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  • QUAIS TECNOLOGIAS IRÃO MUDAR O VAREJO NOS PRÓXIMOS ANOS?

    QUAIS TECNOLOGIAS IRÃO MUDAR O VAREJO NOS PRÓXIMOS ANOS?

    O processo de compra nunca foi tão complexo e desafiador para varejistas. Em tempos de novas tecnologias, virtualização das experiências e multicanalidade, o varejo se prepara para entrar de uma vez por todas na era digital.

    De olho nesse movimento, o 27º. relatório anual sobre tecnologias aplicadas ao Varejo da RIS (Retail Info Systems) e o estudo da Zebra entitulado “2017 Retail Vision” apresentaram os principais temas para o varejo do futuro.

    A seguir, uma análise do que deve acontecer de mais relevante até 2021:

    Internet das coisas (IoT)

    Apontada como a maior evolução tecnológica, a Internet das Coisas começa a dar suas caras na operação diária do varejo. Apesar do potencial de atuação em diversas etapas, os sensores de IoT se destacam como elementos que podem provocar melhorias significativas na experiência de compra do consumidor e na excelência operacional do varejo.

    Segundo o “2017 Retail Vision Study”, da Zebra, hoje apenas 35% dos varejistas investem em sensores que avisam quando um cliente em específico está na loja, 27% customizam a visita de loja e 22% criaram alertas sobre quando um comprador online está no estacionamento da loja para retirar uma mercadoria. Com a popularização desse tipo de ferramenta e o amadurecimento das abordagens analíticas a personalização e contato com o consumidor via smartphone surgem como diferencias.

    Corroborando essa tendência, a pesquisa estima que esses números irão dobrar até 2021: 75% dos varejistas irão saber quando um determinado cliente está em sua loja, 79% irão customizar a visita de cada consumidor e 71% saberão quando um cliente irá retirar sua mercadoria comprada on-line na loja física (processo de click and collect, por exemplo).

    Visual Analytics

    Hoje, o chamado Visual Analytics, começa a transformar a realidade do varejo. Passada a fase de estudo e entendimento das possibilidades e aplicações em Big Data, a análise visual dos dados dos clientes permite que especialistas construam e levem análises estratégicas – em tempo real – a todos os colaboradores. Dashboards dinâmicos e intuitivos já permitem decisões de forma rápida e assertiva.

    Um bom exemplo é o caso de sucesso da Trunk Club, varejista virtual que oferece roupas indicadas por personal stylists. A empresa adotou um sistema de análise de dados dentro de seu depósito, dando estatísticas de produtividade e resultados para todos os seus colaboradores.

    Vale a pena investir em novas tecnologias?

    A resposta é sim! Mas, o que realmente importa é perseguir resultados de negócio, otimizando sua capacidade de investimento no desenvolvimento de conhecimento e definição de processos. Outro foco é a aquisição de soluções que permitam ter controle total e efetivo de suas operações e conhecimento real sobre seus clientes.

    Segundo o relatório da Zebra, rupturas de estoque, produtos com menor preço na concorrência e sortimento inadequado são os principais problemas do varejo atual. Hoje, tudo isso pode ser facilmente solucionado com o uso de tecnologias analíticas, permitindo que o consumidor tenha uma visualização completa das possibilidades que tem à sua disposição no instante da interação.

    Empoderar ainda mais o consumidor, de forma eficiente e personalizada focada em suas reais necessidades, para que ele possa realizar uma compra com o “menor atrito” possível, traduz o mantra dos varejistas de futuro.

     

    *Por Mauricio Andrade de Paula, senior Business Consultant em Analytics e Big Data para a indústria de Varejo na América Latina da Teradata

    http://www.portalnovarejo.com.br/2017/04/19/quais-tecnologias-irao-mudar-o-varejo-nos-proximos-anos/?%3Futm_source=patrocinado&utm_medium=conteudo&utm_campaign=fb

  • Cosméticos

    LABATE COSMÉTICOS CONTRATA REPRESENTANTE COMERCIAL

    Empresa de cosméticos com atuação há 80 anos no mercado de trabalho que contrata profissionais na área de representação comercial (pessoa física ou jurídica) que possuam perfil empreendedor, bom relacionamento interpessoal, conhecimento sobre mercado de atuação, ética e responsabilidade, cumprimento de metas.

    Remuneração mediante comissões pelas vendas efetuadas.

    O candidato deverá estar em dia com o CORE, possuir carro, disponibilidade de viagens e acesso à internet (whatsapp).
    A área de atuação será no Estado de SERGIPE.

    Site: www.labatesp.com.br

    Maiores Informações:

    EMPRESA: GASPAROTTO LABATE E CIA LTDA (LABATE)

    SEGMENTO: Cosméticos

    Telefone: (11)99317-8830/ (11)2097-3755

    Responsável: Giuliana Finardi Gasparotto

    Email: atendimento@labatesp.com.br

  • “O BRASIL VAI SOFRER GRANDES TRANSFORMAÇÕES A PARTIR DO ANO QUE VEM”

    “O BRASIL VAI SOFRER GRANDES TRANSFORMAÇÕES A PARTIR DO ANO QUE VEM”

    “Continuo animado com o Brasil. O país vai passar por grandes transformações a partir do ano que vem e nos anos seguintes. Eu desejo que os jovens aqui presentes participem dessas mudanças”. Foi assim que o empresário Jorge Paulo Lemann, sócio do 3G Capital, AB Inbev, Kraft Heinz, entre outros negócios, abriu o evento anual da Fundação Estudar, em São Paulo, realizado nesta segunda-feira (07/08). “Espero que algum bolsista da Fundação Estudar venha a ser um dia presidente do Brasil e arraste vários outros talentos com ele”. Lemann não citou explicitamente a crise política e econômica do país, mas acenou com otimismo a possibilidade de existir uma administração pública mais ética e mais profissionalizada — um movimento que começaria a ganhar mais força a partir da eleição presidencial de 2018.

    Lemann subiu ao palco após uma breve apresentação sobre os resultados recentes da Fundação Estudar. No último ano, o número de candidatos às bolsas oferecidas pela instituição chegou a 84.107, transformando o programa Líderes Estudar em um dos mais concorridos do país. “Trinta anos atrás, eu resolvi que ia dar bolsas de estudo para alguns jovens de alto impacto. Quando eu perdi o controle de para quem estava dando essas bolsas, criei, junto com o Beto [Sicupira] e o Marcel [Telles], a Fundação, para sistematizar o processo todo”, disse Lemann. “E foi uma coisa ótima, porque hoje é uma instituição que caminha sozinha e deve continuar existindo mesmo quando eu, o Beto e o Marcel já não estivermos mais aqui.”

    O evento da Fundação Estudar é uma espécie de confraternização entre bolsistas, ex-estudantes, doadores e mentores de carreira. A programação é montada em torno de histórias de superação de profissionais que receberam bolsas para estudar fora e voltaram ao Brasil para empreender ou colocar suas ideias em prática dentro de grandes empresas. Essa é, aliás, uma premissa reforçada a todo o momento entre os dirigentes da instituição. “Infelizmente, as melhores universidades do mundo estão fora do Brasil. Por isso, incentivamos que as pessoas busquem conhecimento de ponta lá fora, mas voltem ao país para fazer a diferença e entregar de volta para a sociedade um pouco daquilo que receberam”, disse Tiago Mitraud, diretor da Fundação Estudar.

    Um dos painéis do evento teve como tema a educação pública, com Claudia Costin, diretora do Centro de Inovação em Políticas Educacionais da FGV-RJ, e Duda Falcão, co-CEO da Eleva, que mantém um grupo de escolas de elite (Jorge Paulo Lemann é o maior investidor e integra o conselho do grupo). Duda citou uma pesquisa de James Heckman, economista da Universidade de Chicago, que faz correlações sobre o sucesso de um aluno do século 21. “Conteúdo acadêmico tem uma correlação de 40% com o sucesso, e habilidades de vida, como resiliência, intraempreendedorismo e senso crítico, tem uma correlação de 26%. Então, se existe algo que represente mais da metade do peso do conteúdo, isso precisa estar no currículo também”, disse Duda.

    Outra parte da programação foi enriquecida com palestrantes ilustres, como o treinador de voleibol Bernardinho e o apresentador Luciano Huck. Bernardinho contou que recebeu vários convites para atuar em outros países quando deixou a seleção brasileira masculina, no início deste ano, após 28 títulos conquistados em 17 anos na função. “Preferi ficar aqui no Brasil e ainda estou analisando meus próximos passos”, disse ele. “Dias atrás fui na reunião de pais na escola da minha filha e o assunto predominante era formar cidadãos para estudar fora e fazer a vida fora daqui. Eu pedi a palavra e disse que o país nunca precisou tanto de sua elite empreendedora e intelectual como agora.”

    Luciano Huck ressaltou que sua geração precisa ocupar os espaços de poder e que diante do colapso do sistema político e da crise ética novas lideranças vão surgir. O apresentador, porém, afirmou que não é candidato político.  “Tenho 40 milhões de seguidores nas redes sociais e 20 milhões de pessoas todo sábado assistindo ao  meu programa. Quero usar essa força para gerar ideias e unir gente do bem em um projeto para construir o futuro que queremos. A gente precisa imaginá-lo e  riá-lo”, disse ele.

    De acordo com Huck, as lideranças no mundo têm que reunir quatro características principais: “Carisma e capacidade de execução são fundamentais. Mas, se ficar só nestas duas, dá para eleger Hitler e Gandhi no mesmo saco. Acrescenta ética e já tira um monte da lista. Só que a pessoa carismática e ética pode ser egoísta, certo? Aí coloca o altruísmo e você encontra os líderes que fazem do mundo um lugar melhor.” Bernardinho acrescentou que a prática da liderança no esporte lhe ensinou que, mesmo quando o caminho é difícil e as críticas são muitas, é fundamental não abrir mão da própria essência: “O vencedor é o perdedor que não desistiu e tentou mais algumas vezes.”

     

    (Foto: Dennis Ribeiro/Endeavor)

  • Show dos Amigos da Avosos será no dia 17

    Show dos Amigos da Avosos será no dia 17

    A Associação dos Voluntários a Serviço da Oncologia em Sergipe (Avosos) realiza no próximo dia 17, a partir das 21h, na Casa de Forró Cariri, um show beneficente em prol das crianças e adolescentes com câncer assistidos pela instituição. Quem adquirir o ingresso, que custa R$ 25,00, além de colaborar com a campanha McDia Feliz 2017, poderá se divertir com a programação musical dos renomados parceiros da Avosos: Vinicius Nejaim & Xote Baião, Ninéia Oliveira, Sérgio Lucas, Persanne e participação dos dançarinos Gabrielly & Sidney (Academia Siga Dancing).

    Ninéia Oliveira

    Segundo informações da fundadora e coordenadora do Voluntariado da Avosos, Jeane Vieira Melo, além de ser uma importante forma de gerar recursos, o Show dos Amigos da Avosos também celebra os 30 anos da instituição, festejados no último dia 24 de julho. “Há 20 anos participamos do McDia Feliz e este ano trouxemos esta novidade. O ingresso já dá direito do tíquete do McDia Feliz. A sociedade é o maior parceiro da instituição e é uma alegria para Avosos ter sido escolhida mais uma vez para realizar aqui em Sergipe esta iniciativa”, informa a coordenadora local da campanha, que é comandada nacionalmente pelo Instituto Ronald McDonald.

    Persanne

    Para Adeilson Chaves, gerente de Captação de Recursos da Avosos, o Show dos Amigos da Avosos tem o objetivo de antecipar as vendas dos tíquetes que dão direito ao sanduíche BigMac na campanha, que acontece no próximo dia 26. “Agradeço, em nome da Diretoria da Avosos, aos músicos que doaram seus cachês e também à Casa de Forró Cariri, que cedeu o espaço a custo zero. Esta ação só será possível graças ao apoio de todos”, pontua Chaves.

    Sérgio Lucas

    Os interessados em participar do Show dos Amigos da Avosos já podem adquirir os ingressos na sede da Avosos: Rua Leonel Curvelo, 55, bairro Suíça. De segunda a quinta, 8h às 17h; sexta, 8h às 13h. A Casa de Forró Cariri fica localizada na Passarela do Caranguejo, Orla de Atalaia.

  • Centrais querem contribuição sindical maior do que imposto cobrado hoje

    Centrais querem contribuição sindical maior do que imposto cobrado hoje

    O imposto sindical vai deixar de existir em novembro, com a entrada em vigor da reforma trabalhista, mas a contribuição que os trabalhadores dão aos sindicatos pode aumentar com a mudança. Agora, em vez de ter um dia de trabalho descontado todo ano (o correspondente a 4,5% de um salário), a contribuição será decidida em assembleia, sem um teto estabelecido.

    Duas das maiores centrais do País, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Força Sindical, defendem que de 6% a 13% de um salário mensal sejam destinados anualmente ao financiamento das entidades.

    >> Governo vai restaurar o imposto sindical na legislação trabalhista

    >> Governo avalia pacote de aumento de impostos

    Criada para financiar a estrutura sindical, a nova “contribuição por negociação coletiva” é apoiada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), UGT e Força. Juntas, elas representam 51,8% dos trabalhadores sindicalizados. O valor defendido pela Força e UGT, porém, faria com que os empregados pagassem mais que um dia de trabalho aos sindicatos. O presidente da UGT, Ricardo Patah, defende 6% de um salário. “É um valor equilibrado que poderia ser dividido em 12 vezes.”

    O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, cita valor que poderia oscilar de 8% a 13%. Maior entidade do País, a CUT não divulga valor de referência e não participa do debate por considerar o governo Temer ilegítimo, mas historicamente manteve posição favorável à criação da contribuição. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) não emitiu posição oficial.

    O presidente Michel Temer informou às centrais que o substituto do imposto sindical será regulamentado por Medida Provisória. O texto, porém, não deve trazer um porcentual a ser cobrado dos trabalhadores. Por isso, sindicalistas debatem qual valor é necessário para manter o funcionamento da estrutura sindical.

    O modelo em debate prevê aprovação anual, pelos trabalhadores, do valor a ser pago na mesma ocasião em que empregados e patrões negociam reajuste anual de salário. A contribuição será paga por todos os empregados beneficiados pela negociação coletiva – inclusive os não sindicalizados. Isso, na prática, torna a contribuição negocial obrigatória aos que tiverem reajuste anual de salário conforme o acertado na negociação coletiva liderada pelo sindicato. O funcionamento dessas assembleias está em discussão. Por enquanto, prevalece proposta de que o quórum mínimo dessas reuniões poderá ser de apenas 10% dos trabalhadores representados.

    Congresso

    Essa nova contribuição tem sido negociada dentro do esforço do Palácio do Planalto em obter apoio dos parlamentares para evitar resistência do Congresso à MP que também ajustará pontos da reforma trabalhista – como o trabalho insalubre de grávidas e contratos intermitentes. Duas centrais – a Força e UGT – têm demonstrado mais simpatia ao modelo costurado com Temer e já se movimentam para tentar convencer deputados. O esforço é importante depois que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a dizer que não aprovaria uma MP para mudar a reforma aprovada pela Casa.

    Questionado sobre o aumento do valor a ser pago pelos trabalhadores, o secretário-geral da Força disse que “não é possível comparar” com o modelo atual porque a existência de negociação permitirá, em tese, que nem haja contribuição. Patah lembra ainda que, além do imposto sindical, trabalhadores sindicalizados também pagam contribuição assistencial e há casos de pagamento confederativo. “Hoje, em algumas situações o total pode chegar a 20% de um salário”, diz. “As três serão substituídas por uma. Com certeza, o valor vai cair.”

    As contribuições assistencial e confederativa, no entanto, são pagas exclusivamente por sindicalizados – parcela minoritária do mercado. Segundo o IBGE, apenas 19,5% dos trabalhadores são ligados oficialmente a um sindicato. Portanto, a maioria dos empregados – 80,5% da força de trabalho – paga apenas o imposto sindical.

    Em 2016, o imposto sindical arrecadou R$ 3,53 bilhões. Confirmado o novo porcentual citado por UGT e Força, o valor poderia saltar para R$ 10,2 bilhões com desconto de 13%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    FONTE:  http://www.clicksergipe.com.br/click-indica/79/31186/centrais-querem-contribuicao-sindical-maior-do-que-imposto-cobrado-hoje.html

  • Conheça os setores que puxam a criação de empregos no Brasil

    Conheça os setores que puxam a criação de empregos no Brasil

    De acordo com os dados do Caged, publicados nesta quarta-feira, 9, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a agropecuária é o setor que tem puxado a empregabilidade no País. Nos sete primeiros meses do ano, foram criados quase 118 mil novos empregos. Os setores de serviços, com saldo positivo de pouco mais de 51 mil postos de trabalho, e de transformação, com quase 38 mil, também tiveram destaque positivo. Completam a lista dos setores que estão no campo positivo o da administração pública, com criação de mais de 16 mil empregos.

    Do outro lado, o comércio, principalmente, puxa para baixo o saldo do Caged. Neste ano, foram encerrados quase 114 mil postos de trabalho. Apenas no mês de julho, o segmento varejista fechou quase 8 mil vagas e o atacadista mais de 2 mil. Acompanham no campo negativo os setores de construção civil, de extração mineral e serviços industriais de utilidade pública (S.I.U.P.).

    Estados

    Dois vizinhos, que vivem situação econômica opostas, também antagonizam os dados de geração e destruição de postos de trabalho. São Paulo aparece na liderança entre os estados que mais criaram empregos. Já o Rio de Janeiro está na lanterna. A grande população desses estados ajudam a explicar porque um está no topo e outro na rabeira – já que o cálculo é sobre números totais de emprego e não sobre variações percentuais. Porém, a situação discrepante no campo econômico é uma baliza melhor.

    Enquanto o Rio de Janeiro vive momentos de conflito entre o governo do estado e seus funcionários, inclusive com atrasos de salário, São Paulo vive época de calmaria. A ponto da maior preocupação do governador, Geraldo Alckmin, ser o desembarque de seu partido, o PSDB, do governo e a ascensão nacional do prefeito paulistano, João Doria Jr. Os momentos distintos são refletidos no desempenho das empresas e, por consequência, na geração ou destruição de empregos.

    No caso paulista, os setores de comércio, serviços, agropecuária e indústria, as principais atividades do estado, registraram saldos positivos em julho. Já no carioca, nenhuma se destaca positivamente. E os setores de construção civil e serviços afundaram, com fechamento de mais de 4 mil postos de trabalho cada um.

    FONTE: http://www.istoedinheiro.com.br/conheca-os-setores-que-puxam-criacao-de-empregos-no-brasil/

    Foto : Jose Angelo Santill/AE

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  • Sefaz/Sergipe simplifica processo administrativo de liberação de mercadorias apreendidas

    Sefaz/Sergipe simplifica processo administrativo de liberação de mercadorias apreendidas

    A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) passou a adotar desde a última semana um procedimento simplificado para o processo administrativo de liberação de mercadorias apreendidas por meio de guarda por fiel depositário, que é o procedimento em que um representante legal (pessoa jurídica) solicita a posse da mercadoria até que a questão tributária seja solucionada.

    A mudança no procedimento proporciona maior agilidade no desembaraço administrativo da mercadoria em um prazo menor sem provocar prejuízo ao Estado. Segundo explica o gerente de Ações de Trânsito da Sefaz, Clóvis Moraes de Souza, o modelo implantado promoveu mudanças significativas no procedimento anterior, sendo o principal deles a virtualização do processo, ou seja, a possibilidade de atendimento à solicitação por meio da Internet, no site da Sefaz (www.sefaz.se.gov.br, no botão “Serviços” / “Fiel Depositário”). “Com a virtualização, o processo administrativo de desembaraço foi simplificado através de um procedimento mais objetivo e transparente, sendo acessado no site da Sefaz, modificando também a competência administrativa da autorização, incorporando essa competência à atividade do auditor fiscal como um todo”, afirmou Clóvis Moraes.

    O gerente de Ações de Trânsito explica que ao requerer a guarda da mercadoria durante o desenrolar de um processo de execução havia a necessidade de atendimento presencial na Sefaz e apenas a superintendente de Gestão Tributária ou o gerente de Ações de Trânsito possuíam autorização para concessão do pedido, gerando entraves no desembaraço da mercadoria. “Muitas vezes, o representante legal da empresa era obrigado a se deslocar do Estado de origem da mercadoria apenas para solicitar a sua guarda”, exemplificou. “Vale ressaltar que a mudança de procedimento acelera a análise do requerimento e liberação das mercadorias, uma vez que os postos de fiscalização funcionam ininterruptamente. Com a providência de preparo e envio das documentações exigidas pelo Regulamento do ICMS, o processo pode ser deferido a qualquer hora, independentemente de ser dia útil, feriado ou finais de semana”, concluiu.

    Fiel depositário e liberação de mercadoria

    Prevista em legislação, a liberação de mercadoria resultado de apreensão por irregularidade fiscal pode acontecer por meio de três ações distintas: com a quitação financeira das pendências identificadas pelo Fisco; por determinação judicial; ou por meio de guarda com fiel depositário.

    Fiel depositário é um termo jurídico usado para designar um representante (pessoa jurídica) a quem se concede a guarda de um bem (no caso específico da Sefaz, uma mercadoria transportada de forma irregular) durante um processo. É responsabilidade do fiel depositário zelar pela conservação do bem, sob pena de prisão, caso não o faça.

     

    FONTE:

  • Setor produtivo promove encontro para analisar situação econômica de Sergipe

    Setor produtivo promove encontro para analisar situação econômica de Sergipe

    Durante encontro na manhã desta terça-feira (01), na FECOMÉRCIO – Federação do Comércio, o deputado federal Laércio Oliveira e lideranças do setor produtivo de Sergipe analisaram a situação da economia sergipana em busca de novas oportunidades e novos investimentos, diante dos atuais desafios vivenciados, tendo como base a apresentação do Anuário Socioeconômico de Sergipe, produzido pelos professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Wagner Nóbrega e Luiz Rogério de Camargo.

    A apresentação dos estudos realizados trouxe luz ao real contexto econômico com dados do fluxo de negócios, englobando o estado e os municípios sergipanos. Foi ressaltado o grande desafio de sustentação das empresas e dos empregos neste momento de instabilidade econômica. O deputado federal Laércio Oliveira disse que é necessário aprofundar as análises da real situação econômica do estado, para decifrar corretamente os desafios e buscar alternativas diferenciadas, criativas, que promovam a economia, a geração de empre gos e renda.

    “O momento é de muita reflexão, porque a situação econômica atual exige criatividade e muita abnegação de todos, para buscar alternativas viáveis e no curto prazo de incremento da economia. O estudo apresentado é importante para subsidiar nossas análises e ações conjuntas, envolvendo todos os representantes do setor produtivo, academia, governo e sociedade”, disse Laércio.

    Com a coordenação do economista Ancelmo Oliveira, foi deliberada formação do grupo tático de trabalho, visando o aprofundamento das análises dos dados apresentados e pensar nas ações a serem propostas, para inserir Sergipe em um novo patamar de fortalecimento da sua economia.

    Participaram do encontro a coordenadora do Fórum Empresarial Susana Souza Nascimento, presidente da ACESE Marco Aurélio Pinheiro, presidente da FCDL, Gilson Figueiredo, presidente da CDL, Breno Barreto, presidente da Associação das Empresas de Obras Públicas e Privadas, Luciano Barreto, diversos representantes de sindicatos, da Federação das Indústrias, da Federação do Comércio, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, de dirigentes e lideranças empresariais, entre eles Albano Franco e José Carlos Machado.

    Ascom Fecomércio
    FONTE: http://www.f5news.com.br/noticia/40030/setor-produtivo-promove-encontro-para-analisar-situacao-economica-de-sergipe.html

  • Turismo: Aracaju é a quarta capital brasileira no número de leitos por 100 mil habitantes

    Turismo: Aracaju é a quarta capital brasileira no número de leitos por 100 mil habitantes

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no último dia 19, a Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2016 destacando as principais características da rede hoteleira no País. De acordo com a pesquisa, Aracaju aparece como a 4ª capital brasileira e a 2ª nordestina no número de leitos por 100 mil habitantes.

    Os dados são baseados em um levantamento realizado pelo Observatório de Sergipe, vinculado a Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), com base na Pesquisa de Serviços e Hospedagem do IBGE em convênio com o Ministério do Turismo, para levantar os principais aspectos da rede hoteleira do Brasil.

    De acordo com a diretora de pesquisa do Observatório de Sergipe, Michele Dória, em 2016 havia 285 estabelecimentos de hospedagem no estado de Sergipe, com 9.340 unidades habitacionais e 21.719 leitos. “Entre esses estabelecimentos, 48,4% eram pousadas; 29,1% hotéis; e 18,9% motéis”, explicou Michele, ressaltando que o percentual de pensões e hospedagem, apart-hotéis/flat, hostels/albergues turísticos e outros somaram 3,6%.

    Ainda segundo a diretora, na região Nordeste o cenário é semelhante. “As pousadas também são maioria (46%), seguidas por hotéis (34,3%) e motéis (14,9%). Já no Brasil, os hotéis respondiam por quase metade dos estabelecimentos de hospedagem (47,9%). As pousadas 31,9% e os motéis 14,2%”, afirma.

    O levantamento revela que em 2016, Sergipe tinha uma média de 33 unidades habitacionais por estabelecimento de hospedagem, ficando acima da registrada pela nacional e pela região Nordeste, de 32 e 30 unidades, respectivamente.

    Outro ponto analisado pelo Observatório é que de 2011 a 2016 houve um acréscimo de 17,9% no número de estabelecimentos de hospedagem em Aracaju. Entre as capitais nordestinas, foi uma das que obteve maior crescimento. No tocante ao número de leitos, Aracaju destaca-se como a capital nordestina que mais cresceu, com 26,6%.

  • “Há um problema referente ao papel do Estado e seu tamanho, um problema de R$ 350 bilhões…”

    “Há um problema referente ao papel do Estado e seu tamanho, um problema de R$ 350 bilhões…”

    A decisão recente de aumentar impostos indiretos despertou imensa e justificada contrariedade. Um cheiro de Revolta de Atlas.

    Como é possível que o governo federal não se possa reduzir despesa? Não é óbvio que o governo gasta mal, faz coisas demais e não “retorna” o dinheiro dos impostos com serviços de boa qualidade?

    Não deveria ser claro que o governo serve ao cidadão e não a seus servidores, ativos e inativos? Como pedir mais dinheiro da sociedade para jogar numa máquina tão atrapalhada, inchada, ineficiente e mesmo corrompida?

    Não há dúvida que temos um problema referente ao papel do Estado e seu tamanho, ou que chegamos a um saudável ponto de reflexão e, quem sabe, de inflexão nesse assunto.

    Foi-se o tempo da discussão teórica sobre o Estado, quando qualquer ideia que diminuísse o papel supostamente redentor do Estado era desqualificada como projeto conducente ao “Estado Mínimo”.

    Na verdade, o tamanho do Estado tinha virado uma pauta sindical (a “valorização” do servidor e a multiplicação dos concursos e carreiras) e um empreendimento de colonização política.

    Não se sabe bem o que é o Estado Mínimo, mas todos conseguem identificar um estado obeso e capturado, e cuja pilhagem se tornou a razão de ser de muitos partidos políticos, corporações, federações e sindicatos. O Estado se tornou uma ocupação, e o problema não é novo.

    O sintoma mais contundente da disfuncionalidade do Estado era a inflação.

    Em termos simples, a despesa é o tamanho das demandas sobre o Estado e a receita é o que a sociedade quer dar ao Estado. São duas maneiras de observar “o tamanho do Estado”, sobre o qual tanto se discute.

    As duas não podem divergir por muito tempo, nem muito relevantemente, mas era exatamente o que se passava no tempo em que o Estado cobria a diferença pintando pedaços de papel. Era um jeito fácil de fechar a conta, pois a inflação funciona exatamente como um imposto indireto.

    Fácil de entender também a contrariedade com a inflação, pois é a mesma que se observa com os impostos. As coisas ficaram bem mais claras duas décadas atrás com o Plano Real.

    Mas depois que a inflação deixou de ser uma solução para regular a desproporção entre desejos e possibilidades, ficamos com um problema: para não mexer no gasto, ou bem aumentávamos os impostos ou o endividamento.

    Na verdade, fizemos as duas coisas, e pouco ou nada no terreno da despesa. A dívida aumentou um bocado depois de 1994, mas o ajuste veio em 1998, com o acordo com o FMI, depois de muitas hesitações. E daí em diante passamos mais de uma década com as contas no azul, e com o endividamento público se reduzindo.

    Dez anos de austeridade, ou seja, com responsabilidade fiscal, crescimento, melhoria na distribuição de renda e acumulação de reservas. É verdade que tínhamos um belo vento a favor, mas fizemos a coisa certa e a medicina convencional funcionou, como se espera.

    Depois de 2009, todavia, com o furacão Dilma, o problema retornou. Fomos de um superávit primário na faixa de 3% do PIB (algo como R$ 210 bilhões em dinheiro de hoje, arredondando a conta) para um déficit de 2,5% do PIB, os R$ 139 bilhões de hoje, previstos para 2017, conforme a meta fixada na LDO.

    A virada negativa foi de R$ 350 bilhões, portanto.

    Como explicar esse fenômeno?

    Os artífices da Nova Matriz Econômica têm muitas histórias para justificar o acontecido, todas ruins, algumas péssimas. Mas, na verdade, nenhuma dessas teses heterodoxas tem a menor importância, são como discursos do ditador da Coreia do Norte, legendas para o inexplicável.

    Também os detalhes técnicos e ilegalidades cometidas pela ex-presidente, e que lhe custaram o mandato, passam a ter menos importância macroeconômica que o resultado global do esforço: R$ 350 bilhões. Este é o tamanho do problema, um número impossível e a iminência de um inédito apagão administrativo, financeiro e fiscal do setor público.

    Impossível?

    Durante os dez anos anteriores a 2008, nós vivemos muito bem sem esses gastos, e vínhamos prosperando. Talvez exatamente por causa disso: estávamos nos afastando da insustentabilidade fiscal, para onde fomos novamente colocados e de onde não estamos conseguindo sair.

    Sem ocultar o culpado (A liberação obrigatória de emendas parlamentares tornou-se obrigatória na gestão Dilma Rousseff)

    EDITORIAL DO ESTADÃO

    Diante do aumento da tributação sobre combustíveis, não tem sido raro ouvir a reclamação de que o governo federal majora impostos, mas não corta despesas e não bloqueia as emendas parlamentares. Em tempos de forte descrédito da política, a crítica parece adequar-se com perfeição aos fatos, sem necessidade de maior averiguação. Uma vez que o mandato do presidente Michel Temer depende da Câmara dos Deputados, a quem cabe autorizar eventual encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal (STF) de denúncia criminal feita pelo procurador-geral da República, o Palácio do Planalto estaria liberando as emendas para atender aos interesses dos parlamentares, s obrecarregando ainda mais o cidadão.

    Esse raciocínio, no entanto, omite um detalhe decisivo, que esconde dos olhos do público quais são os verdadeiros culpados por essa situação. No governo da presidente Dilma Rousseff, foi aprovada a Emenda Constitucional (EC) 86/2015 que tornou obrigatória a liberação das emendas parlamentares.

    “É obrigatória a execução orçamentária e financeira das programações a que se refere o § 9.º deste artigo (as emendas individuais ao projeto de lei orçamentária), em montante correspondente a 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da receita corrente líquida realizada no exercício anterior, conforme os critérios para a execução equitativa da programação definidos na lei complementar prevista no § 9.º do art. 165”, diz a atual redação do art. 166, § 11 da Constituição Federal, aprovada em março de 2015.

    Para que não pairasse nenhuma dúvida a respeito dessa obrigatoriedade, a EC 86/2015 ainda estabeleceu que a liberação obrigatória das emendas é independente “da adimplência do ente federativo destinatário”. Ou seja, mesmo que um Estado esteja inadimplente com o governo central, a União não pode bloquear a liberação de emendas dos parlamentares daquele Estado, como forma de fazer valer a responsabilidade fiscal.

    A EC 86/2015 é uma agressão à boa gestão orçamentária, configurando-se como mais uma medida de engessamento do Orçamento da União ocorrida nos anos do PT no governo. Após essas alterações constitucionais, a liberação das emendas parlamentares não é mais um ato discricionário do Poder Executivo. Caso a Presidência da República bloqueie valores relativos às emendas individuais dos parlamentares, estaria a descumprir o que manda a Constituição. Se o presidente da República não liberar as verbas, incorrerá em crime de responsabilidade. Tanto é assim que também aos parlamentares da oposiç&atilde ;o são repassados os valores de suas emendas. Por exemplo, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) está entre os congressistas com maiores valores empenhados para suas emendas neste ano.

    Ao impedir que o Poder Executivo exerça sua atribuição originária de gerir o Orçamento do Estado, isso que chamaram na época, equivocadamente, de orçamento impositivo é uma aberração institucional. Tem-se a própria lei fomentando o desequilíbrio fiscal, com a imposição de gastos obrigatórios. Era de tal forma deliberada a intenção das administrações petistas de levar o Estado à garra para beneficiar o projeto de poder do PT, que no governo de Dilma Rousseff a aberração do orçamento impositivo foi inscrita na própria Constituição.

    Tal desordem não é fruto do acaso nem um evento repentino. O PT, ao longo das décadas, cultivou forte indiferença pela responsabilidade fiscal. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, fez ferrenha oposição ao projeto de lei de responsabilidade fiscal, aprovado como Lei Complementar 101/2000. Depois, ao longo das administrações petistas, com brevíssimas exceções, a tônica foi de gastança, especialmente com Dilma Rousseff. Os efeitos são visíveis. Depois, já com Temer, o PT voltou a se insurgir contra a EC do Teto dos Gastos, na tentativa de impedir o esforço fiscal do novo governo. Só faltava que depois de toda essa trajetória o partido d e Lula da Silva quisesse impingir a outros o custo pelo ajuste fiscal. Engambelação tem limite.

    Por Gustavo Franco

     

    Fontes: O Estado de S. Paulo e Notícias Agrícolas
    https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/196162-ha-um-problema-referente-ao-papel-do-estado-e-seu-tamanho-um-problema-de-r-350-bilhoes.html#.WYG03YTyvIU

  • Um novo olhar para os sindicatos

    Um novo olhar para os sindicatos

    Fim do imposto sindical em 2018 já causa fusão de entidades de trabalhadores e mexe com as patronais. A partir de agora, elas terão de se reestruturar para sobreviver

  • ABAD 2017 São Paulo

    ABAD 2017 São Paulo

    A ABAD 2017 SÃO PAULO, que  integra o Enacab – Encontro Nacional da Cadeia de Abastecimento e a 37ª Convenção ABAD do Canal Indireto, é o evento ideal para agentes de distribuição e varejistas gerarem novos negócios e aproveitarem as ações de capacitação e oportunidades de relacionamento com fornecedores de alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, limpeza, candies e artigos de bazar, entre outros produtos.

     

    O evento, que acontecerá de 7 a 9 de agosto, no São Paulo Expo, é uma realização conjunta da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) e de sua filiada e anfitriã Associação de Distribuidores e Atacadistas de Produtos Industrializados de São Paulo (ADASP)

  • Materiais de construção civil

     

    IMPÉRIO HIPER INDUSTRIA DE IMPERMEABILIZANTES EIRELI

    Impermeabilizantes para construção civil.

    Industria

    Atacadistas de construção civil  /  construtora   /   aplicadores de impermeabilizantes

    (11) 96190-3985  /  (11) 4204-1400

    Nathália Fillis

  • Koch – Artefatos de Metal

     

    Fundada em 1924, a Koch produz artefatos de metal destinados a elevação e movimentação de cargas, desde simples ganchos até guindastes e produtos para uso naval.

    Localizada no Distrito Industrial de Cachoeirinha, no estado do RS, ocupa uma área de 67.000 metros quadrados, e 12.000 metros quadrados de área construída, perfeitamente equipada para a finalidade de seus processos.

    A empresa é certificada pela ISO 9001, e está na linha de frente dos fabricantes nacionais no seu segmento. Com representantes em todo território brasileiro, a empresa leva soluções com alta tecnologia, segurança e eficiência aos mais diversos setores da economia.

    Principais atividades: Atuar na prospecção de novos clientes e manutenção de clientes já incorporados. Realizar cotações e venda de produtos da linha de série em lojas, revendas, distribuidores e atacados.

    • Área de Atuação: Oportunidades em todo Estado de Sergipe.
    • Requisitos: Possuir cadastro junto ao CORE,  ter outras pastas desde que não seja concorrente e de preferência que tenha alguma experiência e carteira de clientes já atendidos.

    Não perca essa oportunidade, envie seu currículo para: vendas@kochmetal.com.br

  • Golpe: criminosos criam falsa página de banco, mas deixam ‘pista’ de fraude

    Golpe: criminosos criam falsa página de banco, mas deixam ‘pista’ de fraude

    Criminosos estão usando um falso site do Banco do Brasil para roubar informações dos usuários, incluindo sua senha, número da conta e até o IMEI do dispositivo. A página, que aparece no endereço sem qualquer vínculo com o banco, lembra bastante a página verdadeira, copiando, inclusive, suas cores e logotipo.

    Um pequeno detalhe, no entanto, chama a atenção e pode ajudar até os mais desavisados a perceberem que se trata de uma fraude. No canto inferior direito, ao lado do ícone de telefone, aparece a frase “Ligue pra nóis”.

     

    Reprodução

    Como relata o Giro Business, alguns clientes do banco acabaram caindo na armadilha. Para quem também foi vítima do golpe, a indicação é enviar um e-mail para abuse@bb.com.br, além de buscar informações no site BB Segurança.

    O Banco do Brasil afirmou que não liga ou envia mensagens solicitando a senha de seus clientes. A orientação é nunca fornecer esse tipo de dado, nem mesmo em ligações.

    Não caia no golpe

    Algumas dicas podem ajudar você a não cair em fraudes como essa. A primeira delas é não clicar em links suspeitos ou que fazem promessas “milagrosas”. Procure confirmar a autenticidade de uma página antes de incluir qualquer tipo de informação.

    Na dúvida, entre em contato com seu banco para saber se é necessário fazer algum tipo de alteração em sua conta. Por fim, não compartilhe mensagens ou links sem saber a procedência deles.

  • Veja quais são os carros mais econômicos do Brasil, segundo o Inmetro

    Veja quais são os carros mais econômicos do Brasil, segundo o Inmetro

    A edição de 2017 do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular avalia o consumo de combustível e emissões de poluentes de carros de 35 marcas e 983 modelos e versões. O número é inferior aos 1.102 da edição 2016.

    Mais uma vez, o “pódio” da economia foi dominado por veículos híbridos, aqueles que aliam motores a combustão e elétricos (entenda como eles funcionam no vídeo do Guia Prático).

    Fora os híbridos, o Peugeot 208, equipado com motor 1.2, é o melhor. O Volkswagen Up! aparece logo em seguida, quando é empurrado pelo 1.0 turbo.

  • Burocracia estatal em xeque

    Burocracia estatal em xeque

    Em tempos de restrição orçamentária, estabilidade do servidor público volta ao centro do debate sobre reformas. Flexibilização é vista como alternativa para aumentar a eficiência dos serviços estatais.

     

    Diante da grave crise fiscal atual, o tema volta ao debate, com sugestões de que se reavalie os critérios de estabilidade do emprego no setor público. Atualmente, a regra compreende todos os servidores que passaram em concurso público e que completaram ao menos três anos de trabalho, o chamado estágio probatório. A Constituição Federal estabelece que apenas três motivos podem gerar o desligamento de um funcionário: sentença judicial que não cabe mais recurso, processo administrativo e insuficiência de desempenho, verificada por avaliação periódica.

    Funcionários de estatais que passaram em concurso não têm o mesmo direito, mas possuem segurança. Eles ficam submetidos ao regime estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas não podem ser dispensados sem justa causa, exigindo que o chefe apresente as motivações. Números da administração federal indicam como os casos são raros. Em 2016, 445 concursados foram dispensados no âmbito federal, segundo o Ministério da Transparência. Trata-se de menos de 1% do contingente total.

    Desse grupo, apenas 2,7% foram demitidos por conta de serviço mal feito. O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou no mesmo ano um levantamento em 352 organizações federais para entender como estava a gestão de pessoal. O resultado foi preocupante. A auditoria afirmou que na maioria das organizações avaliadas “há deficiências significativas”, reduzindo a capacidade da administra&ccedil ;ão pública de “gerar resultados e benefícios para a sociedade”. “A estabilidade cria um incentivo que não estimula o esforço e a produtividade”, diz Vladimir Teles, vice-diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP/FGV).

    A ideia é contestada pelos funcionários do governo, para quem a estabilidade garante a atuação dos servidores na defesa dos interesses públicos. “Se não tiver proteção, você não pode tomar medidas que contrariem grandes interesses”, diz Jordan Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal). “Já existem ferramentas para exigir maior produtividade dos funcionários.” Além da qualidade do serviço prestado, a estabilidade se torna um problema quando há restrição orçamentária, como ocorreu em Americana e, mais gravemente, n o Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.

    Apesar de não ser um dos maiores contingentes do mundo (ver quadro ao final da reportagem), com um total de 8,9 milhões de pessoas nos três níveis de governo em 2015, os funcionários estatais pesam nas contas públicas brasileiras. O gasto anual com o funcionalismo totalizou R$ 416 bilhões em 2015, com aumento médio de 6,14% desde 1999. “Por se tratar de uma despesa obrigatória, seu crescimento cria restrições para sua alocação em outros tipos de despesa, como investimentos”, afirma Miguel Orrillo, pesquisador da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV (DAPP).

    Vale ressaltar que a estabilidade explica apenas parte do peso da folha salarial nos orçamentos públicos. Há dois outros fatores por trás do crescimento dos gastos. A primeira é a Previdência. Funcionários públicos possuem um regime especial, que confere aos aposentados os mesmos ganhos recebidos por aqueles que estão na ativa. A segunda questão é o pacto federativo atual, que transfere aos Estados e municípios responsabilidades, independente das receitas disponíveis para tal.

    O número de funcionários nas cidades cresceu 163% entre 1998 e 2015, para 4,9 milhões de pessoas, superando a variação vista nos estados (24%) e no governo federal (25%). “A prestação de serviços é muito ampla no Brasil”, diz Claudio Hamilton Santos, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Um projeto de lei apresentado neste ano busca lidar com essa situação. Elaborado pela senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), ele prevê que servidores terão seu desempenho avaliado semestralmente e, caso tenham nota abaixo de 30% da pontuação máxima por quatro avaliaç&oti lde;es consecutivas, serão exonerados.

    Também perderá o cargo quem tiver desempenho inferior a 50% em cinco das últimas dez avaliações. A proposta pode ajudar a melhorar o serviço oferecido. “Permitir a demissão de funcionários públicos ajudaria nas contas públicas, mas não resolveria o problema fiscal”, diz Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF). “É muito mais uma questão de gestão dos serviços prestados.” Uma racionalização de gastos que também seria muito bem-vinda.

  • Ramo Alimentício (Arroz)

    Indústria de arroz do Rio Grande do Sul seleciona representante para o estado de Sergipe.
    Exigência: experiência com vendas no ramo alimentício.

    Interessados enviarem currículo para curriculoarroz@gmail.com