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  • Votos nulos e brancos não anulam o pleito

    Votos nulos e brancos não anulam o pleito

    Há um mito em que se acredita que o voto nulo e o branco podem anular uma eleição, bem como podem beneficiar, de alguma forma, um ou outro candidato, interferindo no Quociente Eleitoral e Partidário. Isso não acontece. Voto válido é aquele dado diretamente a um determinado candidato ou a um partido (voto de legenda). Apenas os votos válidos contam para a aferição do resultado de uma eleição.

    Se mais da metade do resultado for de votos brancos ou nulos, o pleito não será cancelado e a apuração será feita com base no restante dos votos.

    O secretário judiciário Fabio Moreira Lima explica: “Se mais de cinquenta por cento dos eleitores, abrirem mão do seu voto, na verdade o eleitor estará abrindo mão de participar do processo eleitoral, mas o processo eleitoral irá acontecer, quanto mais abstenções nesse sentido tivermos, teremos uma quantidade menor de pessoas decidindo o destino de todos”.

    A aferição do resultado de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz, em seu art. 77, parágrafo 2º, que é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos (somente), excluídos os brancos e os nulos.

    VOTO EM BRANCO

    O voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos e é contabilizado ao apertar a tecla “Branco” e confirmar. O ato é considerado uma manifestação consciente do eleitor que não tem interesse em participar do processo eleitoral, que não deseja dar apoio político a nenhum candidato que está disputando a eleição.

    Depois da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), os votos brancos deixaram de ser parte dos cálculos eleitorais para definição das eleições proporcionais, consequentemente passando a ter a mesma destinação do voto nulo. São contados, somente, para fins estatísticos.

    VOTO NULO

    Já o voto nulo acontece quando o eleitor digita na urna eletrônica um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido político. O voto nulo é considerado fruto de um erro na digitação.  Os votos nulos não são considerados válidos desde o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965).

    ERRO DE INTERPRETAÇÃO 

    A confusão ocorre, muito provavelmente, devido ao erro de interpretação com relação à anulação das eleições, prevista no artigo 224 do Código Eleitoral (Lei Federal nº 4.737/65) que prescreve: “Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”

    A nulidade prevista no artigo citado é aquela decorrente das causas elencadas nos artigos 220 e 221 do Código Eleitoral em que ocorre fraude, coação, utilização de falsa identidade, entre outros. Assim, supondo que mais da metade dos votos de uma determinada eleição foram realizadas com identidade falsa, nesse caso, os votos seriam anuláveis e o Tribunal Regional Eleitoral  deveria marcar outra eleição.

    A.F
    Gestor responsável: Seção de Comunicação Social
    FONTE:  http://www.tre-df.jus.br/imprensa/noticias-tre-df/2014/Agosto/votos-nulos-e-brancos-nao-anulam-o-pleito

  • Eleitor pode agendar o atendimento pela internet

    Eleitor pode agendar o atendimento pela internet

    A partir da primeira semana de março, o eleitor pode fazer o agendamento (para ser atendido nos cartórios eleitorais e centrais de atendimento) pela internet. Basta o interessado acessar o site do TRE-SE e clicar no link a seguir: http://apps.tre-se.jus.br/agendaBiometria/publico/index.jsp. O objetivo é atender o eleitor com toda a comodidade possível.

    Os cartórios eleitorais farão o gerenciamento em relação às vagas disponíveis. As vagas diárias serão limitadas conforme o tempo de expediente e a capacidade de atendimento, capacidade essa que é mensurada considerando os fatores tempo de preenchimento do cadastro, coleta dos dados biométricos e outros. Haverá reforço no atendimento, principalmente, pelo acréscimo de servidores às equipes de trabalho.

    ALERTA: dia 09 de maio de 2018 será o último dia para o eleitor que pretenda votar nas eleições 2018 requerer sua inscrição eleitoral, alterar seus dados cadastrais ou transferir seu domicílio eleitoral.  Até o momento, os cartórios eleitorais registram baixo comparecimento do eleitor. Diante de tal fato, o TRE-SE orienta o eleitorado a não deixar a regularização para os últimos dias, sob pena de enfrentamento de longas filas, ou, ainda, de não conseguir resolver suas pendências.

    Faça o seu agendamentoe seja atendido no horário marcado, com toda a comodidade. Em cumprimento à legislação, continua havendo, nos cartórios e nas centrais, atendimento prioritário a pessoas com necessidades especiais, idoso(a)s, gestantes, lactantes, etc.

    Aplicativo e-Título
    Através do aplicativo, o eleitor poderá dispor de seus dados eleitorais de forma digital no seu smartphone outablet. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e ficará disponível no aparelho do eleitor.

    O e-título permite que o eleitor disponha de seus dados eleitorais sempre atualizados, sem a necessidade de ter que se deslocar fisicamente até o Cartório Eleitoral para emitir a segunda-via, inclusive em decorrência do recente rezoneamento ocorrido na capital e interior do Estado.

    Após baixar o aplicativo nas plataformas digitais Play Store (android) ou Apple Store (iOS), o eleitor deve inserir o número do título eleitoral, o seu nome, a data de nascimento, o nome da mãe e o do pai.

    O documento digital contém a foto do eleitor, informações sobre a situação (se está quite ou não), dados biométricos e o endereço de seu local de votação, contendo, inclusive, um mapa com geolocalização.

  • A mordida do leão

    A mordida do leão

    Receita Federal libera programa do Imposto de Renda Pessoa Física de 2018

    Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50. A Receita Federal espera receber, este ano, 28,8 milhões declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), 300 mil a mais do que em 2017 (28,5 milhões).

    A declaração poderá ser preenchida por meio do programa baixado no computador ou do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

    Outra opção é mediante acesso ao serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita, com uso de certificado digital.

    Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas: residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro; ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país , no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

    Saiba mais: https://g1.globo.com/economia/imposto-de-renda/2018/noticia/imposto-de-renda-2018-prazo-para-entrega-da-declaracao-comeca-nesta-quinta.ghtml

    Multa por atraso
    A multa para quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% por mês de atraso sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20%.

    Deduções
    As deduções por dependente estão limitadas a R$ 2.275,08. As despesas com educação têm limite individual anual de R$ 3.561,50. A dedução de gastos com empregadas domésticas é de R$ 1.171,84.

    Novidades deste ano
    O painel inicial do sistema terá informações das fichas que poderão ser mais relevantes para o contribuinte durante o preenchimento da declaração.

    Neste ano, será obrigatória a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, completados até o dia 31 de dezembro de 2017.

    Na declaração de bens, serão incluídos campos para informações complementares, como números e registros, localização e número do Registro Nacional de Veículo (Renavam).

    Também será incluída a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto.

    Outra mudança é a possibilidade de impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para pagamento de todas as cotas do imposto, inclusive as que estão em atraso.

    Edição: Graça Adjuto

  • O apetite insaciável de Lemann

    O apetite insaciável de Lemann

    Negócios

    Por que a holding que controla o Burger King quer abocanhar a Domino’s Pizza. O Brasil é parte importante nessa estratégia

    Um dos exercícios preferidos de adivinhação dos analistas em todo o mundo é tentar antecipar os próximos passos das empresas controladas por Jorge Paulo Lemann e seu fundo 3G. Nas últimas semanas, a aposta era que a Restaurant Brands International (RBI), holding responsável pelas marcas Burger King, Tim Hortons e Popeyes, faria uma proposta para adquirir a Yum Brands, controladora de KFC, Pizza Hut e Taco Bell, que juntas detém mais de 40 mil unidades pelo mundo. Porém, na semana passada, o foco passou a ser a Domino’s, a principal concorrente mundial da Pizza Hut. “Quem está no ramo de alimentação tem de pensar com ousadia”, diz Marcos Gouvêa de Souza, especialista em varejo e sócio-diretor da consultoria GS&MD. “A Domino’s é uma boa oportunidade para o 3G.”

    A aproximação com a Domino’s parece uma novidade no estilo 3G de gestão. Acostumada a adquirir concorrentes para cortar custos, nessa operação a equipe de Lemann só terá a ganhar. Os resultados mostram que J. Patrick Doyle, CEO da Domino’s há nove anos, conseguiu promover mudanças significativas na companhia, como a modernização do atendimento. A rede de pizzas tem um índice incomum dentre as grandes redes de fast food: mais de 60% dos pedidos, nos EUA, são feitos online. Como consequência, o faturamento no ano passado chegou a US$ 2,8 bilhões. E o lucro cresceu 295% apenas no quarto trimestre, para US$ 277,9 milhões. Ainda não se sabe como seria realizada a operação, mas o valor de mercado da Domino’s subiu pouco mais de 10%, para US$ 10 bilhões, na semana passada.

    A RBI possui 20 mil lojas em 100 países e seu faturamento anual é de US$ 23 bilhões. Com a Domino’s, o pedaço do 3G fica ainda maior e a RBI se consolida como uma das maiores redes globais de alimentação. O Brasil teria um peso importante. Há 220 Domino’s no território nacional. A operação é do grupo Trigo, também dono das marcas Spoleto e Koni. “Projetamos uma expansão de 18% no ano e o nosso negócio que mais cresce é a Domino’s. Estamos abrindo de 40 a 50 lojas por ano”, diz Antonio Moreira Leite, CEO da Trigo. “No ano passado, começamos a instalar o sistema de gestão usado nos EUA e vamos trazer o sistema de pedidos online.” Em junho deste ano, Doyle deve se aposentar. Se o negócio se concretizar, isso não deve ser um problema para o 3G, que sempre escolhe homens de sua confiança para fazer o serviço de integração.

    Fonte: IstoéDinheiro/Carlos Eduardo Valim

  • Carro barato sai do foco e Fiat aposenta o Palio

    Carro barato sai do foco e Fiat aposenta o Palio

    Mercado

    Depois de 22 anos no mercado, o carro mais vendido de 2014 deixa de ser produzido em Betim e marca a consolidação do novo modelo de negócios da montadora italiana

    Só os diamantes são eternos. Para todo o resto, a morte é uma certeza. E isso vale até para os carros. Sejam carros baratos, carros caros ou até carros clássicos. O último modelo sepultado chama-se Fiat Palio. E isso não é pouco. Afinal, estamos falando de um automóvel que fez enorme sucesso em sua trajetória de 22 anos no mercado brasileiro. Durante duas décadas, ele foi o anti-Gol – uma opção ao mito da Volkswagen – e finalmente, em 2014, conseguiu seu único título de carro mais vendido do Brasil, desbancando o rival que reinava há 27 anos.

    O Palio sai de cena por dois motivos. Primeiro: a Fiat cansou de ser conhecida como a montadora dos carros baratos. Segundo: o carro perdeu o sentido numa linha que já tem Mobi, Uno e Argo. Em 2017, sua última temporada completa, o Fiat Palio emplacou apenas 20.138 unidades, número que lhe rendeu a discretíssima 37ª posição no ranking de carros. Considerando só os hatches da própria Fiat, o Palio vendeu menos que o Mobi (54.270 unidades), o Uno (34.165) e até o novato Argo (27.925).

    Fiat Palio: durante 22 anos no mercado, teve vendas expressivas, conseguiu ser o carro mais vendido de 2014 e deixa um legado importante

    Nova estratégia da Fiat

    Carro bonito, já dizia Enzo Ferrari, é o que vence. O Palio venceu muitas corridas de rali no Brasil e, principalmente, fez brilhantemente o papel de carro-chefe da Fiat nas vendas. Mas seu tempo passou. Dentro da nova estratégia da Fiat, ele se tornou um peso. Investir no lançamento de uma terceira geração, muito mais moderna como exigem os tempos atuais, seria mais caro do que fazer um carro totalmente novo para substituir, ao mesmo tempo, o Bravo, o Punto e o próprio Palio. E assim nasceu o Argo, que está tendo bom resultado nas vendas. Melhor que isso: o Argo está posicionado em um segmento superior ao do Palio, o que significa maior retorno financeiro para a FCA (Fiat Chrysler Automobiles).

    Abaixo do Palio, por outro lado, a Fiat já tinha o Uno – um carro com mais tradição –, que não tem nenhuma versão brigando diretamente com o Argo. Para encarar os novos tempos, de busca por mobilidade diferenciada, a Fiat decidiu investir no Mobi, um carro de produção muito mais barata, que não exigiu um altíssimo investimento, e mesmo assim não precisa ter todas as suas versões com o preço lá embaixo. Assim, a estratégia da FCA foi reposicionar a Fiat como a marca dos carros diferenciados, descolados, antenados com os jovens da pós-modernidade. O Mobi teve e ainda tem algumas dificuldades, mas é mais fácil vendê-lo do que ao Palio.

    A trajetória do Palio

    Apesar de estar saindo de cena com apenas 188 unidades vendidas em dezembro e 205 em janeiro, o ex-campeão de vendas sai do mercado sem perder a dignidade. Já com a produção encerrada na fábrica da FCA em Betim (MG), o Palio deixa um legado importante. Ao longo de seus 22 anos no mercado, ele teve apenas duas gerações, mas cinco carrocerias diferentes.

    O Palio foi lançado em 1996 com linhas arredondadas e duas opções de motores, sendo 106 cv de potência na versão 1.6 16V (a outra, 1.5, tinha 76 cv). Isso já mostrou que a Fiat queria um carro de bom desempenho, agradável de dirigir. Ele também foi o primeiro carro nacional a contar com airbags (item que hoje é obrigatório em todos os carros).

    A primeira reestilização do Palio aconteceu em 2001 e teve a assinatura do estúdio italiano de Giorgetto Giugiaro, um dos papas do design automotivo. Dois anos depois, no final de 2003, Giugiaro fez a segunda reestilização no Palio e até hoje essa terceira carroceria é considerada a mais bonita. A Fiat exagerou ao promover uma terceira reestilização no Palio no início de 2007, voltando a adotar linhas arredondadas. Na época, o carro foi bastante criticado, apesar das modificações mais profundas.

    Finalmente, no final de 2011, o Palio ganhou sua verdadeira segunda geração, com grandes mudanças na dianteira, na traseira e no interior, utilizando uma nova plataforma. O carro melhorou bastante e foi com esse quinto desenho que conseguiu chegar ao título de carro mais vendido do Brasil, em 2014, aproveitando a decadência do Gol.

    Mas o legado do Fiat Palio vai além dele próprio. A família Palio foi composta também pelo sedã Siena e mais tarde pelo Grand Siena. Ele ainda deu origem à perua Weekend e, principalmente, à Weekend Adventure. Ao liderar a moda dos carros aventureiros no Brasil, o Palio Weekend Adventure acabou se tornando tão forte no mercado que acabou sendo rebatizado de Palio Adventure.

    Nenhum outro legado do Palio, porém, é tão forte quanto o da picape Strada. Essa picapinha, construída sobre a carroceria do Palio, vem liderando o mercado há muitos anos e continua em produção. A FCA simplesmente não tem uma alternativa para a Fiat Strada, pois ela tem um conjunto de suspensão traseira extremamente eficaz para as necessidades do mercado brasileiro. Em 2017, a Strada licenciou 54.870 unidades e segue tão forte como sempre. O Palio se foi, é verdade, pois não é um diamante, não é um carro eterno. Mas seu legado permanece e ficará para sempre.

    Fonte: IstoÉ Dinheiro/Sergio Quintanilha

  • Core e Sirecom Sergipe firmam parceria com operadora de telefonia

    Core e Sirecom Sergipe firmam parceria com operadora de telefonia

    Benefícios

    As atuais diretorias do Core e Sirecom Sergipe fecharam acordo com a operado de telefonia Oi que beneficiará a todos os seus Representantes Comerciais.

    Empenhada em fechar  cada vez mais parcerias que beneficiem aos seus associados, o Core/SE, junto com SIRECOM/SE, assinou acordo com a Oi, que através de diversos planos (combos) de telefonia, se estenderá aos representantes comerciais de Sergipe.

    Maiores esclarecimentos, o representante deverá entrar em contato com o consultor da operadora de telefonia, Sr. Fábio através do número (79) 98113-5400.

    Veja os combos abaixo:

  • Petrobras divulga preço médio nacional de gasolina e diesel

    Petrobras divulga preço médio nacional de gasolina e diesel

    A Petrobras começou a divulgar a partir da última segunda (19/2), em seu site, o preço médio do litro da gasolina e do diesel em suas refinarias e terminais no Brasil. Os valores não consideram tributos. Essa mudança dá mais transparência à composição do preço final dos combustíveis.

    Após o reajuste que entrará em vigor amanhã (20/2), o preço médio do litro da gasolina A sem tributos comercializado pela Petrobras será de R$ 1,5148 e o do litro do diesel A será R$ 1,7369. A média nacional considera os preços à vista, sem encargos, praticados nos diversos pontos de venda, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média.

    As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis.

    Reajuste acumulado
    Segundo os dados da ANP, o preço médio da gasolina em outubro de 2016 – quando foi adotada a nova política de preços da Petrobras – era de R$ 3,69 por litro. Em fevereiro de 2018, havia subido para R$ 4,23 o litro. Houve, portanto, uma variação de 54 centavos. Neste total, os ajustes feitos pela Petrobras respondem por 9 centavos, ou seja, um sexto do ajuste total. No caso do diesel, o preço médio em outubro de 2016 era de R$ 3,05 por litro. Em fevereiro de 2018, havia subido para R$ 3,40 o litro. Houve, portanto, uma variação de 35 centavos. Neste total, os ajustes feitos pela Petrobras respondem por 12 centavos, ou seja, cerca de um terço do ajuste total.

    Não há mudanças na política de preços da Petrobras
    A política de preços da Petrobras para diesel e gasolina não teve alterações. Os preços dos derivados são atrelados aos mercados internacionais e podem variar diariamente, como outras commodities, a exemplo da soja, do trigo e do aço. De acordo com as cotações internacionais, pode haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias.

    GLP comercializado para botijão de gás de cozinha custa R$ 23,16
    O site da Petrobras também passa a informar o valor médio do GLP residencial comercializado pela Petrobras às distribuidoras para envase em botijão de gás de cozinha. Atualmente, seu preço médio sem tributos é equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg.

    Em janeiro, a Petrobras divulgou a revisão da política de preços do GLP de uso residencial com o objetivo de reduzir a volatilidade de preços do produto.  A revisão alterou a frequência dos reajustes de mensal para trimestral e introduziu um mecanismo de compensação pelas diferenças entre os valores que seriam praticados pela política anterior e aqueles adotados pela metodologia atual, sem, portanto, impactar negativamente o resultado da companhia. A referência continua a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu acrescido de margem de 5%.

    Veja aqui conteúdo exclusivo para a imprensa sobre política de preços da Petrobras.

     

  • Alimentação – Ideias e informações para você comer melhor

    Alimentação – Ideias e informações para você comer melhor

    Consumir iogurte diariamente pode reduzir risco de doenças cardiovasculares

    A relação entre o consumo de leites e derivados e a saúde cardiovascular não é novidade. Estudos anteriores já haviam mostrado que esses alimentos, ricos em cálcio, magnésio e potássio, dilatam os vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial. No entanto, uma nova pesquisa apontou que o iogurte, em especial, está relacionado a um menor risco de doenças cardiovasculares.

    Realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, a pesquisa analisou dados de 55 mil mulheres e 18 mil homens com pressão alta, por meio de um histórico de dois estudos diferentes: o Nurses’ Health Study e o Health Professionals Follow-Up Study, que acompanharam esses pacientes por 30 anos.

    Em ambos os estudos, os participantes preencheram, em 1980, um questionário de 61 itens para relatar a ingestão dietética habitual no ano anterior. Os participantes, posteriormente, relataram qualquer evento provisório diagnosticado por um médico, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e revascularização.

    Os participantes que consumiram mais de duas porções de iogurte por dia tiveram 20% menos risco de doenças do coração.

    O resultado, publicado no periódico American Journal of Hypertension, mostrou que as ingestões mais altas de iogurte foram associadas a uma redução de 30% no risco de infarto do miocárdio entre as mulheres e de 19% nos homens.

    Nos dois grupos, os participantes que consumiram mais de duas porções de iogurte por dia tiveram 20% menos risco de doenças do coração ou infarto.

    “Nós supomos que o consumo de iogurte a longo prazo pode reduzir o risco de problemas cardiovasculares, uma vez que alguns pequenos estudos anteriores mostraram efeitos benéficos dos produtos lácteos fermentados”, disse um dos autores do estudo, Justin Buendia.

    “Nossos resultados fornecem novas evidências importantes de que o iogurte pode beneficiar a saúde do coração sozinho ou como uma parte consistente de uma dieta rica em fibra rica frutas, vegetais e grãos inteiros”, disse Buendia.

    Fonte: vivabem.uol.com.br

  • Da utopia à realidade: caminhos (possíveis) da nova indústria no Brasil

    Da utopia à realidade: caminhos (possíveis) da nova indústria no Brasil

    Artigo – Inovação e Tecnologia

    Para que as inovações na indústria sejam sustentáveis, empreendedores devem ter um plano claro: saber quem compra seu produto e qual é o processo de compra, ou a empresa logo estará fora do mercado.

    A indústria 4.0 está aí: tecnologias como Big Data e a Internet das Coisas já estão transformando o modo de produção, tornando-o extremamente inteligente. Nos próximos anos, vamos mudar radicalmente o jeito de enxergar o funcionamento de uma indústria e o processo que faz com que um produto chegue até ao consumidor.

    Mas, e quanto ao aqui e ao agora? Em que pé estamos, no Brasil, em relação aos estímulos à Indústria 4.0? De que forma grandes empresas e o poder público têm lidado com as novas tecnologias trazidas por startups, com a revolução trazida por conceitos como internet das coisas, computação cognitiva, inteligência artificial etc? E, mais importante, como o empreendedor pode tornar esse negócio industrial digital em algo mais sustentável?

    Esse assunto foi tema de uma mentoria coletiva do Programa Scale-Up Indústria, um programa de aceleração da Endeavor, patrocinado  por DHL, Klabin e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e com apoio institucional da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE). Eduardo Zancul, professor da Escola Politécnica da USP; Cristiano dos Anjos e Tarcísio de Oliveira, respectivamente vice-presidente e executivo sênior da Schneider Electric, e Marcos Vinicius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria e do Comércio (MDIC), responderam a essas dúvidas dos empreendedores.

    Para Cristiano, VP da Schneider, é preciso que quem trabalhe com a Indústria 4.0 entenda “o viés de eficiência e da sustentabilidade do negócio”. De acordo com ele, deve-se “realizar um passo a passo, já que colocar tudo digital de uma vez é quase utópico; é preciso ter um plano claro, saber quem compra seu produto, como esse consumidor compra seu produto, ou a empresa logo estará fora do mercado”.

    De olho nos dados

    O que significa isto? Que as ideias de antigamente já não bastam. Se antes, um bom carro era aquele que gastava pouco combustível oferecendo o máximo conforto, hoje isso já não é mais suficiente. Os automóveis de hoje precisam indicar a melhor rota em um painel multimídia, conectar-se com o celular, apitar se você não usa o cinto de segurança, e por aí vai.

    “O jeito como as pessoas usam os produtos hoje indica aos empreendedores como será o design do futuro”, disse ele. Os dados gerados a cada uso — que vão do modo como você dirige, assiste à televisão, exercita-se e até dorme — devem moldar os produtos que veremos em breve nas prateleiras.

    E para que esse processo de implantação seja bem-sucedido (e duradouro), um elemento-chave é a consolidação de um único conjunto de padrões técnicos de comunicação e segurança. Com ele, a troca de informações entre os diferentes tipos de sistemas e dispositivos será assegurada, eliminando-se as restrições relacionadas aos padrões proprietários vigentes.

    Da barreira à oportunidade

    O pensamento de Tarcísio de Oliveira, também da Schneider, vai pelo mesmo caminho. “Uma pergunta fundamental que fazemos na hora de realizar um diagnóstico para a transformação digital é: qual é a cadeia de valor em que a empresa está?” Para ele, ferramentas básicas, como o Business Canvas, são uma ótima forma de começar.

    “Assim, o empreendedor saberá quem são seus fornecedores, seus clientes, seus diferenciais e, principalmente, o que é factível ou não, devido a eventuais barreiras.” Ou seja, o empreendedor conseguirá traçar, com antecedência, os passos fundamentais a serem trabalhados na digitalização da produção.

    [Ferramenta] Business Model Canvas

    Mas é neste momento de análise, afirmou Tarcísio, que as barreiras devem ser vistas como oportunidades. Ele citou, como exemplo, a falta de conectividade no interior do país: “Hoje uma das principais empresas de automação do mundo é brasileira, baseada em Araçatuba, a Solinftec. Para conectar soluções, eles tiveram que criar redes com subestações. Ou seja, transformaram os obstáculos em oportunidades de negócio”.

    Customização dos produtos em larga escala

    O alto grau de personalização, em uma escala de produção, é uma das mudanças que já estão impactando a indústria nos próximos anos. “E os empreendedores devem ficar atentos a isso”, frisou o professor Eduardo Zancul

    Durante um tempo, ter algumas cores disponíveis do mesmo tênis já era o suficiente; agora, queremos customizá-los do nosso jeito. Uma evolução disso é a possibilidade de o consumidor interagir com a marca e sua linha de produção por meio de plataformas digitais que personalizam os produtos, diminuem a distância entre produção e entrega e possibilitam a cocriação.

    “É modinha, vai passar”

    Outro ponto muito debatido foi o apoio de grandes empresas, de instituições de pesquisa e mesmo do poder público a quem está começando. Foram várias as perguntas a esse respeito, uma vez que, na visão de empreendedores presentes à mentoria, aqui no Brasil essas parcerias ainda são raras.

    Para Marcos Vinicius, do MDIC, essa defasagem tem a ver com a visão geral sobre a Indústria 4.0: “Há alguns anos, quando começamos a discussão, ninguém no governo tinha ouvido falar disso. Inclusive escutei de um CEO de uma das maiores empresas brasileiras que ‘era modinha e que ia passar’”.

    A partir daí, Marcos mencionou a mudança de concepção em relação ao setor, e as formas como o MDIC tem acelerado pequenas empresas. “Hoje, o melhor instrumento de fomento que temos talvez seja a EMBRAPII (Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), com recursos destinados à inovação e com centros espalhados pelo país.”

    A mentalidade da sociedade também tem que avançar

    O professor Eduardo Zancul, por sua vez, mencionou iniciativas da POLI-USP, entre elas o InovaLab. “Lá, temos 24 lotes disponíveis para adoção de empresas. Por exemplo, a Samsung criou um laboratório de capacitação tecnológica, onde realizamos treinamentos de startups. Temos também núcleos de pesquisa de Inteligência Artificial que também participam desses centros de capacitação”, menciona ele.

    Por outro lado, ele lembra a importância de a sociedade brasileira, como um todo, mudar a concepção a respeito da pesquisa de inovação. “A primeira empresa que adotou um espaço no InovaLab foi uma empresa de inteligência artificial baseada em São Francisco, EUA”, afirma Zancul. “Percebo que a mentalidade das próprias empresas daqui ainda tem que mudar para que de fato a indústria 4.0 se estabeleça. Mas estamos trabalhando para isso”, conclui o professor.

    Para se aprofundar, leia também:

    A era da Indústria 4.0 está aí. E nossas empresas precisam aprender com startups e scale-ups para entrar nela para valer

    Indústria 4.0: as oportunidades de negócio de uma revolução que está em curso

    Você já sabe as oportunidades por trás da indústria 4.0 ?

    Fonte: endeavor.com.br

  • História das cédulas e moedas nacionais

    História das cédulas e moedas nacionais

    Durante o domínio holandês no Nordeste brasileiro,
    entre 1630 e 1654, foram cunhadas as primeiras moedas no Brasil

    Em 1580, com a união das coroas de Portugal e Espanha, passaram a circular em grande quantidade as moedas de prata espanholas, sendo que nesses primeiros séculos de colonização também circularam moedas trazidas por piratas e por outros invasores.
    Durante o domínio holandês no Nordeste brasileiro, entre 1630 e 1654, foram cunhadas as primeiras moedas no Brasil: os florins e os soldos, destinadas ao pagamento de fornecedores e tropas holandesas. Essas moedas foram as primeiras com a palavra Brasil.

    Em 1694, o então rei de Portugal, D. Pedro II, criou a primeira Casa da Moeda brasileira, na Bahia, que futuramente foi transferida para o Rio de Janeiro. Anos mais tarde, a Casa da Moeda instalou-se em Pernambuco, e em 1703 voltou, definitivamente, para o Rio de Janeiro. Neste período, a moeda oficial do Brasil era o Réis.

    O dinheiro que circulou no Brasil foi emitido por diversas instituições, conforme as políticas econômicas adotadas em cada época. Assim, foram responsáveis pelas emissões: o Erário Régio, transformado em Tesouro Nacional em 1821, o Banco do Brasil, que emitiu os primeiros bilhetes bancários que circularam no país, preenchidos ainda à mão, e até bancos particulares, que chegaram a ser autorizados pelo governo, em meados no século XIX, a emitir papel-moeda, que circulou juntamente com as cédulas do Tesouro Nacional e bilhetes do Banco do Brasil, para facilitar a distribuição de numerário na grande extensão do território brasileiro.

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  • Micro e pequenas recebem mais de R$ 1 bilhão do Bradesco

    Micro e pequenas recebem mais de R$ 1 bilhão do Bradesco

    Finanças

    O Bradesco liberou R$ 1 bilhão em crédito de capital de giro para micro e pequenas empresas em apenas 40 dias. Devido à demanda, o banco disponibilizará mais R$ 3 bilhões para atender a base de clientes desse segmento. As taxas cobradas variam de acordo com as garantias e vão de 1,1% a 1,99% ao mês. O limite máximo da operação é de R$ 200 mil.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Carro danificado no estacionamento: o que devo fazer?

    Carro danificado no estacionamento: o que devo fazer?

    Além de ser uma alternativa para driblar a ausência de vagas nas ruas, os estacionamentos privados (pagos ou gratuitos) oferecem maior praticidade para realizar atividades corriqueiras em shoppings, restaurantes, supermercados, etc. E também são escolhidos justamente por oferecerem maior segurança  do que estacionar nas ruas. Porém, já imaginou retornar e ser surpreendido com seu carro riscado, amassado ou até mesmo furtado?

    Nessas horas, pela chateação ou por desconhecer seus direitos, a maioria das pessoas deixa o local sem tomar as devidas providências e acaba ficando com o prejuízo. Mas é importante saber que nesse caso, com base no artigo 14 – do Código de Defesa do Consumidor e da Súmula 130 do STJ, a responsabilidade, é sim da empresa – seja ela prestadora do serviço exclusivo de estacionamento, ou não.

    Apesar das garantias dadas ao consumidor, na prática é comum que estas empresas se esquivem ou até mesmo neguem sua responsabilidade, inclusive, com informações constantes em cavaletes e placas fixadas nos locais.

    Mas, afinal, o que fazer?

    Tente identificar uma testemunha que tenha presenciado o fato;

    • Fotografe o veículo em diversos ângulos, demonstrando o dano e o local;
    • Em caso de furto: dirija-se a uma delegacia;
    • Guarde o ticket do estabelecimento e notas fiscais que comprovem que esteve no local naquele dia e horário;
    • Em posse destes documentos, busque a empresa, apresente os fatos e registros para exigir o reparo do dano.

    Em caso de recusa ou resposta negativa da empresa, Reclame com a ajuda da PROTESTE para exigir que seus direitos sejam respeitados.

    FONTE: https://www.proteste.org.br/seus-direitos/direito-do-consumidor/noticia/carro-danificado-no-estacionamento-o-que-devo-fazer?utm_source=site&utm_campaign=news-estacionamento-danos&utm_medium=newsletter-juridica&utm_content=cta-saibamais
  • Auxílio-alimentação concedido em dinheiro ou ticket integra remuneração, diz Carf

    Auxílio-alimentação concedido em dinheiro ou ticket integra remuneração, diz Carf

    O benefício de alimentação para o trabalhador, quando concedido em dinheiro ou ticket, integra a remuneração. Esse foi o entendimento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que determinou que uma empresa de transportes pague os tributos correspondentes de salário sobre os valores dados como auxílio.

    A conselheira Maria Helena Cotta Cardozo ressaltou que o auxílio-alimentação era fornecido em pecúnia, por meio de crédito em cartão magnético, e a empresa não comprovou sua inscrição no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

    “Assim, constata­-se que o auxílio­-alimentação ora tratado não satisfaz a nenhuma das modalidades legais que autorizariam sua exclusão do salário de­ contribuição. Diante do exposto, conheço do Recurso Especial interposto pela Fazenda Nacional e, no mérito, dou-­lhe provimento para restabelecer a tributação sobre o auxílio-alimentação pago em pecúnia”, definiu Maria Helena.

    Forma como é concedido 
    Ao analisar o caso, o advogado Caio Taniguchi, sócio do Bichara Advogados, afirma não concordar com a definição da natureza jurídica de um benefício baseada unicamente na forma pela qual é concedido. Para ele, se a finalidade do benefício é a alimentação do trabalhador, isso deveria ser suficiente para afastar a configuração da remuneração por prestação de serviços e, consequentemente, a tributação previdenciária.

    “Ademais, a decisão do CARF está baseada na equivocada premissa de que as hipóteses descritas no artigo 28, parágrafo 9, da Lei 8.212/91 tratariam de hipóteses de isenção (quando na verdade, de acordo com a exposição de motivos da norma, se verifica que se tratam de hipóteses de não incidência qualificadas). Por fim, a decisão também contraria o racional que foi utilizado pelo STF por ocasião do julgamento da questão relativa ao vale-transporte concedido em dinheiro”, afirma.

    Clique aqui para ler a decisão. 

  • Movido a crédito

    Movido a crédito

    ECONOMIA
    O menor juro básico da história vai ajudar a impulsionar diversos setores que dependem de financiamentos. Falta, no entanto, que as taxas cobradas de empresários e consumidores caiam com a mesma intensidade

    Diante de um cenário de inflação baixa (3%) e de desemprego ainda elevado (11,8%), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu, na noite da quarta-feira 7, a taxa básica de juros (Selic) pela décima primeira vez consecutiva, para 6,75% ao ano. Quando assumiu a presidência do BC, em junho de 2016, o economista Ilan Goldfajn encontrou um cenário com Selic em 14,25% e inflação anual em 8,84%. A taxa, que está no menor patamar da história, ajuda a aguçar o apetite de consumidores e de empresários, que, aos poucos, voltam a demandar financiamentos após um longo período de recessão.

    O Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco prevê o maior impulso do crédito desde 2007, com uma expansão de 5% neste ano, sendo de 6,5% na carteira de pessoa física e de 3,4% na carteira de pessoa jurídica. “A queda da inadimplência abre um espaço para as pessoas voltarem a se endividar”, afirma Thaís Zara, economista-chefe da consultoria Rosenberg Associados.

    Apesar de saudarem a queda da Selic, os empresários reclamam que as taxas não caem na ponta com a mesma intensidade. E eles têm razão. Um levantamento feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que as empresas pagam 29% ao ano de capital de giro e os consumidores desembolsam 27% em financiamento de automóveis (leia quadro ao final da reportagem). Detalhe: essas duas taxas são até pequenas se comparadas com as linhas de conta garantida (146%) e de cheque especial (295%).

     A culpa é do chamado spread bancário, que é a diferença entre a taxa que os bancos captam e a taxa cobrada dos clientes. As instituições financeiras alegam que a carga tributária elevada e o risco de inadimplência justificam o spread elevado. Porém, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, “o Banco Central precisa deixar de só fazer ameaças ao sistema bancário e tem de tomar ações incisivas para reduzir a taxa de juros ao tomador final”. Aumentar a concorrência bancária seria um bom caminho.

    A despeito das taxas de juros ainda altas, vários setores apostam no crédito mais farto para crescer muito acima dos 3% previstos para o PIB, em 2018. O Secovi-SP, por exemplo, calcula que os lançamentos e as vendas de imóveis terão uma expansão de 10% neste ano. Para isso, as construtoras contam com mais financiamentos, que lubrificam a engrenagem do setor. “Após três anos consecutivos de queda, prevemos um crescimento de 15% no crédito imobiliário”, diz Gilberto Duarte de Abreu Filho, executivo do Santander e presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). “Inflação baixa, juros menores, geração de emprego e alta na confiança ajudam muito.” Além disso, Abreu Filho salienta que a caderneta de poupança, responsável por quase metade dos recursos destinados aos financiamentos imobiliários, precisa ter captações positivas.

    A indústria automotiva também aposta suas fichas no crédito mais barato ao projetar alta de 11,7% nas vendas de veículos em 2018. “Financiamento é fundamental”, afirma Antonio Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). “A queda dos juros faz com que a prestação caiba no bolso dos consumidores.” O setor acredita que uma parte da clientela, que havia migrado para o segmento de carros usados durante a crise, voltará a frequentar as concessionárias. Otimismo semelhante é constatado na indústria de eletroeletrônicos, que tende a crescer à medida que os bancos forem reabrindo a torneira do crédito. Para 2018, ano de Copa do Mundo, a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) prevê alta de quase 10% nas vendas de televisores, totalizando 12,6 milhões de aparelhos. Boa parte será paga em prestações.

    O atual ciclo de juros baixos não tem data para acabar. Ao contrário do que ocorreu no governo Dilma Rousseff, quando a taxa Selic foi derrubada na canetada, os fundamentos macroeconômicos atuais permitem a manutenção dos juros básicos em patamares inferiores a 10% por um longo período. “Sem aparecer uma Dilma no caminho e sem um choque externo grave, não há motivos para a Selic voltar ao patamar de dois dígitos”, diz Evandro Buccini, economista-chefe da Rio Bravo Investimentos. “Mas o Brasil precisa equacionar o rombo fiscal, e isso inclui a reforma da Previdência.”
    Fonte: IstoÉ Dinheiro/Luís Artur Nogueira
  • Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

    Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

    Resultado foi influenciado pelo aumento das vendas de móveis e eletrodomésticos, segundo o IBGE.

    O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

    O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.

    Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

    Dezembro fraco

    No último mês de 2017, o volume de vendas do comércio varejista nacional recuou 1,5% em relação a novembro, anulando a alta de 1% registrada no mês anterior.

    Por setores, o desempenho foi o seguinte:

    • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-6,3%)
    • Livros, jornais e papelaria (-4%)
    • Hipermercados (-3%)
    • Móveis e eletrodomésticos (-2,7%)
    • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%)
    • Tecidos, vestuário e calçados (0,5%)

    Já na comparação com dezembro do ano anterior, o comércio cresceu 3,3%, puxado por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,5%).

     Por setores, o desempenho foi o seguinte:
    • Tecidos, vestuário e calçados (7,0%)
    • Móveis e eletrodomésticos (8,2%)
    • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,1%)
    • Combustíveis e lubrificantes (-7,2%)
    • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-18,2%)
    • Livros, jornais, revistas e papelaria (-9,7%)
    • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%)

    Fonte: G1/Anay Cury

  • Eleição Sirecom Sergipe – Quadriênio 2018/2022

    Eleição Sirecom Sergipe – Quadriênio 2018/2022

    Sindicato dos Representantes Comerciais de Sergipe realiza eleição da nova diretoria

    No último dia 07 de fevereiro de 2018, quarta-feira, o Sirecom Sergipe realizou a eleição de escolha da  sua nova diretoria para a gestão 2018/2022. A votação aconteceu na sede do CORE/SE, em Aracaju.

    Com votação unânime, o novo presidente, Petrúcio da Silva – CORE – PF: 4740 (foto) se mostrou muito satisfeito com sua indicação – “Fico extremamente feliz pela minha escolha para estar à frente do Sirecom Sergipe. Acredito que a a nova diretoria, além de buscar cada vez mais a participação dos associados, será um forte representante do Representante Comercial de Sergipe junto as entidades e ao mercado como um todo” – comentou o novo presidente.

    A posse da nova diretoria e os membros que a compõe, estaremos divulgando em breve aqui no nosso site.

  • Produção de veículos sobe 24,6% no Brasil em janeiro, diz Anfavea

    Produção de veículos sobe 24,6% no Brasil em janeiro, diz Anfavea

    Foram fabricados 216,8 mil carros, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus. Exportações bateram novo recorde no mês.

    Com recorde nas exportações, a produção de veículos no Brasil subiu 24,6% em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, afirmou nesta terça-feira (6) a associação das montadoras (Anfavea).

    Foram fabricados 216.834 carros, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus no mês passado, enquanto em janeiro de 2017 a indústria estava em 174 mil unidades.

    “Estamos saindo daquela fase mais depressível. É um número bem razoável para janeiro, ficamos na média dos últimos 10 anos “, afirmou Antônio Megale, presidente da Anfavea.

    Recorde
    As exportações seguem ajudando na recuperação da indústria automotiva nacional. Em janeiro, foram 47 mil unidades enviadas para fora – um novo recorde para o mês, superando a marca de 46 mil registrada em 2006.

    “Janeiro passado foi o melhor da história, então estamos encaminhados para bater o recorde no ano em exportações”, apontou Megale.
    As vendas internas, por sua vez, também estão se recuperando, com 160 mil veículos novos licenciados e avanço de 23,1% em janeiro.

    No entanto, Megale ressaltou que a comparação é em relação a uma base baixa, de 130 mil unidades. No início de 2015, por exemplo, o nível era de 208 mil.

    “Janeiro e fevereiro são meses de sazonalidade baixa, o ano está começando. Mas o número de vendas não foi ruim.”
    Emprego
    Com a retomada, a situação dos trabalhadores do setor começou a voltar ao normal na metade do ano passado, e algumas marcas até abriram vagas. No final de janeiro, 128,9 mil pessoas trabalhavam no setor, o que representa um crescimento de 1,7% sobre o número do início de 2017.

    No entanto, 1.721 funcionários ainda estão com os contratos suspensos (lay-off) ou então com salários e jornada reduzidos no Plano Seguro-Emprego (PSE) do governo federal. No final de dezembro, eram 1.885.

    Fonte: Por Rafael Miotto, G1, São Paulo

  • Governo lança aplicativo que vai reunir diversos documentos

    Governo lança aplicativo que vai reunir diversos documentos

    Ainda na fase de testes, previsão é que o sistema seja disponibilizado a partir de julho

    Cada vez mais importante na vida dos brasileiros, o celular pode tornar-se indispensável. O governo lançou, nesta segunda-feira, o Documento Nacional de Identificação (DNI), um aplicativo que vai reunir diversos documentos na tela do celular. O aplicativo ainda está em fase de testes e a previsão é que esteja disponível para a população a partir de julho deste ano.

    Em princípio, o aplicativo vinculará o CPF, título de eleitor, podendo substituir também o RG. A carteira de motorista ficará de fora por enquanto, mas existe a possibilidade de integrar esse documento também. O DNI no celular não será obrigatório e não invalidará os documentos de papel que existem hoje.

    Para utilizar o DNI, o cidadão deve baixar o aplicativo e informar CPF, e-mail e telefone. Após isso, o usuário terá que ir a um cartório eleitoral para checar as digitais e validar esse pré-cadastro. Será uma forma de prova que aquela pessoa é ela mesma. Um convênio para que esse processo seja possível também nos 13.627 cartórios de registro civil. Em relação a quem não é eleitor e, portanto, não fez nem pode fazer recadastramento biométrico, como menores de 16 anos, ainda está sendo avaliado o que fazer.

    De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o novo documento terá um custo de dez centavos por habitantes e a intenção é que o aplicativo seja utilizado futuramente para outros documentos:

    “Não tardará muito a adoção disso pelas empresas privadas, já fomos procurados por empresas aéreas que tem interesse em usar o DNI para fazer check-in. A solução é inteligente, digital e sem burocracia. Não vamos ter eliminação de nenhum documento, com o passar do tempo as pessoas passarão a usar o DNI”, afirmou o ministro do Planejamento.

    O DNI terá como base o recadastramento biométrico da justiça eleitoral, em que o cidadão deixa suas digitais nos cartórios eleitorais. Assim, por enquanto, apenas 73 milhões dos mais de 140 milhões de eleitores brasileiros estão aptos a aderir à medida. A previsão é que o recadastramento biométrico seja finalizado em 2022. Quem quiser usar o aplicativo no celular como documento de identidade e ainda não se recadastrou poderá se antecipar ao cronograma previsto.

    O aplicativo terá cerca de 15 megabytes, funcionará com QR code, usará como base o número do CPF da pessoa, ficará disponível off-line, terá uma senha de seis dígitos, contará com criptografia e, a cada acesso, mostrará a última vez que foi usado. Com o QR code, será possível que, com outro celular, alguém cheque a identidade daquela pessoa.

    Os smartphones poderão usar os sistemas Android (Google) e iOS (Apple). Relógios inteligentes também terão sua versão do DNI. Por questão de segurança, será possível baixar o aplicativo em um só dispositivo. O sistema foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pela MBA Mobi, uma empresa contratada pelo TSE.

    Fonte: Época Negócios/Agência O Globo

  • Como ter melhores resultados com vendas por parceiros

    Como ter melhores resultados com vendas por parceiros

    Depender de parceiros para trazerem o seu resultado de vendas pode ser bastante estressante. Algumas dicas de quem já passou por isso vão te ajudar a melhorar essa relação.

    Por: endeavor.org.br/Sergio Roberto Cochela

    Muitas empresas têm um dilema sobre vender diretamente ou via parceiros — distribuidores, revendas ou franquias –, principalmente quando falamos de vendas complexas.

    Tenho vivido um pouco essa experiência ao longo dos anos e vou compartilhar algumas dicas quando a empresa resolve implantar um modelo de venda indireta.

    O primeiro ponto a ser observado é o modelo de remuneração: muitas empresas decidem ir para venda indireta e, ao formatar o modelo, esquecem que irão trabalhar com empreendedores e que a remuneração tem que ser atraente para o parceiro. Explicando melhor, o modelo tem que ser sustentável e gerar um ganho que os motive a vender cada vez mais, caso contrário, a tendência é o modelo não parar de pé e o parceiro procurar outro negócio.

    O maior desafio num modelo desse é engajar o parceiro, e a remuneração é o item número 1 para se conseguir isso. Convivi diretamente com duas empresas no segmento de tecnologia com modelos diferentes, e pude perceber o quão importante é este item. Ele define o sucesso ou o insucesso da empresa, ou quem vai chegar na frente.

    Ainda sobre o modelo de remuneração, caso a empresa cobre um valor recorrente do cliente e repasse um percentual para o parceiro, isso pode gerar acomodação dele. É por isso que a empresa precisa criar mecanismos que continuem motivando o parceiro a vender cada vez mais.

    Outro ponto a observar é qual a capacidade de o parceiro para gerar leads. Partindo do pressuposto de que ele é um bom parceiro, que fecha vendas regularmente, então, se tivermos leads, os fechamentos virão. Aí a pergunta a ser feita é:

    Meu parceiro tem habilidade suficiente para gerar leads qualificados (potenciais clientes que podem, de fato, fazer a compra)?

    Que tal você gerar leads para ele? Minha experiência é que gerar leads para os parceiros é o melhor modelo. Pense nisso.

    Tão importante quanto os itens acima é definir de forma clara e objetiva quais as responsabilidades do parceiro quanto ao atendimento à base de clientes dele. O parceiro tem uma tendência a vender, trazer o cliente e já sair para buscar o próximo. Isso até certo ponto é legítimo, mas ele não pode esquecer de atender esses clientes. Definir uma política de atendimento à base e amarrar isso no contrato de parceria é muito saudável para a relação.

    Meça tudo: como a venda é indireta e não está dentro de casa, muitas vezes deixamos de medir a performance do parceiro e, principalmente, ajudá-lo a entender onde ele está falhando. Será que ele não sabe por que está vendendo pouco? Então, não superestime a capacidade do parceiro em gerenciar seu processo de vendas.

    No contrato, a dica aqui é se preocupar com a forma de saída, o principal problema é quando resolve-se romper a relação, então, devemos deixar muito claros os direitos e deveres de cada um. Por exemplo, o que está pendente de recebimento dos clientes que o parceiro tem direito a receber, serviços pendentes, valores recorrentes quando existe, enfim, tudo que pode gerar stress.

    Por fim, para trabalhar com parceiros é preciso foco e acompanhamento, tenha pessoas para acompanhá-los de forma que eles evoluam continuamente, não só no conhecimento do seu produto, como em gestão, análise de problemas, acompanhamento dos vendedores, etc.
    Espero que essas orientações te ajudem a construir uma relação mais saudável com os parceiros, em que todo mundo sai ganhando.

    Para se aprofundar, veja também:

    Curso Gratuito | Como aumentar suas vendas?

    eBook | Planejamento de Vendas Inteligente

    Máquina de vendas – Crie um processo previsível e escalável para crescer

     

     

     

  • WhatsApp Business já pode ser usado por micro e pequenas empresas no Brasil

    WhatsApp Business já pode ser usado por micro e pequenas empresas no Brasil

    A versão do WhatsApp dedicada aos negócios, que pode ser utilizada por empresas, já está disponível no Brasil para micro e pequenas empresas. Chamado oficialmente de WhatsApp Business, o app conta com respostas automáticas para dúvidas e solicitações e traz informações detalhadas sobre a empresa.

    Além disso, o WhatsApp dedicado aos negócios oferece ainda outra novidade em relação ao app convencional: estatísticas. Isso permite que micro e pequenas empresas tenham mais informações sobre o seu próprio serviço de atendimento. De acordo com o Facebook, dono do WhatsApp, o mensageiro é usado por quatro a cada empresas de pequeno porte no país.

    O WhatsApp Business passa ainda mais segurança para o cliente. Isso porque, além do selo de verificação que identifica uma empresa, o app reúne também informações como nome e horário de atendimento do estabelecimento, além de site oficial, ramo de atuação, telefone e endereço completo.

    A versão de negócios do WhatsApp é gratuita e para utilizá-la basta fazer o download do aplicativo e preencher um cadastro. As informações obrigatórias são: número de telefone, descritivo da empresa e um endereço. De acordo com os responsáveis pelo app, não é necessário fornecer CNPJ.

    Baixe aqui: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.whatsapp.w4b