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  • Indústria fecha 2017 com crescimento de 2,5%, após três anos de queda

    Indústria fecha 2017 com crescimento de 2,5%, após três anos de queda

    Dados de 2017 foram divulgados pelo IBGE na manhã de quinta-feira (02/02/2018)

    Após três anos de quedas consecutivas, a produção industrial brasileira fechou o ano passado com crescimento acumulado de de 2,5%, na comparação com 2016, puxada pelo setor automotivo. Este é o primeiro resultado anual positivo desde 2013, quando a indústria fechou com expansão de 2,1%, e o maior desde 2010, ano em que a indústria teve o recorde de 10,2% de crescimento.

    Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF) divulgada hoje (1º), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou também o resultado mensal do último mês de 2017: o parque fabril do país fechou dezembro com crescimento de 2,8% em relação a novembro, na série livre de influências sazonais.

    Esta foi a maior alta mensal na série ajustada sazonalmente desde os 3,5% de junho de 2013. A indústria fechou os quatro últimos meses do ano passado com crescimentos mensais consecutivos, período em que acumulou expansão de 4,2%.

    Em relação a dezembro de 2016, a indústria teve alta de 4,3%, a oitava taxa positiva consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mas inferior às taxas de outubro (5,5%) e novembro (4,7%). No quarto trimestre, indústria cresceu 4,9% em relação ao mesmo período de 2016. Já o crescimento acumulado do segundo semestre do ano foi de 4%.

    POR AGÊNCIA O GLOBO
  • Quem vai levar o Walmart?

    Quem vai levar o Walmart?

    Maior varejista do mundo, a rede americana busca um sócio para a sua operação no Brasil. Saiba quem está no páreo

    Desde que desembarcou no Brasil, em 1995, a rede americana Walmart alterna fases de investimentos pesados em expansão com momentos de indefinição, fechamentos de lojas e seguidos resultados deficitários, especialmente nos últimos anos. No início de dezembro, esse histórico de contrastes foi reforçado. O grupo anunciou um aporte local de R$ 1,5 bilhão, a integração de suas lojas offline e online e, ao mesmo tempo, passou a conviver com os rumores de que iria deixar o País, conforme antecipou a coluna MOEDA FORTE, do redator-chefe Carlos Sambrana, no portal da DINHEIRO, em dezembro de 2017. Na semana passada, as dúvidas em relação ao futuro da companhia no mercado brasileiro vieram novamente à tona, com as especulações de que a empresa está buscando um sócio para tocar a operação.

    A relação de potenciais interessados no ativo estaria restrita a um grupo de fundos americanos de private equity. Um dos nomes que desponta nas negociações com o Walmart é o Advent. Com assessoria do Goldman Sachs, a lista também inclui os fundos Catterton, Carlyle, General Atlantic, GP Investments e Acon. Procurado, o Walmart afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que não comenta especulações. O mesmo direcionamento foi adotado por todas as outras companhias citadas.

    Conforme apurou a DINHEIRO, as conversas mantidas pelo Walmart ainda são muito preliminares. A fatia que a companhia está disposta a oferecer ainda não está definida. A expectativa dos analistas é que a empresa venda uma participação minoritária para manter o controle do negócio. Seja qual o formato, os especialistas apontam os fundos para os quais um eventual acordo faria mais sentido. O Catterton é um desses nomes, pelo fato de ter em seu portfólio marcas Premium, como a rede varejista brasileira St. Marche. “É uma marca complementar, com um público e formatos distintos ao do Walmart, o que ajudaria a rede a fortalecer sua presença em todo o varejo alimentar”, diz Douglas Carvalho, sócio-fundador da consultoria Target Advisor.

     O Advent é mais um forte candidato. Com um histórico de aportes em marcas como a Restoque, o fundo acumulou conhecimento sobre o varejo brasileiro e seria um bom parceiro para oxigenar a gestão do Walmart no Brasil. Entre os desafios da operação da rede americana, os especialistas apontam a lentidão para unificar os canais online e offline e para integrar as aquisições realizadas no País. “A grande questão é se os recursos injetados em um acordo vão ficar por aqui ou na matriz”, diz Eduardo Yamashita, diretor do Grupo Gouvêa de Souza.

    Mesmo com um faturamento no Brasil de R$ 29,4 bilhões em 2016, último ano em que a rede divulgou dados locais, a subsidiária tem dificuldade para fazer frente ao Carrefour e ao Grupo Pão de Açúcar, líderes do varejo alimentar no País. “A operação dá prejuízo há muitos anos. No Brasil, O Walmart patina, patina e não sai do lugar”, afirmou um ex-alto executivo do Walmart, em entrevista recente à DINHEIRO. Os analistas destacam ainda que a gigante americana, sob o comando do CEO Doug McMillon, está concentrando suas forças no mercado americano, onde tem conquistado bons avanços, especialmente em inovações e no campo digital. Nesse contexto, a busca por um sócio seria, no momento, a melhor alternativa para o Walmart ganhar fôlego e tempo para se reestruturar no Brasil, sem maiores riscos. “E, lá na frente, caso a operação esteja redonda, as opções são diversas”, diz Yamashita, do Gouvêa de Souza. “Eles podem recomprar sua fatia. Ou mesmo vender um ativo muito mais valorizado.”

    Fonte: Istoé Dinheiro (Moacir Drska)

     

  • Mercado já vê alta de até 3,5% no PIB

    Mercado já vê alta de até 3,5% no PIB

    A divulgação de resultados melhores do que se imaginava para produção industrial, emprego e balança comercial fez com que consultorias revisassem para cima a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018. Segundo economistas ouvidos pelo Jornal O Estado, o País pode ter um crescimento de até 3,5%.

    Os últimos dias foram de indicadores mais robustos do que se antecipava. Em janeiro, a balança comercial teve um superávit de US$ 2,7 bilhões – melhor para o mês em 12 anos -, a venda de veículos novos cresceu 23,14% no mês passado e os dados de produção industrial de 2017 apontam alta de 2,5%.

    Na visão dos analistas, após os anos de crise, a recuperação deve seguir a partir de agora de forma gradual, favorecida pelo cenário externo, que também ajuda a reaquecer a economia. “Olhando para a produção industrial, o resultado deve dar um impulso forte para o PIB de 2018 e é um sinal relevante de que a retomada do crescimento é consistente e espalhada”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale. A consultoria revisou de 3,1% para 3,5% a projeção para o PIB de 2018.

    O UBS Brasil também elevou as expectativas para o crescimento do PIB deste ano, de 3,1% para 3,3%, considerando o melhor desempenho dos indicadores de atividade econômica e das condições financeiras. Nesse cenário, cresce a expectativa pelo aumento da demanda por crédito. Segundo o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, a carteira de crédito do banco começou a reagir no último trimestre do ano passado. “O quarto trimestre representou o primeiro crescimento nos últimos dois anos.”

    “Com juro mais baixo e emprego e renda em alta, tudo caminha no sentido de uma maior demanda por crédito”, analisa o ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman. “O fator incerteza hoje é a eleição. Se o Brasil se encaminhar para um candidato centrista, a economia deve ir melhorando e, com ela, a demanda por crédito.”

    Outubro incerto. Com a economia dando sinais de recuperação, o maior fator de preocupação dos analistas é a eleição. Mesmo com a redução da chance de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a decisão desfavorável ao petista na Justiça, o mercado teme a fragmentação na disputa eleitoral. “O risco de volatilidade por conta do processo eleitoral pode afetar negativamente o crescimento”, avalia o economista-chefe do UBS, Tony Volpon.

    “O cenário ainda está muito incerto”, diz Alessandra Ribeiro, da Tendências. “A saída provável do ex-presidente Lula do pleito aponta para um cenário de risco reduzido, mas não descarta surpresas lá na frente.” Ainda assim, Marco Caruso, economista do Banco Pine, avalia que a conjuntura econômica favorável deve funcionar como blindagem até parte do terceiro trimestre. Assim, diz, há espaço para a produção industrial crescer mais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

  • M. Dias Branco compra Piraquê, avaliada em R$ 1,55 bilhão

    M. Dias Branco compra Piraquê, avaliada em R$ 1,55 bilhão

    Negócios

    A M. Dias Branco aprovou nesta segunda-feira, 29, a aquisição da Indústria de Produtos Alimentícios Piraquê. A empresa afirma que, para fins da operação, a Piraquê foi avaliada em R$ 1,550 bilhão.

    “A operação reflete a estratégia comercial da M. Dias Branco de acelerar seu crescimento nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, bem como de incluir no seu portfólio produtos de alto valor agregado”, afirma a companhia, em fato relevante.

    A Piraquê fabrica massas, biscoitos, salgadinhos e refrescos. No período de outubro de 2016 a setembro de 2017, registrou receita líquida total de R$ 717,0 milhões.

    A conclusão do negócio está sujeita à implementação de algumas condições, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Durante o período de análise da transação, as companhias continuarão operando de forma independente. A M. Dias Branco não deu mais detalhes sobre a operação.

    Sobre a M. Dias Branco

    As marcas da empresa são conhecidas nos diversos mercados em que atua. Estão presentes em todo o país com marcas regionais que possuem uma forte relação de confiança com os consumidores de cada região. No Nordeste, marcas como Fortaleza, Richester, Vitarella, Estrela, Pelaggio, Pilar, Finna e Puro Sabor são as preferidas pelos consumidores. No Sudeste, está presentes com as marcas Adria, Zabet e Basilar. Na região Sul, a marca Isabela é a principal representante. Todas ocupam posição de destaque nos mercados que atuam.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • O verdadeiro peso dos tributos

    O verdadeiro peso dos tributos

    Números fornecidos pelo IBGE e Receita Federal do Brasil, indicam que a carga tributária no Brasil durante o governo de Fernando Collor foi em média de 24,4% do PIB. Subiu nos governos Itamar Franco e FHC para 29,5% (+5,5%), e de Lula e Dilma Rousseff para 33% (+3,5%).

    Avaliação do Institute for Management Development (IMD) indica que na relação entre PIB per capta versus carga tributária, o Brasil deveria ter até 2015, uma carga de no máximo 23% do PIB e não 32,7%. Portanto, a população recebe uma renda média incompatível com a carga tributária que lhe é imposta. Atualmente, o peso dos tributos no Brasil é de 33,7%, carga equiparada às economias do G7 (32,3% de média); superior à média dos demais Brics e acima da média global, com menos 4,8% e 5,7%, respectivamente.

    O Brasil é detentor da maior carga tributária registrada na América Latina e arrecada impostos na voracidade de países desenvolvidos. Segundo informações da Receita Federal e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o país tinha uma carga tributária acima de 32% do PIB em 2014, junto com a Argentina, enquanto outros países vizinhos como México, Chile e Equador apresentavam 19%. No comparativo com países da OCDE, o Brasil aparece ao lado do Reino Unido (32,57%) e da Nova Zelândia (32,37%).

    Por outro lado, a análise comparativa absoluta realizada por grandes organismos internacionais, não levam em consideração a realidade sócio-econômica e a contrapartida de serviços oferecidos pelos países à população, mesmo que estes serviços não tenham o nível desejado de qualidade.

    Os EUA, por exemplo, praticam uma carga de tributos de 28% o que significa que cada cidadão americano paga em média US$ 13,5 mil/ano de impostos, enquanto que o brasileiro, paga o equivalente a US$ 4 mil, com uma carga 10% maior de tributos. Logo, vê-se que esse tipo de comparação não faz muito sentido. Por outro lado, no Brasil pratica-se uma tributação mais perversa, em função da elevada incidência de impostos indiretos no consumo e na produção, e a população mais pobre acaba por pagar muito mais que os ricos.

    O Chile é sempre citado pelos brasileiros que lá visitam como uma referência econômica a ser copiada e com carga tributária de 19,8%, desconhecendo a dura realidade vivida pela população daquele país. O problema mais crítico do Chile decorreu da privatização da seguridade social promovida por Pinochet, que deixou metade da população sem nenhum tipo de amparo na velhice, fator agravado pela expectativa de vida alta (82 anos). Pior, a privatização dissipou as reservas da seguridade para remunerar companhias de investimentos e deixou muitos aposentados na miséria. Hoje o país tem a menor participação relativa da mulher no mercado de trabalho da América Latina; os universitários pagam mensalidades só inferiores às cobradas pelos Estados Unidos; a desigualdade na distribuição de renda é tão absurda que os 5% mais ricos cidadãos ganham 830 vezes a renda dos 5% mais pobres; e, todos os chilenos pagam 7% ao Fonasa – Fondo Nacional de Salud, equivalente ao SUS do nosso Brasil com uma considerável diferença: ele não é gratuito. Isso significa que além da contribuição mensal, paga-se uma percentagem adicional por cada procedimento (consultas, exames, cirurgias e etc).

    Portanto, simplesmente comparar percentuais de carga tributária em um determinado ranking, mais confunde do que explica. É como analisar isoladamente o PIB de um país, que pode ter crescido absurdamente, enquanto a maioria da população esteja piorando a sua qualidade de vida em função da má distribuição da riqueza e da renda.

    O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) vem sendo aplicado como um parâmetro mais justo de comparação, e deverá evoluir mais ainda nessa avaliação com o Índice de Progresso Social (IPS), que agrega indicadores sociais e ambientais que capturam três dimensões do progresso social: as Necessidades Humanas Básicas, os Fundamentos de Bem-Estar e as Oportunidades.

    Outro equívoco é o de atribuir o peso da carga tributária a um país (União). No Brasil a parte mais significativa de bolo de impostos é de responsabilidade dos estados e municípios, ou seja, a União é co-participe da carga total de tributos.

    Temos que enxergar o Brasil não com o olhar de desdém de um turista que entra em êxtase ao passar uma temporada visitando Valparaíso, Vina del Mar ou as vinícolas de Santiago. Somos a 9ª economia global (US$1,77 trilhão) e isso não é pouco. Falta-nos nesse momento aprovar uma primeira Reforma Tributária que evolua na simplificação e redução do número de tributos, elimine privilégios, favoreça a produção e distribua melhor a renda; e quem sabe, no médio prazo tenhamos aumento de arrecadação com redução da carga de tributos.

    Adm. Márcio Monteiro

    FONTE: ☛ http://www.93noticias.com.br/o-verdadeiro-peso-dos-tributos/
  • Nota informativa – Fim da inclusão da partícula ME ou EPP no Nome Empresarial

    Nota informativa – Fim da inclusão da partícula ME ou EPP no Nome Empresarial

    Cumprindo orientação do ofício circular nº 1/2018 do Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI), a Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese) informa aos usuários que as empresas registradas na autarquia não deverão mais incluir ao final do Nome Empresarial as expressões “Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte”, ou suas respectivas abreviações, “ME” ou “EPP”.

    Diante da nova medida, os processos de constituição protocolados na Jucese que informarem no Nome Empresarial a partícula “ME” ou “EPP” serão colocados em exigência para efetuarem exclusão. A Junta Comercial ressalta ainda que o enquadramento de porte da empresa, seja “Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte”, continuará sendo feito da mesma forma e será registrado.
  • Eleição Sirecom Sergipe – Quadriênio 2018/2022

    Eleição Sirecom Sergipe – Quadriênio 2018/2022

    No próximo dia 07 de fevereiro de 2018, quarta-feira, o Sirecom Sergipe realizará a eleição para definir sua gestão 2018/2022. A votação acontece somente na sede do CORE/SE (Calçadão da João Pessoa, 320 | 5º Andar | Edifício Cidade de Aracaju | Centro | Aracaju)), das 8h às 12h, onde hoje também funciona a administração do sindicato.

    Por que é importante participar das eleições do Sirecom?
    A eleição da nova diretoria é importante para que os associados, da hora de votarem, tenha o poder de fortalecer o Sirecom Sergipe para que continue buscando benefícios a todos os representantes comerciais do estado.

    Além de exercer a democracia, o associado que participa da eleição fortalece o elo com o Sindicato em busca de seus direitos em diversas áreas, principalmente no que diz respeito à legislação.

    PARTICIPE E FORTALEÇA O SEU SINDICATO!

    Dia 07/02/2018 – 08h às 12h – Sede do CORE/SE

    Calçadão da João Pessoa, 320 | 5º Andar | Centro | Aracaju

  • Simples Nacional para a Representação Comercial a partir de 2018

    Simples Nacional para a Representação Comercial a partir de 2018

    Simples Nacional para a Representação Comercial a partir de 2018.

    Nós Representantes Comerciais, mais uma vez, devemos estar atentos na escolha do regime tributário, mas ao que parece, desta vez, para uma maioria, acreditamos que será vantajoso a adesão para o Simples Nacional, que entrou em vigor a partir de 01 de janeiro de 2018.

    DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA (ME) E DE EMPRESA DE PEQUENO PORTE (EPP)

    Para ter acesso ao Simples Nacional, as empresas precisam estar dentro dos faturamentos previstos no artigo abaixo:

    (Click aqui para ver a matéria completa (PDF)

  • Arrecadação federal encerra 2017 com o primeiro crescimento real em quatro anos

    Arrecadação federal encerra 2017 com o primeiro crescimento real em quatro anos

    Fonte: Agência Brasil
    
    

    Beneficiada pelo início da recuperação da economia e por medidas como o aumento de tributos sobre combustíveis, a arrecadação federal encerrou 2017 com o primeiro crescimento acima da inflação em quatro anos. No ano passado, a União arrecadou R$ 1,342 trilhão, com alta de 0,59% em relação a 2016, descontando a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    Esse foi o primeiro crescimento real – desconsiderando a inflação – desde 2013. Apenas em dezembro, a arrecadação federal somou R$ 137,842 bilhões, alta de 4,93% acima do IPCA na comparação com o mesmo mês do ano passado. Esse foi o melhor valor para o mês desde 2014, ao descontar a inflação oficial.

    De acordo com a Receita Federal, dois fatores atípicos explicam boa parte do crescimento da arrecadação no ano passado: o Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também conhecido como Novo Refis, e o aumento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os combustíveis. O parcelamento especial rendeu R$ 24,6 bilhões à União em valores corrigidos pela inflação. Já a alta dos tributos dos combustíveis engordou os cofres federais em R$ 5,7 bilhões, também em valores corrigidos pelo IPCA.

    Mesmo com as medidas extraordinárias, a recuperação da economia contribuiu para o crescimento da arrecadação no ano passado. Segundo o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias, se forem descontados o Pert, o PIS/Cofins dos combustíveis e as receitas não administradas pelo Fisco (como royalties do petróleo), a arrecadação teria encerrado o ano passado com alta de 1% acima da inflação.

    Impulsionadas pelo aumento da produção de petróleo e pela recuperação do preço do produto no mercado internacional, as receitas não administradas pelo Fisco somaram R$ 36,945 bilhões em 2017, com alta de 46,42% acima da inflação em relação a 2016.

    De acordo com Malaquias, a alta de 2,18% na produção industrial no ano passado, o aumento de 2,58% na venda de bens e o crescimento de 2,7% na massa salarial contribuíram para a melhoria da arrecadação federal em 2017. Apesar de, no acumulado do ano, as variações terem sido um pouco inferiores à inflação oficial do ano passado (2,95%), essas variáveis passaram a apresentar forte crescimento a partir do segundo semestre.

     

  • Quando usar Mim ou Me. Como escreve?

    Quando usar Mim ou Me. Como escreve?

     

    · Vim te ver, pois ME preocupei com você. (Me, vem acompanhado do verbo procurar)
    · Amanhã você ME fala o que faremos no sábado. (Me, vem acompanhado do verbo)
    · Gosto de ME arrumar antes de sair. (Me, vem acompanhado do verbo arrumar)

    “ME” se trata de um pronome pessoal oblíquo átono, e observando , pode-se ver nos exemplos, que está sempre acompanhado de um verbo, esta é a principal característica que o diferencia na hora de “MIM”, que é um pronome pessoal oblíquo tônico que ao invés de verbos, é sempre acompanhado de preposições.

    Alguns exemplos de como usar o pronome “mim”, também podem ajudar.
    · Você pode pegar essa caneta para MIM? (Mim, vem acompanhado da preposição)
    · A sua irmã disse que gostava de MIM. (Mim, vem acompanhado da preposição)
    · Passe na casa dele amanhã, é um favor que você faz a MIM. (Mim, vem acompanhado da preposição “a”)

    Desse modo, quando usar Mim ou Me, é só lembrar que MIM não conjuga verbo e por isso, deverá estar acompanhado de preposições (a, até, com, contra, de, em, entre, para, por, sem, sob, sobre,), sendo indicado sempre como um objeto indireto.

    Além de “mim”, os pronomes: comigo, ti, contigo, ele, ela, si, nós, conosco, vós, convosco, eles, elas, si, também são pronomes pessoais oblíquos tônicos.

    Já o pronome ME, conjuga verbo, por isso está sempre acompanhado de um, além de poder ser indicado tanto como objeto direto quanto como objeto indireto. Além de “me”, os pronomes: me, te, o, a, se, lhe, nos, vos, os, as, se, lhes, também são pronomes pessoais oblíquos átomos.

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    Me e mim. Quando usar?
    Listamos a definição e formas de uso de cada um destes pronomes.
    ME é pronome oblíquo átono, utilizado sem preposição.
    Já o MIM é um pronome oblíquo tônico e sempre vem seguido de preposição.

    ME
    » É pronome oblíquo átono: Isso quer dizer que tem a pronúncia mais fraca
    » Marca a 1ª pessoa do singular: eu
    » É usado sem preposição: Ou seja, completa o sentido de um verbo sem o auxílio de uma preposição, seja ele qual for

    Exemplos:
    José me ofereceu uma carona.
    [e não: *mim* ofereceu]

    Os alunos sempre me respeitaram.
    [e não: *mim* respeitaram]

    Ele disse que me adicionou.
    [e não: *mim* adicionou]

    Percebe que não há preposições nas frases acima?

    MIM
    » É pronome oblíquo tônico: Isso quer dizer que tem a pronúncia mais forte
    » Também marca a 1ª pessoa do singular: eu
    » Vem sempre seguido de preposição: a, para, de, sem, por…

    Exemplos:
    José ofereceu carona a mim.
    Disseram a mim toda a verdade.
    Mandou uma carta para mim.

    Notou as preposições? Pronto, agora você sabe como e quando empregar me e mim!

  • Saiba quais são os principais efeitos adversos da vacina da Febre Amarela

    Saiba quais são os principais efeitos adversos da vacina da Febre Amarela

    Redação - Serigy News Por Ascom/PMP

    Milhares de pessoas – dentre as quais idosos e crianças pequenas – chegam de madrugada para pegar uma senha e um lugar nas filas intermináveis para receber a vacina da febre amarela. Ficam horas sem ir ao banheiro, protegendo-se como podem do Sol ou da chuva, alguns sentados em banquinhos improvisados, esperando a sua vez de levar a picada da agulha que protege contra a picada do mosquito contaminado.

    A febre amarela pode matar. Aproximadamente 15% das pessoas acometidas desenvolve quadros graves. Nestes, a letalidade pode chegar a 50%. Não dá para ignorar. A vacina é mesmo necessária nas áreas consideradas de risco. No Brasil, a área de risco está aumentando. Recentemente a Organização Mundial de Saúde considerou todo o Estado de São Paulo como área de risco. Poucas são as regiões deste país onde não há risco.

    Não há dúvida de que a vacinação – que garante 98% de proteção – é importante e necessária. Tudo certo.

    Porém, a vacina também pode dar efeitos adversos, que vão desde dor no local da aplicação, febre, mal-estar, dor de cabeça ou dor no corpo até reações mais graves e fatais.

    Importante saber que as reações mais graves são raras. Estudos apontam a possibilidade de uma reação grave a cada 500.000 vacinados. Acredita-se que desde outubro de 2017 aproximadamente 1,8 milhão de pessoas na cidade de São Paulo receberam a vacina. Neste período houve 2 óbitos atribuídos à vacina, o que significa 1 reação grave para cada 900.000 pessoas.

    Até a semana passada 3 pessoas no Estado morreram em consequência de reação à vacina: 2 pessoas na capital e uma pessoa em Matão, na região de São José do Rio Preto.

    Trata-se de uma vacina feita com o próprio vírus da febre amarela vivo e atenuado. Por isso, em algumas pessoas a vacina pode causar a forma grave da doença, chamada de Doença Viscerotrópica Aguda (DVA).

    A DVA pode ter início de 1 a 15 dias após a vacinação contra a febre amarela. O sintomas iniciais são náuseas, vômitos, cansaço, fadiga, mal estar, dificuldade para respirar, dor de cabeça e dor muscular que podem evoluir para queda de pressão, icterícia ( amarelo nos olhos e no corpo) e sinais de sangramento ou hemorragias com insuficiências hepática e renal. Este quadro é extremamente grave e pode evoluir para o óbito.

    A DVA pode ocorrer em qualquer pessoa, mas os grupos de risco para a vacina seriam mais susceptíveis. Por isso a vacina deve ser aplicada com indicação e critério nas gestantes, idosos e pessoas com doenças que cursem com imunodepressão. Crianças com menos de 6 meses de idade NÃO devem receber a vacina por risco de acometimento do sistema neurológico.

    A vacina é importantíssima e protege a imensa maioria da população de uma doença potencialmente grave e fatal como a febre amarela. No entanto, é importante seguir corretamente as orientações das autoridades de saúde em relação aos grupos de risco para minimizarmos, sempre que possível, os seus efeitos adversos.

    FONTE:  http://www.serigynews.com/2018/01/saiba-quais-sao-os-principais-efeitos.html
  • As 5 dúvidas mais comuns sobre o SPED Fiscal

    As 5 dúvidas mais comuns sobre o SPED Fiscal

    O SPED Fiscal é um sistema tecnológico de escrituração digital desenvolvido pelo governo brasileiro com o objetivo de diminuir os procedimentos burocráticos e facilitar os processos de pagamentos de impostos. Trata-se basicamente de uma ferramenta informatizada que integra os Fiscos nos níveis federal, estad ual e municipal, garantindo ao contribuinte a facilidade no recolhimento de suas obrigações tributárias e demais compromissos fiscais.

    O processo do SPED Fiscal tem três grupos principais, são eles: a Nota Fiscal Eletrônica, a Escrituração Fiscal Digital e a Escrituração Contábil Digital. Os pequenos empresários que utilizam a ferramenta na sua rotina têm diversas dúvidas a respeito do sistema e suas opções.

    Pensando nisso, elaboramos este artigo para responder as perguntas mais comuns sobre o assunto e dar dicas imprescindíveis para você conhecer melhor o SPED. Confira:

    Escrituração Contábil Digital: quem é obrigado?

    Estão obrigada a enviar a Escrituração Contábil Digital todas as sociedades empresárias optantes pelo Lucro Real. Essa obrigação está amparada na instrução normativa n° 787/07 da Receita Federal.

    Ainda segundo a mesma norma, todas as sociedades não empresariais estão dispensadas do envio do documento.

    Escrituração Fiscal Digital

    Quem é obrigado?

    A obrigação de envio da Escrituração Fiscal Digital abrange todos os contribuintes do ICMS ou do IPI, podendo, todavia, haver dispensa dessa obrigação, desde que autorizada pelo órgão competente.

    Estão dispensadas da utilizada da Escrituração Fiscal Digital todas as microempresas e empresas de pequeno porte previstas na Lei Complementar 123/06.
    Quais livros fiscais integram?

    Os livros fiscais que integram a Escrituração Fiscal Digital são:

    1. Registro de Entradas e Saídas;
    2. Registros de Apuração do ICMS;
    3. Registros de Apuração do IPI;
    4. Registro de Inventário.

    Nota Fiscal Eletrônica: em quais operações ela deve ser utilizada?

    A Nota Fiscal Eletrônica foi desenvolvida com o objetivo de substituir a versão em papel dos modelos 1 e 1A. Ou seja, todas as transações em que houver a necessidade de emissão de uma Nota fiscal dessas modalidades exige a emissão da respectiva Nota Fiscal Eletrônica. Isso inclui notas fiscais de entrada, operações de importação e exportação, remessa, entre outras.

    É importante ressaltar que o emitente da NF-e é obrigado a disponibilizar um arquivo XML para o destinatário.

    Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica: a emissão é obrigatória?

    A DANFE tem funções importantes pois trata-se de uma representação da nota fiscal eletrônica. Além de contar a chave numérica para consulta das informações da NF-e, o documento permite o acompanhamento de mercadorias em trânsito e auxilia na escrituração de operações. Assim, a sua emissão é recomendada pelo Fisco.

    SPED Fiscal: como informar as filiais?

    As obrigações no SPED são registradas pelo número do CNPJ. Assim, as empresas que têm filiais ou múltiplos estabelecimentos, com CNPJs distintos, devem ter também escrituração em separado.

    Atenção: as centralizações podem ser feitas em casos especiais. Para isso, consulte uma assessoria contábil qualificada para avaliar a situação do seu negócio e a viabilidade de centralizar o envio das informações de matriz e filiais.

    O SPEED Fiscal deve ser feito com atenção e muito cuidado para evitar qualquer erro ou incongruência de informações. Por isso, é essencial ter um sistematecnológico contábil eficiente, que garanta a excelência no controle de documentos e informações da empresa .

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    FONTE: https://blog.alterdata.com.br/as-5-duvidas-mais-comuns-sobre-o-sped-fiscal/?utm_source=adwords-blog&gclid=CjwKCAiApdPRBRAdEiwA84bo3xLtsBNVJMjj_qfH7SBa7Je6cirvl-p5BDWqnP0K3WH2f-cXDbeUFxoClxUQAvD_BwE

  • CORE participa de Conferência dos Conselhos Profissionais

    CORE participa de Conferência dos Conselhos Profissionais

    O Conselheiro Presidente do Conselho Regional dos Representantes Comercias no Estado de Sergipe, Emerson Natal de Almeida Sousa, participou, em Brasília (DF), da Conferência Nacional dos Conselhos Profissionais. O presidente esteve acompanhado da  assessora contábil, Ideilda Fernandes Vieira e da coordenadora,  Cláudia Rogéria Vieira dos Santos.

    O evento, realizado entre os dias 27 a 30 de novembro, trouxe como tema principal “Contratações públicas na visão do Tribunal de Contas da União”.

    O  encontro teve como objetivos oferecer  aos agentes dos conselhos profissionais de fiscalização, o conhecimento das melhores práticas de administração, governança e controle de gestão aplicáveis às entidades, promovendo a segurança jurídica na atuação e decisões de profissionais que atuam direta ou indiretamente nas áreas de controle gestão e contratações públicas das autarquias;  permitir o acesso a legislações pertinentes e específicas doutrina e jurisprudência da corte de contas fiscalizadora  e promover estudo das orientações do Tribunal de Contas da União, a fim de evitar a responsabilização de profissionais por condutas culposas ou dolosas no que tange a aspectos e decisões que envolvem as contratações públicas.

    Durante o congresso, foram ofertados 12 workshops para especialização e capacitação dos agentes empregados das autarquias. A assessora contábil, Ideilda Fernandes Vieira participou das discussões   sobre “Orçamento e Contabilidade Pública à Luz do Manual de Contabilidade aplicada ao Setor Público”, “Controles Internos dos Conselhos de fiscalização e Recursos Administrativos”, e ainda da capacitações dos colaboradores. A coordenadora da autarquia em Sergipe, Cláudia Vieira, buscou aperfeiçoamento nos cursos “Capacitação e qualificação de pregoeiros”, “Capacitação e operacionalização do sistema Siasg” e “Compras patrimoniais planejamento e gestão sustentável”. Já o presidente do CORE/SE, Emerson Natal, participou dos debates sobre “Sanções administrativa – O caráter sancionador – Responsabilização de licitantes e contratados”; “A aplicabilidade eficaz da terceirização – reajuste, repactuação e revisão de preços (reequilíbrio econômico-financeiro); “Boa prática na adoção do sistema de registro de preço”.

     

  • Nota de Falecimento – Flávio Lopes Flores

    Nota de Falecimento – Flávio Lopes Flores

    O Conselho  Regional dos Representantes Comercias no Estado de Sergipe-CORE/SE  e o Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado de Sergipe- SIRECOM/SE  vêm a público manifestar seu profundo pesar pelo falecimento  do presidente do CORE Santa Catarina, o representante comercial, Flavio Lopes Flores,  na manhã desta segunda-feira,  11 de dezembro de 2017.
    Flávio Lopes Flores deixa a marca de suas lutas, de seu  compromisso com os filiados e  sua contribuição  para o desenvolvimento econômico e sustentável de Santa Catarina e do Brasil.
    A Diretoria do CORE/SE , SIRECOM/SE e colaboradores das duas unidades lamentam  e externam sentimento de solidariedade à família, amigos e funcionários do CORE/SC por esta  imensurável perda.
    Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.
    Emerson Natal
    Presidente CORE/SE
    Clóvis Alcântara
    Presidente SIRECOM/SE

    Assessoria de Comunicação CORE-SE

  • Vice-governador de Sergipe recebe comenda em celebração de 80 anos do Sindicato do Comércio Atacadista

    Vice-governador de Sergipe recebe comenda em celebração de 80 anos do Sindicato do Comércio Atacadista

    O vice-governador Belivaldo Chagas recebeu, na noite desta quarta-feira, 13, a Comenda Júlio Prado Vasconcelos, concedida a personalidades que contribuíram para o setor do comércio atacadista em Sergipe. A homenagem integrou a celebração dos 80 anos do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Produtos Industrializados em Geral do Estado de Sergipe (Sincadise), que foi fundado em outubro de 1937 e segue prestando serviços aos empresários e à sociedade.

    Belivaldo compareceu à cerimônia representando o governador Jackson Barreto. Antes da entrega da medalha, o vice-governador visitou as instalações do recém-inaugurado hotel Sesc, onde ocorreu o evento.

    Além de Belivaldo, foram homenageados o presidente do Banese, Fernando Mota; o ex-governador Albano Franco; o ex-prefeito de Aracaju João Alves Filho; o secretário da Fazenda de Aracaju, Jeferson Passos; o empresário Max Andrade e o ex-presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), Paulo Pennacchi.

    De acordo com Belivaldo, os 80 anos do Sincadise representam o fortalecimento da classe empresarial no Estado. “A gente comemora esse momento em que o sindicato completa 80 anos de existência. É um sindicato forte, organizado, que tem como principal objetivo aprimorar o comércio como um todo, com trabalho e desenvolvimento, feito de forma conjunta. A gente vem, parabeniza, participa e fica satisfeito de saber que temos hoje um comércio pujante pela organização existente no sindicato. Parabéns a todos que fazem o Sincadise e contribuem para o desenvolvimento da nossa economia”, disse.

    Hugo Lima França, presidente do Sindicato, destacou a trajetória de compromisso da entidade e o desejo de continuidade dessa história de sucesso. “Quero dizer da minha alegria de ter o prazer de comemorar essa data tão importante. São 80 anos, não é fácil. A nossa missão principal é desenvolver o comércio atacadista como um dos mais importantes setores da economia sergipana, sempre lutando para incentivar novos negócios e apoiar os existentes. Passamos por grandes mudanças nos últimos anos, estamos lutando e sobrevivendo”, afirmou.

    Para Paulo Pennacchi, os 80 anos do Sincadise reafirmam o trabalho de dedicação e persistência da instituição. “Ficamos muito contentes de retornar ao estado para essa ocasião e de encontrar uma entidade madura, fortalecida e atuante em defesa do setor atacadista e alinhada com os princípios da Abad e da Fecomércio. Sabemos que a união é caminho para o fortalecimento, juntos podemos fazer muito mais”, pontuou.

    Sincadise
    O Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Produtos Industrializados em Geral do Estado de Sergipe iniciou suas atividades em 03 de outubro de 1937, a partir da iniciativa de empresários que se organizaram para oferecer melhores serviços aos comerciantes e agilizar os processos de venda. A entidade passou por evoluções constantes, mantendo sua representatividade e assegurando aos empresários as melhores condições de competitividade com ações de aperfeiçoamento e orientação empresarial.

    O comércio atacadista é responsável por uma movimentação de mais de R$ 23 bilhões na economia sergipana. O Sincadise é filiado à Federação do Comércio do Estado de Sergipe (Fecomércio/SE) e à Associação Brasileira de Distribuidores Atacadistas, tendo Hugo Lima França como presidente e Juliano César Faria Souto como vice-presidente.

    Júlio Prado Vasconcelos
    A figura que dá nome à comenda concedida pelo Sincadise é natural do município de Riachuelo, tendo nascido em 23 de abril de 1908. Na infância, ajudou os irmãos nos cuidados de suas lojas, chegando a Aracaju em 1927. No ano seguinte, montou seu primeiro negócio próprio: um armazém de secos e molhados. Ao longo dos anos, tornou-se um importante empresário no ramo de supermercados. Faleceu em 2002, aos 94 anos de idade.

    FONTE: http://www.clicksergipe.com.br/cotidiano/6/36654/fazenda-notifica-contribuintes-do-simples-nacional-com-inadimplencia.html

    Foto : Vice-governador de Sergipe recebe comenda em celebração de 80 anos do Sindicato do Comércio Atacadista (Foto: Andre Moreira/ASN)

  • Software Corretora de Seguros

    Somos a Pinhão Tecnologia Ltda, empresa originalmente Suíça, que atua no mercado de seguros desde 2011. Em 2015, devido ao grande sucesso do software Corretágil, decidimos expandir nossos negócios para o mercado brasileiro e instalamos uma unidade na cidade de Curitiba-PR. Estamos com oportunidade para parceria comercial de representação em todo o território nacional, com excelentes possibilidades de rendimentos.

    Produto: CORRETÁGIL: software desenvolvido integralmente em modo web e comercializado na modalidade SaaS (Software como Serviço). A plataforma possui um conjunto de funcionalidades que garantem o completo gerenciamento das atividades das Corretoras de Seguros.

    Requisitos para representação: desejável experiência no mercado de representação de softwares e/ou segmento de seguros.

    Área de atuação: todo o território nacional

    Tipo de representante: Pessoa Jurídica

    Contato: Ceny Rodrigues

    Telefones: 41 3180 0031 | 41 9 9927 6021

    E-mail: geral@pinhaotec.com.br

     

  • Todo grupo é mais forte que o indivíduo

    Todo grupo é mais forte que o indivíduo

    Não é raro ouvir questionamentos como: Qual a importância de ser representado por um sindicato? ou Qual o objetivo em pagar as contribuições para a associação ou sindicato?.

    Mas esse pensamento precisa mudar, principalmente no meio empresarial, pois os empresários precisam entender o papel fundamental e importante que  as entidades exercem ao representarem a categoria.

    O mais importante de tudo é o envolvimento pessoal, pois muitas vezes falta o recurso humano para que o verdadeiro exercício representativo se efetive. Principalmente quando precisamos nos posicionar em relação aos Poderes Executivo e Legislativo para exigirmos que não sejamos sufocados por tantos impostos e zero benefícios.

    Sem a nossa entidade representativa, as empresas também estariam à mercê das exigências dos sindicatos dos trabalhadores, esses sim, com um enorme poder econômico, além de um preparo e conhecimento profundo em sindicalismo, item que falta para a maioria dos dirigentes patronais, muitas vezes por falta de condições financeiras do sindicato.

    Devemos levar em consideração, que os dirigentes dos trabalhadores recebem salário para trabalhar na entidade, enquanto os dos patronais exercem a função sem qualquer remuneração, tendo que deixar sua empresa para  se dedicar ao sindicato ou associação.

    O sindicato é o único detentor da capacidade de representação na negociação coletiva.

    Portanto, cabe ao empresário mudar radicalmente o seu posicionamento, indo às reuniões, pagando as contribuições e, se possível, as mensalidades, exigindo a efetiva representação, porque não é justo cobrar uma boa representação e não contribuir em nada para que isso se efetive.

    O caso é que ainda existe um “gap” de comunicação entre empresas e entidades representativas, e essas sabem da situação, e nesse viés estão trabalhando para aprimorar. Já houve avanços, mas ainda há muito a ser feito.

    De um modo geral, a associação ou sindicato é uma organização que valoriza o coletivo.

    Por meio delas e de acordos feitos entre seus associados, muitos serviços e produtos são disponibilizados de forma muito mais acessível para uma comunidade de empreendedores, oferecendo benefícios compartilhados entre essa sociedade.

    As associações ou sindicatos reúne um grupo de empresários de uma cidade ou região, dessa forma com essa união há muito mais força para reivindicar direitos e melhorias.

    Queremos que os empresários não se filiem pelos simples ato de filiar-se, mas também participar ativamente dos eventos e workshops promovidos, ser ativo nos interesses do grupo, indicar a seus colaboradores os treinamentos e capacitações, estar atento às novidades. Tudo isso com certeza vai melhorar em muito a alta capacidade de networking.

    Vale lembrar, que o melhor em se associar é receber apoio e juntar-se a um grupo.

    Muitos se associam com o objetivo de vender mais, mas a associação tem a função de unir os empresários para conseguir melhorias do setor público, bem como trocar experiência entre eles, fortalecendo vínculos, fazendo-os mais fortes como grupo. Por isso, pense: Não adianta se associar e não participar.

    Os governos sempre respondem primeiro aos grupos, e somente depois para os indivíduos, quer seja pessoa física ou jurídica. Por isso, frisamos que todo grupo é mais forte que o individual.

    Participe!

    Gustavo Nascimento é  advogado, pós-graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Cuiabano, CEO da Gusman Materiais para Construção e presidente da Acomac-MT. Email: gustavo@gusmanmt.com.br

    FONTE: http://www.folhamax.com.br/opiniao/todo-grupo-e-mais-forte-que-o-individuo/146470

  • CDL ARACAJU RENOVA DIRETORIA PARA O TRIÊNIO

    CDL ARACAJU RENOVA DIRETORIA PARA O TRIÊNIO

    O atual presidente da CDL/Aracaju, Brenno Barreto, foi reconduzido ao cargo nessa sexta-feira, 24, para um mandato de mais três anos à frente da entidade representativa dos lojistas da cidade. Ele presidirá a entidade de 2018 a 2020.

    A eleição que foi por aclamação, em chapa única, se deu na sede da CDL e contou com a maioria dos sócios votantes. A eleição foi presidida pelo empresário e presidente da FCDL, Edivaldo Cunha, para quem “a CDL de Aracaju está no rumo certo, em sintonia com as aspirações da classe e representando bem a categoria”.

    Brenno Barreto agradeceu o empenho de toda sua diretoria, funcionários da entidade, colaboradores e a imprensa em geral. O atual presidente terá como componentes de sua chapa os lojistas: Milton Vasconcelos; Fernando Barreto; Francisco Menezes; Elison Bomfim; Tiago Teixeira; Geraldo Viana; Jorge Flávio; Symone Frederico; Dider Mendonça; Carlos Alberto Lyra e Juliano César.

    Para o Conselho Fiscal, foram eleitos Gilson Figueiredo; Arnaldo Frederico; Manoel Aguiar Neto e Edna Bomfim.

  • Turismo, Natal e Cidadania, Sistema Fecomércio/Sesc/Senac realizará diversas ações até o final do ano

    Turismo, Natal e Cidadania, Sistema Fecomércio/Sesc/Senac realizará diversas ações até o final do ano

    O Sistema Fecomércio de Sergipe, entidade que representa os empresários do setor terciário, presidida por Laércio Oliveira, vai promover três grandes ações neste final de ano para a população aracajuana e público comerciário: a inauguração do Hotel Sesc Atalaia, a realização do projeto “Natal Iluminado” e a implantação do “Sesc Com Unidade” no bairro 17 de Março.

    O Hotel Sesc Atalaia será inaugurado na próxima quinta-feira, 30 de novembro, às 19 horas. A obra, que teve investimentos superiores a R$ 45 milhões, traz completa infraestrutura para o público. A unidade hoteleira está configurada com 60 apartamentos, todos com vista exclusiva para o mar da praia de Atalaia, além de estrutura de hospedagem, com lanchonete, restaurante, complexo esportivo, academia de ginástica e musculação, salão de jogos, piscinas e parque infantil, tudo isso com preços diferenciados para os comerciários de todo o Brasil, inserindo Sergipe na rota do turismo social.

    O projeto “Natal Iluminado”, foi desenvolvido em conjunto com o Sesc, Senac e as entidades de classe, Acese, CDL, FCDL e Fórum Empresarial, além da parceria com a Prefeitura de Aracaju e Funcaju. A Fecomércio fez um investimento superior a R$ 250 mil, para que o centro da cidade receba uma iluminação especial decorativa, com a temática natalina que contemplará toda a Praça Fausto Cardoso.

    A abertura do projeto acontece no dia 01/12, às 19 horas. O acendimento das luzes do “Natal Iluminado” será feito pelo presidente da Fecomércio, pelo Prefeito de Aracaju e representantes de entidades parceiras, com um show da cantora Maysa Reis.

    Um dos momentos marcantes do projeto é a realização no dia 23 de dezembro, às 17 horas, da ceia natalina com moradores de rua e Celebração Ecumênica com show do cantor Ewerton Melo.

    Além da iluminação especial, será realizada até o dia 06.01.2018, uma vasta programação cultural, com a participação de artistas sergipanos. A Escola Valdice Teles, apresentará os alunos dos cursos de 2017 (desenho, música, dança, teatro, orquestra e coral). O Sesc promoverá apresentações com os artistas selecionados do Sescanção de 2017, corais natalinos e músicos sergipanos, a exemplo de Luiz Fontineli, Amorosa, Paulo Lobo, Bárbara Sandes, João Ventura, Amanda Cunha e Sena.

    Seguindo no ritmo das grandes ações, o projeto “Sesc Com Unidade” levará mais cidadania, educação, esporte, lazer e saúde para a comunidade residente no bairro 17 de Março, uma das mais carentes da capital. O programa, que teve um investimento de R$ 350 mil, visa promover a transformação social, com ações de desenvolvimento cultural, artístico, educacional e de saúde no bairro. O projeto, uma parceria da Fecomércio, Sesc, Instituto Mariana Moura e Prefeitura de Aracaju, será lançado no dia 03 de dezembro.

    Laércio Oliveira ressaltou que o Sistema Fecomércio trabalha para que toda população tenha uma melhor qualidade de vida. “O Hotel Sesc é um sonho realizado. Criamos um espaço hoteleiro mais acessível para o comerciário de Sergipe e do Brasil. Já o “Natal Iluminado” é uma ação que visa devolver ao povo de Aracaju o espírito natalino com 31 dias de programação. O “Sesc Com Unidade” é um projeto piloto, que iremos levar para todo o Brasil. Levar nossas ações para as pessoas que mais precisam é contribuir para que a realidade social do nosso estado seja transformada”, disse Laércio.

  • Estacionamentos não podem cobrar multa por perda de ticket

    Estacionamentos não podem cobrar multa por perda de ticket

    Se você costuma frequentar shoppings e outros estabelecimentos que fornecem estacionamento para os clientes, sabe que o controle do tempo de permanência no local se dá por meio de um cartão ou ticket emitido na entrada com data, horário, dados do estabelecimento e, em alguns casos, até mesmo com a placa e o modelo do carro.

    Perdi o ticket. E agora?

    Nos dias de hoje, é comum os estacionamentos cobrarem uma multa que pode ser equivalente a uma diária ou um valor fixo no caso de perda do ticket ou cartão magnético entregue na entrada.

    Porém, o consumidor não pode ser obrigado a pagar um valor fixo a título de penalidade pela perda do ticket e muito menos ser impedido de sair do estabelecimento. Isso porque a responsabilidade pela guarda, integridade do bem e pelo controle da permanência do veículo no local é do fornecedor do serviço, ou seja, da administradora do estacionamento e não do consumidor. Logo, o ônus da perda do ticket não pode ser repassado aos consumidores.

    É importante observar que é direito do consumidor pagar apenas pelo tempo que efetivamente seu carro permaneceu estacionado no local. Até porque a ausência do comprovante não impossibilita a contagem de horas de utilização do serviço, já que o fornecedor possui outros mecanismos aptos a apurar o tempo de permanência.

    Conheça seus direitos

    Apesar de comum, essa cobrança é uma prática abusiva, vedada pelo artigo 39, V do Código de Defesa do Consumidor, uma vez que é exigida do consumidor uma vantagem manifestamente excessiva.

    Atenção: mesmo que haja um informativo sobre a cobrança de multa no local ou no próprio ticket, você não é obrigado a pagar. 

    O que fazer?

    Caso o estabelecimento se negue a verificar outra forma de controle de tempo de permanência do veículo no local e insista em cobrar a multa, exija a nota fiscal, especificando os valores cobrados. Dessa forma, você poderá provar que foi cobrado indevidamente.

    Depois, formalize sua reclamação no canal Reclame da PROTESTE ou entre em contato conosco pelo 0800 282 2204 (de telefone fixo) ou (21)3906-3900 (de telefone celular). Não aceite passar por esse constrangimento, a PROTESTE te ajudará a reivindicar seus direitos!

    FONTE: https://www.proteste.org.br/seus-direitos/direito-do-consumidor/noticia/perdi-ticket-do-estacionamento-e-agora?utm_source=site&utm_campaign=news-ticket-estacionamento&utm_medium=newsletter-juridica&utm_content=cta-saibamais