Gestão de Frotas, mais especificamente com Soluções de Vídeo Monitoramento Veicular.

    Buscamos profissionais já atuantes no setor automotivo/tecnologia, preferencialmente com conhecimentos na área de gestão de frotas e/ou tecnologia.

    A remuneração será variável, com percentual altamente atrativo de acordo com a política de comercialização. Não será exigida exclusividade exceto para o mesmo tipo de produto/serviço de que estamos tratando.

    Os interessados devem enviar breve currículo para comercial@v2tech.com.br, aos cuidados de Adriano Oliveira, o qual retornaremos com um telefonema para apresentação do modelo de trabalho. Se houver sinergia entre as partes, efetuaremos o contrato de Representação Comercial sem vínculos empregatícios nos termos Legais e ministraremos treinamento comercial e técnico, disponibilizaremos material de trabalho e daremos apoio para o início das atividades.

    Agradeço antecipadamente aos profissionais que venham a manifestar interesse em trabalhar conosco.

  • Laércio Oliveira assume segundo mandato na presidência do Sistema Fecomércio

    Laércio Oliveira assume segundo mandato na presidência do Sistema Fecomércio

    Laércio Oliveira foi empossado na tarde desta segunda-feira (08) para seu segundo mandato à frente da presidência do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe. A solenidade de posse aconteceu um dia após sua reeleição como deputado federal. O evento contou com a presença de presidentes de sindicatos do sistema, diretores e conselheiros da Fecomércio, representantes de entidades de classe empresariais e personalidades do cenário político do estado, a exemplo do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de Sergipe, José Augusto Carvalho.
    O presidente Laércio ficará à frente do Sistema Fecomércio pelo quadriênio 2018-2022. Em sua posse, Laércio destacou que a ação do sistema irá seguir em processo de avanço, para aumentar sua capilaridade de atuação, com a finalidade de promover ao público comerciário e à sociedade sergipana, serviços de qualidade e excelência, marca registrada do sistema por todas as regiões onde atua com suas unidades físicas e móveis.
    “Vivemos novos horizontes de desafios que teremos pela frente. Nosso futuro é continuar avançando em nossa atuação, realizando ações significativas para o povo Sergipe. Vamos trazer novas ideias para desenvolver e, para isso, quero agradecer a confiança de todos, a ajuda e dedicação de nossa equipe para nosso sistema”, disse o presidente.
    Laércio reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento do sistema, lembrando que urge defender o as ações de todo o Sistema S, além do trabalho em defesa do setor produtivo do estado de Sergipe.
    “Renovo meu compromisso com o Sistema Fecomércio e com todo o Sistema S. Reafirmo meu compromisso de trabalhar pela defesa do setor produtivo sergipano, pois são as empresas que promovem a verdadeira geração de emprego e renda para nosso povo, consequentemente o desenvolvimento da economia e de nosso estado”, afirmou o presidente Laércio.
    O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho, lembrou que o trabalho de Laércio enquanto defensor do setor produtivo tem ajudado Sergipe de forma muito importante, para a captação de investimentos e vinda de empresas para o mercado sergipano. Carvalho disse que o trabalho em parceria da Sedetec com a Fecomércio, sob o comando de Laércio, tem sido de sua importância para o estado.
    “Vivemos um momento marcante para Sergipe ao ver Laércio assumir o seu segundo mandato como presidente do Sistema Fecomércio. O trabalho que a Fecomércio tem feito em favor do desenvolvimento econômico de nosso estado é importante e temos trabalhos importantes em conjunto. A somação de forças da iniciativa pública com a atuação empresarial tem resultado na conquista da confiança do empresário e Laércio tem ajudado de maneira crucial para que sejam captados novos investimentos para Sergipe. Laércio e a Fecomércio são sinônimo de sinergia para Sergipe e esse trabalho tem ajudado a gerar novos empregos e desenvolvimento dos negócios no estado”, afirmou o secretário.

  • O desmonte dos Sindicatos

    O desmonte dos Sindicatos

    Para tentar sobreviver à crise financeira gerada pela perda do imposto sindical, entidades impõem o que sempre criticaram: um ajuste fiscal que inclui venda de patrimônio, contratação de PJs e demissões de empregados.

    Detentoras de verdadeiras fortunas em dinheiro, conquistadas à custa do suor do trabalhador, que abria mão de um salário por ano para ver seus direitos defendidos, as entidades representativas de classe agora vivem uma nova era, sem o imposto sindical. Para tentar sobreviver à asfixia financeira gerada pela perda de sua principal fonte de renda, que teve a obrigatoriedade cancelada pela Reforma Trabalhista, aprovada no ano passado, algumas diminuíram radicalmente os gastos. Entre as medidas encontradas, a mais comum foi o enxugamento da folha salarial. Mas, quando isso não basta para sobreviver, o jeito é tomar medidas mais drásticas, como liquidar o patrimônio. Foi o que fez a Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo, prestes a concluir a venda de sua sede, na região do Brás, para a Igreja de Deus, do pastor Valdemiro Santiago.

    O valor do moderno imóvel de sete andares estaria avaliado em R$ 40 milhões. Oficialmente, a direção nacional da CUT não confirma os valores. Mas o presidente da CUT no Distrito Federal, Rodrigo Britto, reconhece que o negócio deve ser mesmo fechado nesses termos. Rodrigo conta que, devido à pindaíba, a entidade encontra dificuldades para promover até ações de mobilização. “Isso é uma interferência do Estado no Sindicato”, alega. Não é a primeira vez que a dominação religiosa comandada pelo pastor Valdemiro tenta adquirir o prédio da central sindical. A Igreja de Deus já contabiliza três imóveis na região onde se situa em São Paulo a sede da CUT. Há dois anos, a igreja do pastor Valdemiro Santiago ensaiou arrematar o prédio, mas, à época, a situação era diametralmente oposta. Com o PT instalado no Planalto, os sindicatos nadavam em dinheiro. Só em 2015 a CUT recebeu repasses do governo federal que somavam R$ 477 milhões referentes ao imposto sindical. Uma média de R$ 39 milhões por mês.

    Queda brusca

    Nos cinco primeiros meses deste ano, no entanto, a arrecadação despencou vertiginosamente. Para se ter uma noção do baque, todas as centrais sindicais receberam juntas nesse período um total de R$ 21 milhões. Não é pouco, mas em comparação com o passado recente, a queda é brusca. Com parcos recursos, as entidades de classe iniciam uma nova fase que não encontra precedentes na história: a era pela sobrevivência. Para reequilibrar as finanças, a CUT instituiu em suas unidades pelo País afora uma espécie de Plano de Demissão Voluntária (PDV). Deflagrou ainda a contratação de pessoas jurídicas (PJs), em substituição a CLTs, prática que sempre foi torpedeada pela própria CUT. O objetivo é enxugar, ao fim e ao cabo, 60% da folha de pagamento. O processo segue em curso. Em Brasília, a CUT de São Paulo possuía um quadro modesto de 178 trabalhadores. Devem restar agora somente 71.

    A CUT foi fundada em agosto de 1983 em São Bernardo do Campo. Alcançou o seu ápice após a chegada de Lula ao poder. No período dele e de sua sucessora, Dilma Rousseff, os sindicatos foram empoderados. Com a irrigação das contas dos sindicatos, o PT transformou as entidades em seus exércitos. Só as centrais sindicais recebiam 10% de tudo o que os sindicatos e outras entidades abaixo delas arrecadavam. A conta era assim: a fatia maior cabia aos sindicatos, que tinham direito a 60%. Abaixo, vinham as federações e confederações, com 15% e 5%, respectivamente. Até o governo tinha o seu quinhão, de 10%. Com a chegada de Michel Temer ao poder, a história mudou. Em 2017, Temer conseguiu aprovar no mesmo texto da Reforma Trabalhista a suspensão definitiva da contribuição com a promulgação da Lei 13.467. Com ela, os trabalhadores não são mais obrigados a destinar um salário por ano para os sindicatos.

    A conta não fecha

    Além da CUT, outras entidades também começaram a implementar a política de corte de gastos. O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), por exemplo, decidiu cortar os serviços de uma empresa terceirizada que fazia a comunicação. É provável que outras áreas sofram contingenciamento. Há um mês, para conseguir honrar suas contas, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, um dos maiores do país, teve de vender um prédio comercial de oito andares na região central de São Paulo. Recebeu R$ 10,3 milhões pelo negócio. Apesar de receberem a mensalidade dos sindicalizados, essas entidades admitem que a situação chegou ao fundo do poço. Mesmo com uma carteira de 250 mil trabalhadores sindicalizados, a CUT-DF passa por dificuldade. Segundo Rodrigo Britto, a conta não fecha mais. “Os gastos são altos, com caminhão, assessoria jurídica”, enumerou o presidente licenciado, que irá concorrer a uma vaga de deputado distrital em Brasília. Sem o dinheiro fácil do imposto sindical, os sindicatos terão que se reinventar se quiserem sobreviver.

    Por: Ary Filgueira, IstoÉ

  • Comando envelhecido fragiliza entidades patronais em todo o país

    Comando envelhecido fragiliza entidades patronais em todo o país

    Levantamento da Folha mostra um sistema marcado por baixa rotatividade e falta de diversidade

    Quando Fábio de Salles Meirelles assumiu a presidência da FAESP (Federação da Agricultura de São Paulo), em 1975, o general Ernesto Geisel presidia o Brasil, um jovem Bill Gates fundava a Microsoft e o cantor Jonh Lennon fazia turnê pelo Reino Unido com o novo sucesso “Imagine”.

    Há 43 anos no cargo, Meirelles é o mais longevo do patronato brasileiro, mas não o único a se eternizar no poder.

    Veja a matéria completa em:

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/comando-envelhecido-fragiliza-entidades-patronais-em-todo-o-pais.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha

    Fonte: Folha on line

  • Diretoria do SIRECOM Sergipe aprova balanço do exercício 2017

    Diretoria do SIRECOM Sergipe aprova balanço do exercício 2017

    No dia 28 de junho, a diretoria do Sirecom Sergipe se reuniu para a aprovação do Balanço – Exercício 2017

  • Diretoria do SIRECOM Sergipe aprova balanço do exercício 2017

    Diretoria do SIRECOM Sergipe aprova balanço do exercício 2017

    No dia 28 de junho, a diretoria do Sirecom Sergipe se reuniu para a aprovação do Balanço – Exercício 2017

    O Sirecom Sergipe está situado no Calçadão da João Pessoa, 320 | Edifício Cidade de Aracaju | 5º anadar, no Centro de Aracaju.
    (79) 3214-3931
  • AESFE

    Somos da indústria AESFE e fabricamos plásticos para uso domestico. Procuramos representantes no estado de Sergipe que tenha inserção nas lojas de utilidades, atacados e distribuidores de utilidades e grandes redes de supermercados. Pagamos no faturamento nos primeiros seis meses.Frete CIF e sem IPI com NF faturada na Bahia. 
     
    Contato : aesfe.fsa@gmail.com
  • Indefinições sobre tabela do frete travam transporte de carga no País

    Indefinições sobre tabela do frete travam transporte de carga no País

    Economia

    Reflexos da greve. Atraso no embarque de mercadorias do agronegócio chega a 11 dias e já afeta as exportações, segundo o ministro da Agricultura, Blairo Maggi; sem uma definição sobre os preços, empresas optaram por adiar entregas

    BRASÍLIA E SÃO PAULO- As idas e vindas do governo em torno da tabela com o preço mínimo do frete rodoviário desencadearam um segundo capítulo da paralisação dos caminhoneiros. Embora não haja mais bloqueio nas estradas, a indefinição do custo dos transportes está fazendo com que empresas adiem os embarques de mercadorias, com reflexos na exportação e na produção.

    Os dados do setor privado que chegaram à mesa do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, apontam para um atraso de 11 dias nos embarques do agronegócio. “Deixamos de exportar 450 mil toneladas por dia”, disse ao Estado. É o suficiente para carregar 60 navios. Mas, sem carga, eles ficam parados no porto, sujeitos a uma cobrança diária de US$ 25 mil.

    O quadro foi confirmado pelo diretor-geral da Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes. “O mercado continua completamente parado. Tem 10 milhões de toneladas já vendidas e paradas no interior e 50 navios de soja ao largo dos portos esperando resolver essa situação para poder embarcar”, disse. Segundo ele, há outros 60 navios chegando aos portos brasileiros e correndo o risco de enfrentar o mesmo problema.

    Na produção industrial, também há cargas paradas. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas já enfrentam dificuldades para obter insumos (leia mais na pág. B3).

    “O País está parado”, afirmou Wallace Landim, o “Chorão”, uma das lideranças dos caminhoneiros autônomos. Ele esteve nesta segunda-feira, 11, na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para discutir um ajuste na tabela do frete.

    Armadilha. O tabelamento do preço mínimo para o frete rodoviário – decisivo para acabar com a paralisação dos caminhoneiros – virou uma armadilha para o governo. Sob pressão, já foram editadas duas versões da tabela. A primeira – que é a que está em vigor hoje – atendeu aos caminhoneiros, mas revoltou o agronegócio, que fala em aumentos de até 150% nos preços. A segunda procurou aliviar o custo aos produtores, mas contrariou os caminhoneiros. O governo a revogou. Uma terceira versão está em discussão desde o fim da semana passada.

     “É uma balbúrdia danada”, disse o presidente executivo da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), Luis Henrique Baldez. Ele confirmou que há represamento da carga. “Não é represália aos caminhoneiros. É por causa da indefinição de preços.”

    Segundo Baldez, o agronegócio não contrata caminhoneiros autônomos, e sim transportadoras. Essas, por sua vez, recrutam os autônomos quando sua equipe é insuficiente para dar conta do serviço. “Se eu contrato essa empresa, tem de ser pelo frete mínimo? E se eu contrato pelo mínimo, como ela vai subcontratar o caminhoneiro pelo mesmo preço?”

    A Associação dos Transportadores Rodoviários (ATR) ingressou com uma ação de inconstitucionalidade contra a tabela. A CNI pretende fazer o mesmo esta semana. Na semana passada, o tabelamento chegou a ser suspenso para duas empresas por uma decisão judicial do Rio Grande do Norte, mas a liminar foi derrubada na sexta-feira. / COLABOROU CLARICE COUTO

  • Entidades do Sistema S pedem defesa de parlamentares contra retirada de recursos

    Entidades do Sistema S pedem defesa de parlamentares contra retirada de recursos

    O Sistema S, representado pelas entidades componentes no estado, Fecomércio/Sesc/Senac, Fies/Sesi/Senai, Senar e Sebrae promoveram na manhã dessa segunda-feira (11), no Hotel Sesc Atalaia, um café da manhã para apresentação de suas atividades realizadas no estado, para parlamentares sergipanos, com o objetivo de alertarem contra o anteprojeto de lei que retira 25% dos recursos do Sistema S, para destiná-los para a segurança pública.
    Reagindo à tentativa de modificação na ordenação dos recursos, as entidades do Sistema S se reuniram e realizaram a apresentação de suas ações no estado para os congressistas federais sergipanos. Para eles, a subtração dos 25% dos recursos das entidades provocará uma grande diminuição do atendimento promovido para a população sergipana.
    Os deputados federais Laércio Oliveira e André Moura, se pronunciaram, emitindo posicionamento contrário à retirada dos recursos do Sistema, lembrando que a importância das entidades que compõem o Sistema S são fundamentais para o desenvolvimento econômico, educacional e social de Sergipe e do Brasil.
    “O Sistema S é uma ferramenta mantida com recursos dos empresários que age de forma revolucionária no país. Os trabalhos que são desenvolvidos pelo sistema são reconhecidos pela sociedade, pois possuem grande eficácia no desenvolvimento da sociedade. Retirar recursos do Sistema S é diminuir a capacidade de atuação e atendimento, prejudicando a todos os sergipanos. Não é retirando recursos do sistema que se vai resolver o problema da segurança pública, que é um dever de estado. É um contrassenso retirar recursos da educação profissionalizante e das ações sociais do Sistema S”, disse o deputado Laércio.
    Já André Moura, líder do governo no Congresso Nacional, destacou que existem outras fontes de recursos para poder atender os objetivos da segurança pública, sem prejudicar as ações do Sistema S.
    “Eu sou contrário à retirada desses 25% dos recursos do Sistema S, pois conheço a atuação do sistema e sei de sua importância para o desenvolvimento social e educacional do Brasil e de Sergipe. Existem outros mecanismos que podem servir como fonte de recursos, e por saber disso é que sou contra a retirada dos recursos”, comentou André Moura.

    Presidente do Sistema Fecomércio, Hugo Lima França (Foto: Assessoria Fecomércio/SE)
    O presidente do Sistema Fecomércio, Hugo Lima França, afirmou que o Sistema S, é um mecanismo que transforma a sociedade para melhor, visto os resultados apresentados.
    “Todos os dias, o Sistema S transforma a vida das pessoas, transforma vidas para melhor. As conquistas sociais, educacionais, o desenvolvimento do empreendedorismo e das empresas que mantém o sistema funcionando são o resultado da correção na aplicação dos recursos que investimos e recebemos dos empresários. Retirar um quarto do orçamento do sistema é prejudicar o desenvolvimento de atividades que produzem grandes resultados e benefícios para a sociedade, como as realizadas pelo SESC. Se isso acontecer será a falência do Sistema S, pois nós trabalhamos com excelência, prestamos serviço à saúde e educação. Segurança se faz é com incentivos à educação e isso nós fazemos muito bem. O SENAC já faz 67% de todas as suas ações, no formato de gratuidade, para poder dar acesso aos serviços de qualidade à toda população. O governo tem que conseguir encontrar outra fonte de receita, e não retirar esse valor dos nossos recursos. Vamos continuar unidos em prol de um Sistema S mais forte”, comentou.

    Fonte: http://www.clicksergipe.com.br

  • Perdas causadas por paralisação já atingem R$ 50 bi

    Perdas causadas por paralisação já atingem R$ 50 bi

    Economia

    Apesar de mais desmobilizada, a greve dos caminhoneiros continua ampliando os prejuízos da indústria, do comércio e da agricultura do País. Dados divulgados por 13 segmentos da economia indicam perdas de mais de R$ 50 bilhões com fábricas paradas, exportações suspensas, vendas adiadas e animais mortos, entre outros problemas.

    No grupo de setores com maiores perdas estão o de distribuição de combustível, que deixou de vender o equivalente a R$ 11 bilhões, e o químico, com perda de faturamento de US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 9,5 bilhões). A cadeia produtiva da pecuária de corte deixou de movimentar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.

    Produtores de aves e suínos contabilizam R$ 3 bilhões em prejuízos, incluindo a morte de 70 milhões de aves e de 20 milhões de suínos, a maior parte por falta de ração. Mesmo após o fim da greve, a recuperação vai demorar a ocorrer. “O tempo que o produtor deve levar para se reestruturar é de seis meses a um ano”, calcula o superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi.

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula perdas de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,8 bilhões) só com exportações que não foram concretizadas. Segundo a entidade, 45% das 660 mil empresas do País estão paradas por falta de matéria prima ou pela dificuldade de enviar os produtos.

    Ociosos

    Vários setores não calcularam prejuízos, mas o balanço de suas atividades dá a dimensão do estrago resultante da greve. “Estamos apavorados”, diz o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.

    Pesquisa feita com associados da entidade indica que metade dos 300 mil funcionários das empresas do setor está ociosa em razão do desabastecimento de matérias-primas. Estoques de calçados prontos, equivalentes a um mês de produção aguardam condições de tráfego para serem despachados aos lojistas.

    “Com base no volume de insumos que têm hoje, 85% das empresas só conseguem trabalhar até sexta-feira”, diz Klein. Com isso, o número de trabalhadores ociosos poderá chegar a 230 mil.

    Automóveis

    A indústria automobilística, que mantém a maioria das 40 fábricas de diversas marcas paralisadas desde sexta-feira, 25, já deixou de produzir aproximadamente 38 mil veículos. O setor emprega 113 mil funcionários e grande parte está em casa, sem previsão de retorno.

    Ainda não há falta substancial de carros nas concessionárias, mas o desabastecimento de peças de reposição começa a se agravar, diz Alarico Assumpção, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

    Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indicam perdas de R$ 3,1 bilhões nas vendas de combustíveis, lubrificantes e hortifrutigranjeiros nos Estados de São Paulo (responsável por quase metade desse valor), Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Distrito Federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  • Desemprego recua para 12,9% em abril e atinge 13,4 milhões de pessoas

    Desemprego recua para 12,9% em abril e atinge 13,4 milhões de pessoas

    ECONOMIA

    Na comparação com o trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018, entretanto, taxa de desocupação cresceu 0,7 ponto percentual.

    índice de desemprego no Brasil recuou para 12,9% no trimestre encerrado em abril. Isso significa que 13,4 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua.

    A taxa ficou um pouco abaixo da registrada no trimestre móvel encerrado em março, de 13,1%, voltando a cair após 3 altas consecutivas. O índice também ficou abaixo do registrado em igual trimestre móvel do ano passado, de 13,6%, quando havia 14 milhões de desempregados.

    Na comparação com o trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018 (12,2%), entretanto, a taxa de desocupação cresceu 0,7 ponto percentual.

    A mediana das previsões em pesquisa da agência Reuters era de que a taxa ficaria em 13% no período.

    População ocupada cai quase 1 milhão em 3 meses

    A população ocupada cresceu 1,7% na comparação anual, para 90,7 milhões de pessoas. Na comparaçãocom o trimestre encerrado em janeiro de 2018, entretanto, recuou 1,1%, uma diminuição de quase 1 milhão de pessoas.

    Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a redução da população ocupada mostra que o mercado não segurou os trabalhadores contratados temporariamente no final do ano. “A efetivação destas contratações não ocorreu”, destacou.

    “Qualquer influência que possa afetar o cenário econômico vai refletir no mercado de trabalho”, acrescentou o pesquisador ao destacar a instabilidade política e a crise financeira pela qual passa o país, o que afasta investimento empresarial.

    Nº de trabalhadores com carteira é o menor para o trimestre

    O número de empregados com carteira de trabalho somou 32,7 milhões, uma redução de 557 mil pessoas ou de 1,7% no confronto com o trimestre de fevereiro a abril do ano passado. Trata-se do menor número para trimestres encerrados em abril de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em maio, entretanto, houve uma diminuição de 200 mil pessoas.

    O número de empregados sem carteira de trabalho assinada atingiu 10,9 milhões de pessoas, o maior desde 2013. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve alta de 6,3% (mais 647 mil pessoas).

    A categoria dos trabalhadores por conta própria somou 23 milhões de pessoas, o maior número para trimestres encerrados em abril. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve alta de 3,4%, ou 747 mil pessoas a mais.

    Renda estável

    Segundo o IBGE, o rendimento médio real do trabalhador no trimestre encerrado em abril (R$ 2.182) ficou estável tanto frente ao trimestre anterior (R$ 2.185),como em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.165). A massa de rendimentos (R$ 193 bilhões) também ficou estável nas mesmas bases de comparação.

    Fonte: G1

  • InfoCWB

    A INFOCWB é uma empresa Paranaense, responsável pela importação de alimentos, vinhos e tecnologia. Estamos no mercado há mais de 14 anos, trabalhando com produtos de qualidade e grande aceitação no mercado.
    Procuramos Pessoa Jurídica como representantes comerciais para atuar no mercado do Estado de Sergipe, vendendo vinhos e alimentos.
    Os interessados deverão encaminhar por email seu currículo e de toda equipe, além de todas as informações da empresa.
    Empresa: INFOCWB COM. DE PROD. ELET. ELETRON.
    CNPJ: 06.087.184/0001-55
    Procura: Pessoa Jurídica
    Telefone: (041) 3071 5309
    Responsável: Hellen
     
    Para conhecer nossos produtos, acesse nosso site: 
  • Diretoria do SIRECOM/SE participa de evento nacional de sindicatos empresariais

    Diretoria do SIRECOM/SE participa de evento nacional de sindicatos empresariais

    O SIRECOM/SE, através de membros da sua diretoria, participa de evento que reúne Sindicatos Empresariais de todo o país para discutir assuntos de interesses, principalmente, dos Representantes Comerciais.

    O evento acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no Centro de Convenções de Bonito, Mato Grosso do Sul.

    Petrúcio da Silva, Emerson Natal, José Alves, Ancelmo Oliveira, Breno França e Zé Carlos Quintino.

    Sobre o Congresso

    A 34ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais é planejada como oportunidade para se discutir a ordem econômica do país, os meios para o desenvolvimento da atividade produtiva e a redução da insegurança jurídica. Além das questões econômicas e de mercado, o CNSE Bonito 2018 tem o objetivo de resgatar a essência dos sindicatos, que é a luta dos empregadores em favor da Justiça e do Bem Estar Social. Palestras, workshops, seminários, debates que vão despertar a consciência empresarial para o espírito de solidariedade. Um passo importante para construção de uma relação sólida e de respeito mútuo entre capital e trabalho dentro do atual cenário social e econômico do Brasil.

    Na abertura oficial do 34º CNSE, foco em ações cooperativas entre os sindicatos empresariais – Presidente do Sindivarejo-CG e do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araúj0

     

    Osvaldo Diretor do SIRECOM-MS, Emerson e Alcides, presidente do SIRECOM-MS e diretor Fecomércio-MS com diretor do SIRECOM/SE e Presidente do CORE/SE, Emerson Natal (Centro) – Estande do SESC-SENAC

     

  • Greve dos caminhoneiros entra no 3º dia e causa reflexos no país

    Greve dos caminhoneiros entra no 3º dia e causa reflexos no país

    ECONOMIA

    Paralisação já afeta 12 estados brasileiros; Correios suspenderam entregas agendadas do Sedex em todo o país.

    Pelo 3º dia seguido, nesta quarta-feira (23) caminhoneiros continuam protestando em rodovias federais e estuadais, além de vias importantes de algumas capitais. Em alguns atos ocorrem diante de refinarias, impedindo a saída de caminhões-tanque.

    Os caminhoneiros protestam contra a disparada do preço do diesel que faz parte da política de preços da Petrobras, em vigor desde julho.

    Entretanto, a Petrobras anunciou nesta quarta que o preço do diesel deve cair 1,54% nas refinarias. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de cerca de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A paralisação afetou a entrega dos Correios que suspenderam temporariamente as postagens das encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, 12 e Hoje). Em comunicado, a estatal informou ainda que a paralisação também tem gerado “forte impacto” e atrasos nas operações da empresa em todo o país.

    Pelo 3º dia seguido, caminhoneiros mantêm bloqueios em rodovias de Goiás em protesto contra alta do diesel (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)
    Veja a situação nos estados:

    Alagoas

    Caminhoneiros autônomos fazem mais um dia de protesto na BR-101, em Messias, na manhã desta quarta. Segundo os caminheiros, o protesto tem mais de 10 quilômetros de congestimento. O bloqueio é pacífico, os caminhões ocupam meia pista. Pelo bloqueio passam carros de passeio, ônibus e ambulâncias, além de cargas perecíveis.

    Espírito Santo

    Caminhoneiros continuam a fazer manifestações em pontos da BR-101, BR-262 e BR-259. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o bloqueio é feito apenas para caminhões.

    Goiás

    São 18 trechos onde o tráfego está impedido para veículos de carga nesta manhã, de acordo com a PRF. Os manifestantes afirmam que só vão liberar os pontos após negociação para redução do valor do produto, além da aprovação de uma lei que cria um valor mínimo para o frete para categoria.

    Minas Gerais

    Nesta quarta, no km 485 da Rodovia Fernão Dias, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os caminhoneiros ocupam os dois sentidos da rodovia, mas o trânsito não é afetado porque há passagem em ambos os sentidos para outros veículos.

    Maranhão

    Caminhoneiros no Maranhão mantêm nesta quarta protesto em oito pontos nas rodovias que cortam o estado. Todas as manifestações acontecem sem interdição de rodovias e valem apenas para veículos de carga. Os outros tipos de veículos estão liberados.

    Mato Grosso

    Oito pontos de protesto são registrados nesta manhã nas rodovias federais de Mato Grosso. Os manifestantes colocaram cartazes, pneus e galhos sobre a pista.

    Paraíba

    Nesta manhã a interdição dos caminhoneiros atingiu a cidade de João Pessoa, na BR-101. No trecho próximo das Três Lagoas, na altura do bairro de Oitizeiro, os dois sentidos das vias estão bloqueados com caminhões. Apenas carros de passeio estão sendo liberados. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um local foi liberado desde noite desta terça-feira (22) e todas as interdições são parciais.

    Paraná

    Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia 36 protestos nas estradas federais que passam pelo estado no começo desta manhã. O balanço foi atualizado por volta das 6h30. Não há interdições totais nas rodovias federais, conforme a PRF. Uma determinação judicial proíbe que os caminhoneiros fechem totalmente as estradas federais, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora.

    Pernambuco

    O Grande Recife Consórcio de Transporte anunciou uma redução de 8% no número de viagens realizadas pelos 3 mil ônibus que circulam na capital e na Região Metropolitana em dias úteis. A diminuição ocorre na manhã da quarta (23) e equivale a menos 200 coletivos circulando na área, ou seja, a frota utilizada é a mesma empregada durante as férias de janeiro de 2018.

    Segundo o órgão, a redução é uma medida emergencial para evitar o desabastecimento de óleo diesel nas empresas que gerenciam o transporte público.

    Rio de Janeiro

    A greve dos caminhoneiros provoca falta de combustíveis em várias cidades do Estado do Rio de Janeiro. O diesel não chegou às garagens de ônibus, e motoristas enfrentaram filas em vários postos na madrugada desta quarta-feira (23). Às 6h53, caminhoneiros chegaram a bloquear quatro faixas da Avenida Brasil, no trecho entre Jardim América e Parada de Lucas, em direção ao Centro do Rio, interrompendo totalmente o trânsito.

    O RioÔnibus, entidade que representa as empresas do setor, alertou na terça (22) que as ruas do Rio teriam menos veículos circulando. No Ceasa, alguns alimentos já registram alta nos preços por causa da dificuldade no transporte.

    Na BR-101, há dois pontos de protesto: um em Campos, no km 75, e outro em Itaboraí, no km 296. Na BR-116, são três pontos: em Seropédica (km 204) e Barra Mansa (km 276), ambos na Via Dutra, e em Guapimirim (km 104), na Rio-Teresópolis.

    Outros pontos de manifestação são: BR-393 (em Paraíba do Sul, no km 182, e, em Volta Redonda, no km 281) e BR-465 (em Nova Iguaçu, no km 17).

    Consequências

    Por causa da manifestação, a entrega de combustível nos postos e empresas de ônibus está sendo prejudicada. Com a falta de combustível, algumas empresas de ônibus anunciaram que devem reduzir a frota hoje no estado.

    O RioÔnibus, sindicato que representa as concessionárias de ônibus do município do Rio, informou que ainda não há um balanço sobre a circulação dos coletivos nesta quarta-feria, mas que as concessionárias que tinham estoque de combustível nas suas garagens colocaram as frotas nas ruas. Algumas que não tinham estoque estão recorrendo ao abastecimento em postos de gasolina comuns.

    A prefeitura divulgou nota ontem aconselhando a população a recorrer a transporte coletivo de massa, que não usam óleo diesel, como o metrô, os trens e o VLT (bonde que circula no centro da cidade). O MetrôRio, concessionária que administra o metrô, reforçou as equipes nas estações para receber um número maior de passageiros.

    Rio Grande do Norte

    Em mais um dia de protestos contra os constantes aumentos no preço do óleo diesel, caminhoneiros bloquearam um trecho da BR-304 na cidade de Mossoró, na região Oeste potiguar. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, pneus foram colocados sobre a pista na altura do Km 33 da rodovia por volta das 8h30. Apenas uma faixa, em cada sentido, está livre para o trânsito.

    Rio Grande do Sul

    Durante a manhã motoristas de caminhão e de aplicativos se uniram para bloquear o acesso à refinaria Alberto Pasqualini (Refap) em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) são registrados diversos pontos de concentração de caminhoneiros em rodovias federais do Rio Grande do Sul, mas nenhum deles com bloqueio.

    Santa Catarina

    Os caminhoneiros voltaram a passar a noite às margens das rodovias e até as 7h30 pelo menos 31 pontos de atenção nas rodovias em Santa Catarina eram registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

    São Paulo

    Caminhoneiros bloquearam totalmente os dois sentidos da rodovia Régis Bittencourt, em Embu das Artes, no km 279, perto do acesso ao Rodoanel. Os manifestantes atearam fogo em pneus e o congestionamento se estendia por 6 km no sentido São Paulo por volta das 7h.

     Fonte: G1 | Agência Brasil

  • Em meio à greve de caminhoneiros, Petrobras anuncia redução de preço de gasolina e diesel

    Em meio à greve de caminhoneiros, Petrobras anuncia redução de preço de gasolina e diesel

    ECONOMIA

    Segundo a petroleira, o diesel será elevado em 1,54%, para R$ 2,3351 por litro, no primeiro corte desde 12 de maio

    Petrobras reduzirá os preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de quarta-feira, comunicou a estatal nesta terça-feira (22/05), em meio a discussões dentro do governo sobre a alta dos preços dos combustíveis e protestos de caminhoneiros.

    Segundo a petroleira, o diesel será elevado em 1,54%, para R$ 2,3351 por litro, no primeiro corte desde 12 de maio. Já a gasolina diminuirá em 2,08%, para R$ 2,0433 por litro, a primeira redução desde 3 de maio.

    O anúncio ocorre após caminhoneiros realizarem na segunda-feira protestos em 19 Estados contra a alta dos combustíveis. Nesta terça-feira, caminhoneiros voltar a bloquear rodovias e o porto de Santos.

    Em julho do ano passado, a Petrobras adotou uma nova política de preços que prevê alterações quase que diárias nas cotações dos combustíveis, em linha com o mercado internacional.

    Fonte: Reuters

    (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

  • Caminhoneiros paralisam rodovias pelo País contra aumento nos preços do diesel

    Caminhoneiros paralisam rodovias pelo País contra aumento nos preços do diesel

    Economia

    Caminhoneiros paralisam algumas rodovias pelo País nesta segunda-feira, 21, em protesto contra o aumento nos preços do diesel. A categoria já havia prometido a paralisação na semana passada se não fossem atendidas uma série de reivindicações apresentadas ao governo federal.

    Os caminhoneiros querem a redução da carga tributária sobre o diesel. Reivindicam a zeragem da alíquota de PIS/Pasep e Cofins e a isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. Segundo eles, a carga tributária menor daria fôlego ao setor, já que o diesel representa 42% do custo da atividade.

    Na manhã desta segunda-feira, são registrados atos em ao menos sete Estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

    Em São Paulo, na zona leste da capital, a Avenida Jacu-Pêssego, no sentido Ayrton Senna, próximo à Rua Jaime Ribeiro Wrigth, estava com duas faixas interditadas por volta das 8h, de acordo com informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

    Na Marginal Pinheiros, zona sul, no sentido Castelo Branco, pouco depois da Ponte Octavio Frias de Oliveira (Estaiada), a manifestação ocupava quatro faixas no mesmo horário.

    Em razão dos reajustes diários no diesel, os caminhoneiros autônomos dizem estar trabalhando no limite. Nos últimos 12 meses, o diesel subiu 15,9% no posto. O aumento é resultado da nova política de preços da Petrobras, que repassa para os combustíveis a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, para cima ou para baixo.

    A reivindicação dos caminhoneiros é apoiada pelos donos de postos de combustíveis, que dizem estar perdendo margens com os aumentos de preços. Segundo o presidente da Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares, o setor vai sugerir ao governo a redução dos impostos sobre os combustíveis e também que a Petrobras faça o reajuste em intervalos maiores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
  • Ministro defende mais competitividade para o turismo brasileiro

    Ministro defende mais competitividade para o turismo brasileiro

    Turismo

    O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, disse na última quinta-feira (17), em Fortaleza (CE), que o setor de turismo, e a hotelaria brasileira em particular, precisarão se abrir mais à competitividade caso o país queira, de fato, superar a marca de 6 milhões de turistas estrangeiros a nos visitar.

    “Somos um país forjado por pessoas do mundo inteiro, mas [economicamente] nos fechamos [ao exterior] por muitos anos. Em 1990, a economia brasileira tinha um grau de internacionalização de 9%. Hoje, estamos em 19%. Os Estados Unidos estão em torno de 50%. Em países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], este percentual chega a 80%”, argumentou o ministro, ao participar do 60º Congresso Nacional de Turismo (Conotel).

    Para Lummertz, o turismo pode ajudar o país a se abrir mais à concorrência internacional, mas, para isso, será preciso garantir segurança jurídica para os investidores – nacionais e estrangeiros – e reduzir o chamado Custo Brasil, para que possa aumentar a produtividade de sua economia.

    “O que impede o aumento da nossa produtividade é todo o nosso sistema, nosso arcabouço legal. É a insegurança jurídica e o chamado Custo Brasil. É preciso mudar a lógica atual – que, hoje, é sobreviver, e não crescer”, acrescentou o ministro. De acordo com ele, entre 140 países avaliados, o Brasil ocupa a 137ª posição dos piores ambientes para se montar um negócio de turismo.

    “Em todos os países há dificuldades, mas, aqui, as empresas chegam perguntando onde podem instalar seus empreendimentos e não se sabe. Tem que ver, que discutir…precisamos ultrapassar isso. Países bem-sucedidos já resolveram as questões [que dificultam] a instalação de marinas, parques naturais, portos turísticos e de negócios em cidades históricas. Estamos melhorando nossas regulamentações, mas precisamos ter mais consciência do nível de mudanças que ainda precisa ocorrer”, apontou Lummertz.

    Segurança pública

    Perguntado se os problemas de segurança pública são um empecilho ao aumento do turismo doméstico e internacional, o ministro disse que esta é uma questão que afeta o mundo todo, em maior ou menor grau.

    “As cidades boas para se fazer turismo são aquelas que são boas para os seus cidadãos. Ninguém quer viajar para uma cidade que não tenha boa infraestrutura, segurança e serviços […] Para tudo, precisamos que as empresas sejam mais rentáveis, façam mais negócios e ganhem mais dinheiro. Esta é uma roda positiva.”

    Segundo o Ministério do Turismo, no Brasil, o setor gera 7 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos no Brasil. No mundo, 1 a cada 5 empregos criados em 2017 foram gerados em atividades ligadas ao segmento, que impacta mais de 50 atividades.

    O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Manoel Linhares, concorda quanto à necessidade de superar entraves burocráticos.

    “Uma das coisas que, no Brasil, emperra os negócios em turismo, é a burocracia. O registro de funcionamento de uma marina, por exemplo, pode demorar dez anos. Nos Estados Unidos, isso é concluído em três meses, com a assinatura de apenas dez folhas de papel. Temos que desburocratizar e rever as leis do setor”, pontuou Linhares. Ele também defende a legalização dos jogos de azar, a regulamentação dos aplicativos de reservas de hospedagem e a abertura das empresas aéreas ao capital estrangeiro.
    Fonte: Agência Brasil
  • 18 de maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual

    18 de maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual

    A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA) disponibiliza para download as peças da campanha de mobilização para o “18 de maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”. Estados, municípios, setor empresarial, organizações da sociedade civil e demais parceiros que desejam aderir à campanha podem fazer a impressão e aplicar inclusive sua logomarca nos materiais.

    A campanha é realizada pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e ECPAT Brasil, em parceria com a SNDCA, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Polícia Rodoviária Federal e ChildHood.

    Com o slogan Faça Bonito – Proteja nossas crianças e adolescente, a ação convoca a sociedade para assumir a responsabilidade de prevenir e enfrentar o problema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes no Brasil. Desde 2009 utiliza como símbolo uma flor, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância, além de associar a fragilidade de uma flor com a de uma criança. O desenho também tem como objetivo proporcionar maior proximidade e identificação junto à sociedade, proximidade e identificação com a causa.

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    18 de maio: A data foi escolhida como dia de mobilização contra a violência sexual porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. A proposta do “18 DE MAIO” é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.

    Fonte: Ministério dos Direitos humanos