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  • BC declara guerra aos juros altos

    BC declara guerra aos juros altos

    Economia

    Presidente do BC, Ilan Goldfajn

    Causou irritação dentro do governo o resultado da pesquisa mensal do Banco Central (BC) sobre os juros bancários, divulgada na segunda-feira 26. Em fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, as taxas de juros cobradas de consumidores e empresas subiram, num contexto em que a taxa básica (Selic) não para de cair – está em 6,5% ao ano, o menor patamar da história. Três dias depois, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, anunciou uma redução drástica no recolhimento dos depósitos compulsórios. Trata-se do dinheiro que os bancos são obrigados a deixar guardado, sem poder emprestar aos clientes. A alíquota dos depósitos à vista caiu de 40% para 25%; a dos depósitos da poupança de 21% para 20%; e no caso da poupança rural, de 24,5% para 20%. “O impacto agregado das medidas pode ser estimado em R$ 25,7 bilhões devolvidos ao Sistema Financeiro Nacional”, escreveu o BC, em nota, ao divulgar a medida.

    Em tese, com mais recursos para emprestar, os bancos poderão cobrar menos juros de seus clientes. Há, no entanto, o risco de as instituições comprarem títulos públicos em vez de ofertar mais crédito. A decisão sobre se este dinheiro vai para a população ou para o governo vai depender dos tesoureiros. No mercado financeiro, o sentimento geral é de que o BC está preocupado com o ritmo lento da atividade econômica, não restringindo o seu olhar às questões inflacionárias. Na pior das hipóteses, se os bancos preferirem comprar mais títulos públicos, haverá um efeito secundário de queda na curva de juros do mercado. De uma forma ou de outra, o BC declarou guerra aos juros altos.
    Fonte: IstoÉ Dinheiro/Leonardo Motta, Luís Artur Nogueira
  • Afinal de contas, o que é cidade inteligente?

    Afinal de contas, o que é cidade inteligente?

    Por Jorge Santana

    Seria mais um modismo (ou buzzword como dizem os gringos)? Definitivamente, a resposta é um sonoro não. Cidade Inteligente é uma abordagem que vem sendo adotada por administrações municipais mundo afora, consistindo em uma estratégia que tira proveito dos avanços tecnológicos em favor da cidadania.
    Jorge Santana de Oliveira, Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Turismo da cidade de Aracaju
    Mais de 80% da população brasileira vive em cidades e essa porcentagem segue aumentando. Com essa perspectiva, a complexidade da gestão do desenvolvimento urbano sustentável leva à busca por soluções inovadoras e criativas que promovam melhor qualidade de vida com o engajamento dos cidadãos.

    A disponibilidade e facilidade de acesso às tecnologias da informação e da comunicação pavimentam o caminho em direção à cidade inteligente. No entanto, a tecnologia será sempre um meio, jamais um fim em si mesmo. Nesse contexto, as pessoas passam a ter um papel muito importante enquanto beneficiárias e participantes das transformações a partir do uso ativo de aplicações e dispositivos móveis que facilitam o monitoramento e a colaboração com as políticas da gestão municipal.

    Ao favorecer a participação do cidadão, a cidade inteligente se torna mais pulsante, inovadora, competitiva, atrativa e resiliente. Permite, ainda, avanços em temas como transparência da gestão, desburocratização, segurança cidadã, mobilidade, respostas mais ágeis em situações de emergência, contribuindo com importantes variáveis para o planejamento urbano sustentável de longo prazo.

    A implantação de um programa de cidade inteligente é uma tarefa complexa que requer grande liderança e visão – no caso de Aracaju, esses requisitos estão presentes no entusiasmo e na disposição do prefeito em patrocinar de forma prioritária esse programa -, trazendo como contrapartida múltiplos benefícios para a população.

    Na trajetória para a cidade inteligente há espaço para o exercício da criatividade na busca por soluções simples, inovadoras e que não demandem recursos expressivos, preferencialmente envolvendo empresas e startups do locus urbano. Mas também haverá demandas de maior expressão econômica que exigirão a formação de parcerias público-privadas.

    Em resumo, tornar uma cidade inteligente não é apenas modernizar e informatizar a administração municipal. Muito além disso, é colocar o ser humano no centro do planejamento e desenvolvimento, promovendo um ciclo virtuoso que produza não apenas bem estar econômico e social, mas também que garanta o uso sustentável de seus recursos de maneira a assegurar a qualidade de vida no longo prazo.

  • Profissionalizando as finanças: como corrigir as práticas informais de contabilidade?

    Profissionalizando as finanças: como corrigir as práticas informais de contabilidade?

    Finanças

    Antes de pensar na busca por investimento, você precisa se certificar de que as contas da sua empresa estão em ordem. Essa checklist vai te ajudar!

    Quando o assunto é Gestão Financeira, os atalhos só o fazem pegar o caminho mais longo. Práticas informais de contabilidade, falta de controle do caixa ou de cuidado com o inventário podem ser um grande gargalo de crescimento para as empresas, já que dificultam a busca por investimentos ou empréstimos bancários. Mesmo que essa não seja uma prioridade para você hoje, pode ser daqui a 5 anos. E se as contas não estiverem em ordem desde já, podem comprometer o processo futuro e a continuidade do seu negócio.

    Por isso, o mentor Marco Miranda, em mentoria coletiva para o programa BRMALLS PARTNERS, criou uma checklist com os erros mais comuns dos empreendedores que costumam ser diagnosticados durante uma auditoria. Sente-se com seu gerente financeiro, chame seu contador para uma conversa, e repasse esse material para entender quais são as situações mais sensíveis do seu negócio e que podem gerar grandes riscos no futuro.

    Vamos a eles!

    Aspecto societário

    1) Estruturação de CNPJs por atividade

    É muito comum com o crescimento da empresa que tudo esteja vinculado a um mesmo CNPJ: distribuidora, franqueadora, lojas próprias e até associações. O ideal é que exista um CNPJ para cada iniciativa. Realizar a divisão de CNPJ por atividade facilita a entrada do investidor.
    Porém, esse processo é diferente da elisão fiscal, no qual o empreendedor divide a empresa entre vários CNPJs para se manter dentro do mesmo regime tributário — o SIMPLES Nacional, por exemplo. Nesse caso, a diferenciação acontece por atividades da empresa e não tamanho do negócio, desmembrando as diferentes iniciativas em CNPJs individuais.

    Aspectos financeiros

    1) Revisão do orçamento anual

    Você controla o orçamento anual? O ideal, segundo Miranda, é desenhar uma versão no início do ano e revisar com periodicidade (a cada três) para ajustar as premissas utilizadas. .

    Essa análise do que foi orçado e realizado permite ajustar o que está previsto para o resto do ano, para que, ao final, o resultado não seja muito diferente do esperado.

    2) Elaboração de fluxo de caixa para 6 meses;

    As empresas menores têm uma visão do caixa para os próximos dias, no máximo uma ou duas semanas. Quando você faz um orçamento, é capaz de adequar o fluxo de caixa a ele, entendendo exatamente o momento em que precisa fazer uma captação de recursos, por exemplo.

    Essa projeção te permite responder a perguntas como:
    Daqui a quatro meses, eu vou ter dinheiro para abrir uma nova loja? Se não, de quanto eu preciso e como posso acessar esse capital?

    3) Definição de alçadas e limites de aprovação das despesas

    É comum o empreendedor gastar boa parte do seu tempo aprovando pagamentos. Para descentralizar essa responsabilidade sem perder o controle, Miranda sugere o envolvimento de outras pessoas na operação: um gerente financeiro e um analista, por exemplo. Assim, o analista incluirá as transações financeiras no banco e o gerente financeiro faz a conferência e libera a primeira aprovação. A liberação (aprovação final) do capital só acontece com o consentimento do empreendedor, uma vez por semana.

    Esse processo é útil, inclusive, para diminuir a possibilidade de fraude, envolvendo mais pessoas na verificação. Porém, ele só funcionará com a readequação do fluxo documental, ou seja, se a nota fiscal chegar com pelo menos 15 a 20 dias de antecedência ao pagamento. Dessa forma, na primeira semana os dois profissionais fazem a primeira conferência e aprovação e na segunda o empreendedor realiza a conferência e liberação do pagamento. Se não for feito dessa forma, o empreendedor continuará aprovando pagamentos diariamente, gastando um tempo que poderia ser concentrado em apenas um dia da semana.

    4) Compras de estoques alinhadas com o planejamento comercial

    Na sua empresa, o time de compras está em sintonia com o planejamento do time comercial? Qual é a expectativa de demanda e quais são os produtos que são a aposta da vez? A falta de planejamento pode consumir capital de giro, já que o estoque adquirido precisa ser pago, mesmo que não seja vendido. As compras afetam o caixa. Por isso, quanto mais alinhados os dois times estiverem, maior seu controle financeiro.

    5) Reunião departamental para alinhamento com o objetivo/estratégia da empresa

    A visão semanal dos números aproxima as diferentes áreas da realidade da Contabilidade. Em alguns casos, transações financeiras relevantes como permutas, leasing entre outras chegam ao conhecimento do time contábil com certo atraso, impedindo uma contribuição mais efetiva nas decisões. Na prática, Miranda acredita que a Contabilidade ainda é vista como segundo plano, uma área responsável pelos impostos. Mas ela tem potencial de contribuir ativamente com a tomada de decisão, já que tem nas mãos o coração da empresa.

    Se você deseja entender o melhor formato de reunião com engajamento do time e eficiência no uso do tempo, veja o passo a passo neste artigo.

    6) Tenha um profissional interno para fazer a ponte com o contador externo

    Se a sua empresa trabalha com uma empresa de contabilidade terceirizada, é importante ter um profissional interno que faça a ponte entre as áreas e revisa o trabalho do contador. Dessa forma, os riscos de perder o controle dos números, deixar passar certas inconsistências e até decorrer em fraude diminuem drasticamente. Além disso, esse profissional pode agilizar a busca por documentos e relatórios, que antes ficariam nas mãos de outros profissionais da área financeira, com prioridades diferentes.

    Aspectos Contábeis e de Custeio

    1) Formação dos custos precisa contemplar os custos indiretos

    Um erro comum na formação de preço é desconsiderar os custos indiretos da fabricação do produto tais como:, seguro, manutenção de máquinas, depreciação, energia elétrica e gás. Miranda ressalta que, os custos indiretos devem ser apropriados ao produto mediante o emprego de critérios pré-determinados, como:

    • Mão-de-obra indireta, rateada por horas/homem da mão de obra direta,
    • Gastos com energia, com base em horas/máquinas utilizadas, etc. 

    Se eles não forem incluídos no produto (estoque), haverá uma distorção no Ebitda, uma vez que serão apropriados 100% no resultado como despesas/custos..

    2) Formação do preço de venda precisa contemplar a carga tributária correta

    Se a empresa optar para um novo regime tributário, mudando do Simples Nacional para o Lucro Presumido ou Lucro Real, por exemplo, tal aumento da carga tributária deverá ser contemplada na precificação, para que não afete a margem de lucro.

    3) Inventário físico anual

    Fernanda Campos, gestora financeira da Adavium Medical, compartilhou nessa mentoria a própria experiência com uma empresa na qual trabalhou e que não considerava o inventário uma prioridade.

    “Fizemos o inventário no início do ano para começar a rodar com tudo contabilizado. Mas, chegava um dia, em que ligava alguém de Faturamento dizendo que o sistema indicava -2 mercadorias no estoque, sendo que ele via 10 produtos por lá. Mudávamos a quantidade no sistema para atualizar. Fazíamos isso repetidas vezes. Depois de um tempo, o sistema passou a não rodar direito porque perdeu a confiabilidade do inventário.”

    Miranda sugere que o inventário seja contabilizado, no mínimo, uma vez ao ano, mas idealmente, a cada três meses.

    Em outra empresa na qual Fernanda trabalhou, o inventário passava de 2 mil equipamentos, que estavam espalhados pelo Brasil inteiro. Para calcular o número real, era um processo caríssimo porque precisaria levar um profissional para fazer a contagem em cada canto do país. É por isso que Fernanda orienta que essa contagem seja feita desde o início, quando a empresa ainda é pequena. Suba no sistema e revise regularmente esse número, para que não se torne um gargalo no momento da auditoria.

    Além disso, se você está aguardando a chegada de um auditor, arrume o estoque pelo menos três semanas antes, para que ele contabilize o inventário de forma tranquila. Na prática, se ele conta três vezes e o número não bate, é bem difícil que o resultado final apresentado corresponda rigorosamente com a realidade.

    4) Manutenção e conciliação dos saldos contábeis

    O processo de conciliação consiste na análise do saldos das contas contábeis, e sua respectiva movimentação, visando adequar seu saldo à efetiva realidade, realizando ajustes necessários na escrituração contábil..

    Segundo Miranda, a contabilidade ou departamento de controladoria deveria elaborar uma matriz de conciliações com objetivo de priorizar a periodicidade (mensal, semestral ou anual) das contas a serem conciliadas. Além disso, Miranda menciona, que deveriam ser elaboradas rotinas de fechamento contábil, nas quais as demais áreas da empresa, enviariam mensalmente para a contabilidade relatórios que seriam utilizados para o processo de conciliação.

    Seguem abaixo alguns exemplos de relatórios a serem enviados para o departamento contábil:

    Financeiro:

    • Extrato bancário
    • Posição do contas a receber
    • Posição de inadimplência
    • Posição do contas a pagar
    • Posição de empréstimos atualizados;

    Fiscal

    • Memória de cálculo de apuração dos impostos
    • Memória de cálculo de parcelamento

    Departamento pessoal

    • Resumo da folha de pagamento
    • Resumo de férias e encargos
    • Resumo de 13 salário e encargos
    • Posição dos adiantamentos a funcionários;

    Expedição

    • Posição dos estoques (quantidade e R$);
    • Posição de estoques sem giro/obsoleto;
    • Posição de avariados;

    Jurídico

    • Resumo dos processos em andamento com o valor da causa atualizado e probabilidade de perda (provável, possível e remoto)

    Todos os departamentos

    • Posição de serviços realizados/tomadas e ainda não faturados;

    Os principais problemas no processo de conciliação contábil, ocorrem por erros de integração ou parametrização entre as seguintes áreas:

    1. Contábil e Financeira
    2. Contábil e Fiscal
    3. Contábil e Departamento Pessoal

    Para evitar erros de lançamentos contábeis e retrabalhos no processo de reclassificação, Marco Miranda, recomenda que a empresa realize anualmente a revisão das parametrizações, ou quando se fizer necessário.

    Fernanda reforça esse ponto ao contar que, na sua experiência com outras empresas, já teve problemas de reconciliação de títulos do Contas a Receber. De um lado, o dinheiro ia entrando, sendo colocado na conta de adiantamento, formando um saldo gigante que não conversava com o restante das contas. Durante o processo de auditoria, quando foi preciso fazer a conciliação dos últimos 5 anos, o time financeiro chegou ao ponto de ligar para os clientes, esperando a boa vontade da pessoa que pagou de encontrar o comprovante e reenviar para a empresa.

    O número de empresas que tem esse sistema profissionalizado é tão baixo que Miranda até se surpreende quando chega em uma empresa para realizar o processo de auditoria e encontra as pastas de reconciliação prontas. Essa prática facilita muito o trabalho do auditor, tornando o projeto até mais barato, porque ele pega esse material, entra em uma sala e navega pelos números de forma autônoma, sem precisa incomodar várias áreas com pedidos de relatórios, demonstrativos e informações.

    5) Adoção dos princípios contábeis de Entidade e Competência

    Essa é a orientação número um que todo empreendedor já deve ter escutado sobre gestão financeira: separar as finanças pessoais das finanças da empresa, princípio contábil conhecido como Entidade. . Segundo o Princípio da Entidade, o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com os dos seus sócios ou proprietários. Portanto, a Contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa, e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. Por exemplo, não deve-se registrar como despesa da empresa as contas particulares (telefone, empréstimos, etc) dos sócios.

    Um outro erro comum é o registro de despesas e receitas somente quando ocorre a transferência do dinheiro. Normalmente, é um caminho mais fácil: pagou, contabilizou.
    Miranda menciona que, o princípio da competência consiste no fato de que as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa no período em que ocorrerem, independentemente de recebimento ou pagamento. Ex. o aluguel do mês de agosto, que será pago somente em setembro, deve ser contabilizado como despesa do mês de agosto.

    6) Implementar controle individual dos ativos da empresa

    Você tem guardado as Notas Fiscais dos ativos fixos da sua empresa? É comum que o empreendedor não registre ou guarde as Notas Fiscais dos ativos adquiridos, como móveis, equipamentos, edifícios ou qualquer mobilizado que pertença ao negócio. Para fins de auditoria, é necessário ter por perto tais documentações. Portanto, dedique uma pasta para registrar esses documentos, pois mesmo que se passem anos até sua empresa passar pela primeira auditoria, essas notas serão usadas para verificação.

    7) Entendendo a situação e definindo estratégia de regularização

    Miranda recomenda a realização de diagnóstico, por empresa especializada ou pessoa habilitada com o objetivo de proporcionar ao empreendedor uma visão geral do estágio em que a empresa se encontra:

    1. Adoção dos Princípios contábeis
    2. Elaboração das conciliações contábeis – controle interno
    3. Aplicação dos Pronunciamentos Contábeis (CPC’s) – Práticas contábeis
    4. Elaboração das Demonstrações Contábeis
    5. Elaboração dos Relatórios Gerenciais

    Aspectos Tributários

    1) Planejamento tributário deve enquadrar a empresa no regime correto

    Uma prática comum das empresas que estão crescendo é fatiar o negócio em vários CNPJs para se manter no regime tributário. O que deveria ser uma única empresa, acaba se transformando na soma de várias. Durante o processo de due diligence, quando a empresa se prepara para uma fusão ou aquisição, este assunto é objeto de discussão e apontamento de riscos tributários, conhecido como elisão fiscal.

    2) Mensurar riscos tributários e previdenciários

    Um erro comum é ter funcionários trabalhando no regime de Pessoa Jurídica. Para a auditoria, essa prática é um risco trabalhista/previdenciário e uma contingência. O risco trabalhista depende da vontade do funcionário mover uma ação contra o empreendedor, mas existe também o risco previdenciário, já que não há o pagamento do INSS ao governo. Essas contingências, caso não sejam registradas contabilmente, são traduzidas em ressalvas, no momento em que o auditor emite sua opinião.

    3) Atenção à alta complexidade de preenchimento das obrigações acessórias (ECD, SPEDS, ECF, ESOCIAL, DCTS, PERDCOMPS, etc)

    No passado, Miranda conta, o processo era mais simples porque não existiam tantas declarações eletrônicas. Hoje, o excesso de obrigações acessórias deixa a empresa bastante exposta ao Fisco que pode monitorar, cruzar as informações e encontrar inconsistências nos números informados. Portanto, revise ao lado do seu contador se essas obrigações estão no seu radar e são compatíveis entre si, para evitar, dessa forma, o questionamentos por parte do Fisco.

    Diferencias que causam boa impressão para os auditores e consultores

    1. Departamento de controladoria atuante;
    2. Elaboração de conciliações contábeis;
    3. Acompanhamento do orçamento (orçado x realizado)
    4. Utilização de sistema ERP
    5. Elaboração de demonstrações contábeis e notas explicativas
    6. Controle de normas e procedimentos implementados e divulgados

    Qual é o papel da Contabilidade, afinal?

    Miranda cita quatro pontos fundamentais para a atuação contábil:

    1. Papel investigativo para prevenção de fraudes;
    2. Preparar a empresa para receber investidores e auditores;
    3. Organização de documentos e elaboração de data room, espaços de armazenamento de informações jurídicas, financeiras, comerciais e operacionais;
    4. Tomada de decisão estratégica a partir dos resultados das filiais, margem dos produtos e influência na precificação, distribuição de resultado, Ebitda e planejamento tributário.

    Esse checklist pode te ajudar a criar um diagnóstico da gestão financeira do seu negócio, identificando os pontos de vulnerabilidade que precisam ser corrigidos e ajustados o quanto antes. Se você deseja aprofundar essas ideias, sugerimos que faça também o curso online gratuito da Endeavor de Estratégia Financeira para o Crescimento.

    Fonte: Endeavor/Laís Grilletti

  • FGV: confiança empresarial sobe 0,3 ponto em março ante fevereiro, para 95 pontos

    FGV: confiança empresarial sobe 0,3 ponto em março ante fevereiro, para 95 pontos

    Economia

    O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 0,3 ponto em março ante fevereiro, alcançando 95,0 pontos, informou nesta segunda-feira, 2, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado é o mais elevado desde abril de 2014, quando o indicador estava em 95,6 pontos. O indicador médio do primeiro trimestre ficou 2,8 pontos acima do resultado do trimestre anterior. Na comparação com o mesmo trimestre de 2017, o avanço é de 11,5 pontos.

    “O resultado de março seguiu o padrão do mês anterior: variação discreta da confiança empresarial com melhora na percepção sobre a situação atual e estabilidade das expectativas. Dadas as limitações a um avanço mais expressivo da confiança estabelecidas pelo ritmo ainda lento de recuperação da economia e pelos níveis ainda elevados de incerteza, a acomodação do índice em novo patamar por dois meses ainda pode ser lida de forma favorável. O índice deve retomar a tendência ascendente nos próximos meses”, avaliou Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

    O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria de Transformação, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

    Em março, houve melhora em quase todos os setores, com exceção dos Serviços, que recuaram 1,7 ponto no mês. A maior contribuição para a alta do índice empresarial foi da Indústria (2,9 pontos), seguida pelo Comércio (1,9 pontos).

    A confiança cresceu em 51% dos 49 segmentos pesquisados para compor o ICE de março. A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.893 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 23 de março.

  • Redução na taxa do cartão de débito beneficia pequeno varejista

    Redução na taxa do cartão de débito beneficia pequeno varejista

    Economia

    Anunciada pelo Banco Central na última segunda-feira, 26, a medida que reduz tarifas de operações com cartão de débito deve estimular o uso dos cartões e favorecer sobretudo pequenos varejistas, que hoje lidam com custos mais elevados.

    O Banco Central atuou para limitar a tarifa de intercâmbio, uma taxa paga aos emissores de cartões (bancos, por exemplo) pelos credenciadores (Cielo, Rede, entre outras empresas). Para operações no débito, a determinação do BC é de que a tarifa seja limitada em dois parâmetros: a média deverá ser de até 0,50% do valor da compra e a máxima em até 0,80%.

    No mercado, essa redução da tarifa que vai para os bancos é vista como um estímulo para que aumente o volume das transações em cartão, que passariam a substituir as transações em dinheiro e ganhariam espaço sobretudo nos varejistas de menor porte.

    “Quanto menor o lojista, mais ele tende a perceber esse efeito, dado que grandes varejistas já trabalham com uma estrutura mais otimizada de custo de transação”, comenta Fabrício Costa, fundador da Equals, empresa especializada em gestão de meios de pagamento. Hoje, a taxa varia conforme o relacionamento do lojista com a empresa de cartões. Grandes varejistas têm maior volume e maior capacidade de negociação.

    Do lado dos varejistas, a discussão foi acompanhada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que já esperava o anúncio da nova medida para este mês de março. Segundo a entidade, a redução da taxa tende a aumentar o volume de transações com débito. Com maior volume, os bancos poderiam compensar as perdas com a taxa menor.

    A medida do BC, que vale a partir de 1.º de outubro deste ano, faz com que o teto da taxa paga aos bancos possa cair até 40%, conforme informou o diretor de Política Monetária do Banco Central, Reinaldo Le Grazie. Antes da medida, a tarifa máxima chegava em torno de 1,12%, e não havia limitação, disse ele.

    A maior concorrência entre empresas de maquininha é vista como um ponto chave para esse novo passo no setor. “O varejista só vai ser beneficiado porque hoje já há mais concorrência no mercado”, comenta Costa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  • Long Life Racks

    LONG LIFE RACKS, é uma das mais tradicionais fabricantes de bagageiros (racks) para automóveis do país. Estamos ampliando comercialização para o estado do Sergipe e gostaríamos de oferecer esta oportunidadepara representação

    Mais informações:

    Nelson Farina
    Rica Indústria e Comércio Ltda.
    Fone (51) 3481.3451 / 99218.5502

     

  • Reforma Trabalhista: tudo o que os empreendedores precisam saber

    Reforma Trabalhista: tudo o que os empreendedores precisam saber

    A reforma trabalhista está promovendo mudanças significativas no regime de contratação. Veja aqui como essas alterações interferem na relação de pequenas empresas com seus empregados.

    Recentemente o congresso aprovou uma ampla reforma trabalhista. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Michel Temer no último dia 13 de julho, e entraram em vigor a partir de 11 novembro — que quando terminou o prazo legal de 120 dias para a implantação do novo dispositivo.

    Como já existem muitos conteúdos tratando das alterações sob o viés das grandes empresas, este artigo é para orientar você, empreendedor(a), que é responsável por uma startup ou por uma scale-up (empresa de crescimento contínuo). Clique aqui e veja uma tabela comparativa detalhada de cada mudança na legislação.

    A reforma traz mudanças que vão impactar diretamente a sua operação. E é fundamental que você as conheça para tirar o melhor proveito delas.

    O que muda para as pequenas empresas?
    O fato é que não há, na reforma, uma distinção entre portes de empresas. Mas o que resulta proveitoso para quem é responsável por um pequeno negócio é algo que, de certa maneira, é proveitoso para todos: a flexibilização de forma. Você deve ter ouvido críticas a respeito dessa flexibilização, de como ela implica a revogação de determinados direitos dos trabalhadores. Mas isso é equivocado: o que muda é a forma como esses benefícios serão assegurados, que comporta uma variação que antes não existia.

    A meu ver, a flexibilização é especialmente benéfica para pequenas empresas. Para o modelo de negócio que está em desenvolvimento, a inflexibilidade era um tremendo desafio. O modelo de contrato era muito rígido e universal; uma grande empresa tem mais recursos para se ajustar a regras que não são tão favoráveis. Mas o empreendedor era muito mais sensível.

    Por exemplo: a compensação de jornada de trabalho. Agora, há a possibilidade da compensação em regime de banco de horas individual ser feita em até 6 meses (antes só poderia ser semanal). Isso significa que o pequeno empreendedor tem a possibilidade de fazer um banco de horas sem ter que depender de sindicato para o qual nem sempre uma pequena empresa será prioridade. A pequena empresa pode conseguir acordo de compensação de jornada mediante um acordo individual, o que é muito mais dinâmico e eficaz. A questão do trabalho remoto também foi abordada: até hoje não havia regulamentação específica, o que causava dúvidas e insegurança, e agora há uma regulamentação específica.

    Outro desafio que a legislação antiga para o empreendedor dizia respeito à contratação de executivos. Era muito difícil para empresas de menor porte competir com as grandes multinacionais nesse campo. Mas, agora, há uma série de dispositivos novos que possibilitam a autonomia de vontade em certos contratos de trabalho — podendo haver até cláusula de arbitragem. Isso proporciona maior amplitude de negociação entre empresas e empregados — o que também beneficia os empreendedores.


    Enfim, de modo geral, a flexibilização concede, ao pequeno empreendedor, maiores possibilidades de conferir eficiência à gestão a partir da força de trabalho.

    O QUE MUDA EM QUESTÕES COMO FÉRIAS, BANCO DE HORAS, JORNADA DE TRABALHO, IMPOSTO SINDICAL E HOME OFFICE?
    Vamos lá!

    Férias
    Regra atual: Fracionamento das férias limitado a casos excepcionais, no máximo em dois períodos, nenhum dos quais pode ser inferior a 10 dias e não sendo permitido o fracionamento para empregados menores de 18 ou maiores de 50 anos.

    Nova regra: Institui que férias poderão ser fracionadas em até três períodos. Um período de no mínimo 14 dias, e nenhum período inferior a cinco dias. Menores de 18 anos e maiores de 50 podem fracionar férias. Veda o início das férias no período de dois dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado.

    Banco de horas
    Regra atual: É obrigatória a negociação com o sindicato, limitada a um período de no máximo 12 meses.

    Nova regra: A negociação ocorre por acordo individual escrito com o empregado, limitado ao prazo máximo de seis meses. A negociação com o sindicato permanece, limitado ao prazo de 12 meses. Horas extra habituais não descaracterizam o banco de horas.

    Jornada de trabalho
    Regra atual: Possível mediante negociação com o sindicato.

    Nova regra: Pode ser negociada diretamente com o empregado.

    Contribuição sindical
    Regra atual: Obrigatória e equivalente a 1 dia de salário por ano

    Nova regra: Estabelece que as contribuições sindicais dos empregados passarão a ser voluntárias mediante autorização expressa do empregado. E que a contribuição sindical da empresa também será opcional.

    Trabalho remoto/home office
    Regra atual: Não há previsão legal.

    Nova regra: Regulamenta a atividade como trabalho predominantemente fora das dependências do empregador. Estabelece contrato escrito. Institui que a responsabilidade pelo fornecimento e manutenção de equipamentos de TI e pelo reembolso de despesas do empregador ao empregado deve ser definida no contrato escrito. Estabelece a possível a mudança de sistema (presencial para home office e vice-versa) por mútuo acordo ou, no caso de mudança do sistema de home office para presencial, por imposição do empregador.

    Falando sobre acordo sindical: o que muda de fato?
    A principal mudança proposta pela reforma é a revogação do imposto sindical. Isso acabou. Mas o mecanismo pelo qual a negociação ocorre permanece o mesmo. Não há uma mudança jurídica nas relações sindicais. Os sindicatos continuam “valorizados”, porque determinados acordos dependem deles.

    As negociações continuam do mesmo modo que sempre foram. Continua existindo a convenção coletiva, estabelecida entre entidades patronais e sindicatos que se reúnem a cada ano para ao menos discutir reajuste salarial. As determinações incluem todos os trabalhadores de um determinada atividade em um determinado território e as empresas dentro do mesmo contexto.

    Mas com a reforma ganha relevo, também, o acordo coletivo, estabelecido entre uma empresa e um sindicato. O que é benéfico aos empreendedores.

    Tome, como exemplo, o setor de tecnologia. Temos startups e pequenas empresas, e as grandes: é o mesmo sindicato que representa todos os trabalhadores. É muito difícil imaginar que esses trabalhadores tenham todos as mesmas necessidades. Haverá necessidades de cláusulas de contrato que interessam mais a grandes empresas, outras a menores.

    Assim, o acordo coletivo permite que uma determinada empresa vá ao sindicato apresentar uma necessidade (banco de horas, por exemplo). Esse acordo pode ser feito entre a empresa e o sindicato.

    O desafio da relevância nas negociações com sindicatos
    Uma consideração que eu gostaria de fazer diz respeito à relevância das pequenas empresas nessa negociação com sindicatos. É uma questão delicada: como o pequeno empresário com dez empregados se torna tão relevante quanto uma empresa com muito mais empregados? O impacto social de um acordo coletivo é maior do que aquele com poucos.

    Fica a impressão de que, embora o pequeno empreendedor possa ir diretamente ao sindicato, seja mais provável que ele ainda vá “de reboque” nas convenções. Assim sendo, uma alternativa interessante é o acordo de compensação individual de 30 dias ou o banco de horas individual.

    De que forma os empreendedores podem se beneficiar com as mudanças da reforma trabalhista?
    O empreendedorismo se beneficia na medida em passa a poder ajustar o contrato de trabalho à sua realidade de negócio. A reforma corrige uma extemporaneidade, que era o pressuposto de que todos os negócios são iguais, ou de que todos os empregadores têm os mesmos desafios.

    Assim, a grande virtude da reforma é permitir algumas customizações do contrato. Flexibilizar, nesse caso, não implica perda de direitos. O que muda é como isso será definido.

    Fonte: endeavor/José Carlos Wahle

  • Surya Brasil

    A distribuidora oficial da marca de cosméticos Surya Brasil está contratando RCA (PJ) para atender em todo território nacional.

    Ponto relevantes:
    – Marca líder de mercado no segmento de coloração a base de Henna
    – Produto de alto giro
    – Aumento de portifolio com produtos diferenciados
    – Valor agregado

    Interessados enviar e-mail para reps@suryabrasil.com

  • Temer sanciona, sem vetos, lei que regulamenta Uber

    Temer sanciona, sem vetos, lei que regulamenta Uber

    Economia

    O presidente Michel Temer sancionou, sem nenhum veto, a lei que regulamenta os aplicativos de transporte privado de passageiros, como Uber, Cabify e 99, segundo informaram fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. O texto da nova lei deve ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 27.

    A lei é resultado de projeto aprovado na Câmara no fim de fevereiro e é considerada uma vitória para as empresas que administram os aplicativos e uma derrota para taxistas.

    O texto original do projeto, aprovado em abril do ano passado na Câmara, era visto como favorável aos taxistas. Há quatro meses, no entanto, o Senado aprovou uma versão com mudanças que favorecem as empresas dos aplicativos. A obrigatoriedade do uso de placas vermelhas, a imposição de que somente o dono do veículo poderia dirigi-lo e a restrição de circulação apenas na cidade onde o carro é registrado foram derrubadas pelos senadores, decisão que foi mantida pela Câmara.

    Os deputados também concordaram que o motorista dos aplicativos não precisará solicitar autorização específica das prefeituras para trabalhar. Além disso, pelo projeto aprovado e agora sancionado, o veículo utilizado no serviço terá de atender aos requisitos de idade máxima e as características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder municipal. Será exigido ainda contratação de seguro de acidentes pessoais para os passageiros e o motorista terá de apresentar certidão negativa de antecedentes criminais para poder trabalhar no sistema.
    Fonte: EStadão Conteúdo
  • Temer confirma saída de Meirelles da Fazenda

    Temer confirma saída de Meirelles da Fazenda

    Política

    O presidente Michel Temer confirmou nesta segunda-feira, 26, ao Broadcast Político que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vai deixar o cargo nos próximos dias para tentar se viabilizar como candidato à Presidência da República. “Já era a intenção dele. Acertamos nesses últimos dias”, afirmou Temer à reportagem em rápida conversa por telefone. O presidente disse ainda não ter decidido quem substituirá Meirelles.

    A estratégia do MDB é ter uma opção interna caso o projeto de reeleição do presidente Michel Temer não decole. Para começar a impulsionar o nome de Meirelles, Temer levou a tiracolo o ministro da Fazenda em um giro pelo Nordeste na semana passada. O anúncio de Temer antecipa o próprio Meirelles, cuja intenção era anunciar sua decisão somente no dia 2 de abril, em Portugal.

    A cúpula quer que ele permaneça como uma espécie de “plano B” para o caso de Temer não conseguir viabilizar sua candidatura e desistir de entrar no páreo. Para viabilizar a estratégia, o ministro vai se filiar ao MDB. Se o presidente não recuar, porém, o MDB avalia que Meirelles pode ser vice na chapa.

    O ministro nunca escondeu a intenção de concorrer à Presidência, mas enfrentava dificuldades para pôr de pé seu projeto eleitoral. Filiado ao PSD, Meirelles não tem apoio de sua própria legenda – que negocia com o PSDB do governador e presidenciável Geraldo Alckmin – e não obteve garantia de candidatura em partidos menores, como PRB, PSC e PHS.

    Substitutos

    Na conversa com Temer em que acertou sua saída do Ministério da Fazenda, Meirelles sugeriu ao presidente dois nomes para substitui-lo: o do secretário-executivo da Pasta, Eduardo Guardia, e o do secretário de Acompanhamento Fiscal, Mansueto Almeida. Líder do governo no Senado e presidente nacional do MDB, o senador Romero Jucá (RR), porém, quer emplacar o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, para Fazenda.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Diretores do CORE/SE participam de Plenária do Conselho Federal

    Diretores do CORE/SE participam de Plenária do Conselho Federal

    O presidente do Core/Se, Emerson Natal de Almeida Sousa (esquerda da foto) e o diretor-tesoureiro, Cloves Alcantara, participam de Plenária do Conselho Federal dos Representantes Comerciais. A plenária acontece nos dias 26, 27 e 28 deste mês de março. O encontro dos COREs de todo o país, é realizado na sede do CONFERE, Rio de Janeiro. Serão tratados assuntos sugeridos pelos Conselhos Regionais e proposto pelo Confere, todos, direcionados a categoria dos Representantes Comerciais.

    Foto: presidente do CORE/SE participa da formação da mesa no primeiro dia da Plenária

    Aqui no nosso site e na nossa página no Faceboook, você ficará sabendo mais sobre o encontro.

  • Atacarejo cresce mais que supermercados em 2017

    Atacarejo cresce mais que supermercados em 2017

    Economia

    Em meio a crise econômica, modelo que mescla atacado e varejo conquistou espaço no orçamento limitado dos consumidores

    O montante de R$ 353,2 bilhões foi o faturamento registrado pelo setor supermercadista em 2017, 4,3% a mais que o valor registrado em 2016 (R$ 338,7 bilhões). Desse número, R$ 187,4 milhões concentraram-se nas mãos das 20 maiores empresas do segmento – Carrefour (R$ 49,6 bilhões), GPA (R$ 48,4 bilhões, sem contabilizar os números da Via Varejo), Walmart (R$ 28,1 bilhões), Cencosud (R$ 8,5 bilhões) e Irmãos Muffato (R$ 6 bilhões) lideraram o ranking no ano passado. Os dados são da 41ª edição da pesquisa Ranking ABRAS/SuperHiper, feita pelo Departamento de Economia da Associação Brasileira de Supermercados em parceria com a Nielsen. O resultado total de faturamento apontado representa 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB).

    O setor encerrou o ano passado 89,3 mil lojas e 1,822 milhão de funcionários diretos. Segundo o estudo, em comparação com 2016, foram criados 20 mil novas vagas no Brasil em 2017. Apesar do crescimento registrado, o atacarejo – segmento que mescla atributos de atacado e varejo – chegou a crescer três vezes mais que os supermercados no ano passado.

    De acordo com dados da Euromonitor Internacional, que considera as vendas para consumidores finais e exclui as vendas Business to Business (B2B), o cenário econômico negativo exerceu uma forte pressão sobre o varejo brasileiro em 2015 e 2016. Entretanto, canais como o atacarejo foram favorecidos pelo orçamento limitado de consumidores, uma vez que os empresários do ramo conseguiram preços mais baixos para os produtos em reflexo aos seus reduzidos custos de operação.

    Para José Roberto Securato Júnior, vice-presidente do Ibevar e conselheiro da Saint Paul Escola de Negócios, com a saída da recessão econômica, é natural que atacarejos percam atratividade e cresçam mais devagar. De um lado, há o aumento da concorrência e a queda de faturamento devido à deflação e, de outro, uma mudança no comportamento do consumidor. “O atacarejo deve seguir crescendo e conquistando mais lares”, diz. “Mas, em algum momento, terá que ceder às pressões do mercado varejista e suas tendências, focando mais na experiência do consumidor, conveniência e tecnologia”, acrescenta.

    O atacarejo, segundo a Euromonitor Internacional, cresceu 11% no Brasil em 2017, e movimentou R$ 48,4 bilhões em vendas para o consumidor final. Já o varejo alimentar, que inclui supermercados, hipermercados, lojas especializadas em alimentos e bebidas e lojas de conveniência, cresceu 3,7%. “O atacarejo é o principal motor de crescimento de várias redes, impulsionado pela conversão de supermercados tradicionais no formato mais robusto”, explica Securato. A consultoria Euromonitor Internacional projeta um crescimento médio anual das vendas ao cliente final de 6% até 2022.

    Fonte: Meio & Mensagem/Victória Navarro

  • Samburá Casa de Caça e Pesca

    Empresa seleciona Representante Comercial para a linha de Caça, Pesca e Camping, para atuar em Sergipe e regiões próximas.
    Interessados ligar para (54) 9.9932.1240
    http://www.samburaloja.com.br/

  • Uniweld

    A Uniweld é uma indústria de eletrodos e procuramos represenatntes

    que desejam complementar seu portfólio de representação e que

    visitem consumidores finais e revendas.

    Atuamos com os seguintes segmentos de produtos: soldas em geral (eletrodos).

    Itens a Serem Representados: Solda – Eletrodo para: aço carbono, aço inox, ferro fundido, alumínio, revestimento duro, corte e chanfro, arame mig, fluxos para solda, Vareta cobreado e latão, Solda Estanho, Equipamentos de Oxicorte e Oxi solda tais como maçarico de solda, extensão de solda, maçarico de corte, bicos de corte, válvulas corta chama, manômetros, reguladores de pressão.

    É necessário CNPJ e CORE jurídico.
    Central de Representantes
    Carina Leme
    (011) 4035-8877 | Ramal: 8854
    representantes@uniweld.com.br
    Al. XV de Dezembro, 188 | Tanque do Moinho | Bragança Paulista/SP
  • Comercial Maranguape

    Somos a empresa COMERCIAL MARANGUAPE LTDA de Natal/RN

    Estamos precisando de representante no estado de SERGIPE,

    se tiver alguém que esteja interessado, entrar em contato

    conosco, por gentileza.

    Segue em anexo nosso catálogo para avaliação.

    Micarla – Auxiliar de Vendas

    Tel/Fax: (84) 4006-7979 – Ramal: 2290

    Celular: (84) 9.9903-1150 | 9.8872-6813

    Skype: micarlaalves

    televendas05@cmaranguape.com.br

    Nosso Endereço:

    Rua Três Lagoas, 399 | Lagoa Azul | 59139-572 | Natal/RN

  • Localiza Seminovos

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  • COMO MATAR A SUA ASSOCIAÇÃO OU ENTIDADE DE CLASSE

    COMO MATAR A SUA ASSOCIAÇÃO OU ENTIDADE DE CLASSE

    Existem muitas maneiras de matar uma associação. Veja como isto pode acontecer.

    Quando, há alguns anos, li este artigo na revista Tecnopan sobre as formas de matar uma entidade de classe, não pude deixar de me lembrar de uma associação da qual participei, que começou com muito gás, mas posteriormente teve sua “causa mortis” decretada exatamente pelos motivos abaixo enumerados.

    Cabe a todos nós, e não apenas a alguns poucos, lutar pelo sucesso e pelos ideais de sua entidade de classe, pois sendo legítima, a força dela será também a sua força na defesa dos reais interesses da classe. Vamos ao texto.

    COMO MATAR SUA ASSOCIAÇÃO OU ENTIDADE DE CLASSE
    Doze conselhos infalíveis para fazer sua associação fracassar

    1. Não freqüente a entidade mas, quando for lá ache algo para reclamar.

    2. Se comparecer a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pela classe.

    3. Nunca aceite uma incumbência. Lembre-se é mais fácil criticar do que realizar.

    4. Se a diretoria pedir a sua opinião sobre o assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois espalhe como deveriam ser feitas as coisas.

    5. Não faça nada além do necessário. Porém, quando a diretoria estiver trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua entidade está dominada por um grupinho.

    6. Não leia o jornal da entidade e muito menos os comunicados. Afirme que ambos não publicam nada de interessante e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente.

    7. Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo: “essa turma quer é ficar sempre nos cargos…”

    8. Quando tiver divergências com um diretor, procure com toda intensidade vingar-se da entidade e boicotar seus trabalhos.

    9. Faça ameaça de abrir processo ético e envie cartas ao quadro social com acusações pesadas à diretoria.

    10. Sugira, insista e cobre a realização de cursos e palestras. Quando a entidade realizá-los, não se inscreva nem compareça, alegando que as datas eram inadequadas.

    11. Se receber um questionário da entidade solicitando sugestões, não preencha, e se a diretoria não adivinhar as suas idéias e pontos de vista, critique e espalhe a todos que é ignorado.

    12. Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando sua entidade morrer, estufe o peito e afirme com orgulho: ‘’Eu não disse?’’

    Artigo publicado na revista Tecnopan, n.º 217, da ABIP – Associação Brasileira da Indústria da Panificação.
    Ernesto Artur Berg
    ernestobeg@yahoo.com.br
    www.quebrandobarreiras.com.br

    FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-matar-a-sua-associacao-ou-entidade-de-classe/1323/

  • Fasouto

    Representante Comercial tem direito
    ao cartão Cliente Vip que tem preço diferenciado
    do consumidor final.
    Cartão gratuito

  • Prime Escritório Virtual

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    Endereço: Av. Jorge Amado, 1565 | 13 de Julho | Aracaju/SE
    Telefone: (79) 3085-9590 | 99991-9590