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  • Warren Buffett alerta: o varejo que você conhece está para morrer

    Warren Buffett alerta: o varejo que você conhece está para morrer

    Embora os Estados Unidos não estejam em crise econômica, mais de 3.200 lojas físicas já fecharam neste ano. Muitas outras deverão fechar até o fim do ano – o Credit Suisse estima que serão 8.600 no total, batendo o recorde de 6.163 lojas fechadas em 2008, o auge da crise econômica por lá.

    Isso sinaliza, para muita gente, que a morte da loja física está para acontecer. Uma dessas pessoas é o megainvestidor Warren Buffett, que disse que em 10 anos o varejo vai estar completamente diferente. “A loja de departamento agora é online”, avisou o bilionário durante o encontro anual da Berkshire Hathaw ay.

    “Eu não tenho ilusão de que daqui 10 anos o mundo vai ser igual o de hoje, e algumas coisas nesse caminho vão nos surpreender. O mundo evoluiu, continua evoluindo e a velocidade está aumentando”, destacou. Uma das coisas que ele tem feito é sair de empresas de varejo tradicional.

    Em fevereiro a Berskshire Hathaway já havia vendido US$ 900 milhões em ações do Walmart, o principal afetado por essa mudança. A companhia foi ultrapassada pela Amazon no posto de principal varejista do mundo nos últimos anos e está tentando combater a rival online. Sem inovação, a empre sa deverá morrer.

    Por isso, investidores espertos (como Buffett) estão optando por ficar de fora do setor de varejo neste momento. “Eu acho que o setor varejista é muito duro para mim, geralmente”, afirmou. Ele já não tem praticamente ações da Walmart, um dos símbolos do capitalismo norte-americano por dé cadas.

    E esse sentimento fez com que o Walmart corresse para não morrer: buscou startups e conseguiu voltar a crescer, com crescimento de 63% nas operações online. Isso pode ser o suficiente para atrair os investidores novamente, mas não se engane, se ela não mostrar que está reagindo ao que ocorre ao seu redor, tamb&ea cute;m morrerá eventualmente.

    As lojas físicas fecham conforme o número de e-commerces crescem e as pessoas passam a acreditar mais neles, além das mudanças no comportamento dos consumidores. Uma tendência nos últimos anos foi o aumento dos gastos com entretenimento e tecnologia contra roupas e acessórios.

    Enquanto o varejo físico vai morrendo, a Amazon vai florescendo. A companhia inclusive pretende juntar o varejo online com o varejo offline, criando novas formas dos consumidores fazerem compras através da internet e buscarem seus produtos fisicamente sem terem que pagar frete por isso e esperar chegar. É a revolução em curso.

    O mundo como você conhece está mudando

     

    O mundo está mudando completamente, não há dúvidas. E grandes empresas estão passando por essa mudança também e precisam se adaptar para não morrerem.

    Uma das mudanças mais chamativas é a queda do varejo físico e crescimento do varejo online. Muitos shoppings centers estão fechando nos Estados Unidos por conta disso, em conjunto com lojas.

    O que as companhias com presença no mundo físico precisam fazer é entender esse mundo online que esta surgindo. E para isso, precisam buscar startups.

    Um exemplo é o que o Walmart, o maior varejista do mundo, fez: comprou dezenas de startups para crescer suas operações online e combater a Amazon, sua maior rival e dominante. E conseguiu crescer 63% de um ano para outro, injetando novo ânimo na equipe que cuidava do online por lá.

    Mas se sua empresa não tem dinheiro para comprar startups (qual tem?), existem outras formas de buscar inovação e trabalhar com startups: desafios, parcerias, relações comerciais…

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    Ele vai explicar para você que trabalha em uma empresa tradicional como ela está em risco se não inovar e como ela pode se tornar uma empresa inovadora através de parcerias com startups.

    E quem trabalha ou empreende em startups, vai entender como tirar proveito disso e fazer sua empresa crescer e se tornar ainda mais forte.

    • Saiba o porquê de corporações correrem riscos
      Cada vez mais, startups representam um perigo para negócios que estão parados no tempo

    • Como inovar em uma grande empresa
      Desde criar uma startup internamente até investir nela por meio de um corporate venture capital, as opções são variadas e trazem focos diferentes

    • Esteja sempre atualizado
      Inovar não é algo pontual, mas constante e hoje em dia é preciso estar sempre por dentro das novidades

    • Casos de sucesso e fracasso
      Assim como Blockbuster virou história, outras empresas como Nintendo e Google foram atrás de inovações de formas diferentes e continuam firmes e fortes

    *Por Felipe Moreno, editor-chefe do StartSe
  • Trinta doenças garantem descontos na compra do carro novo; Saiba quais

    Trinta doenças garantem descontos na compra do carro novo; Saiba quais

    Você que pretende comprar um carro novo pode ter direito a descontos com a isenção de impostos e talvez nem esteja sabendo. A questão é que, ao contrario do que muita gente pensa, o beneficio da isenção fiscal não abrange apenas pessoas com deficiência física, mas também, portadores de doenças que provocam algum tipo de limitação.

    Tal benefício está previsto na Lei nº 10.690 de 16 de junho de 2003, que expandiu o número de patologias, as quais os portadores podem requerer o direito.

    De acordo com Itamar Tavares Garcia, diretor comercial da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), portadores dessas limitações podem requerer a isenção de impostos como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores).

    Segundo Itamar, doenças como câncer, hepatite C, Parkinson, problemas graves de coluna, Diabetes, HIV Positivo e hemofílicos, Artodese, Escoliose, Artrite Reumatoide, Hérnia de Disco, Artrose, derrame, Bursite, Tendinite e LER (Lesão por Esforço Repetitivo), estão na lista das enfermidades contempladas com o benefício.

    “No total, mais de 100 milhões de brasileiros podem ter direito a comprar carro 0km com isenção de impostos”, complementa Itamar.

    Para solicitar o benefício é necessário, inicialmente, dirigir-se ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e solicitar, junto a perícia médica, laudo atestando a condição de deficiente ou portador de patologia.

    Com o laudo em mãos, o condutor deverá procurar, em seguida, a Receita Federal para requerer a isenção do IPI. No caso do ICMS e do IPVA, o motorista deve se dirigir a Secretaria Estadual de Tributação (SEFAZ) e pedir a isenção. O processo dura, em média 30 dias.

    Veja lista completa das doenças:

    Amputações
    Artrite Reumatóide
    Artrodese
    Artrose
    AVC
    AVE (Acidente Vascular Encefálico)
    Autismo
    Alguns tipos de câncer
    Doenças Degenerativas
    Deficiência Visual
    Deficiência Mental
    Doenças Neurológicas
    Encurtamento de membros e más formações
    Esclerose Múltipla
    Escoliose Acentuada
    LER (Lesão por esforço repetitivo)
    Linfomas
    Lesões com sequelas físicas
    Manguito rotador
    Mastectomia (retirada de mama)
    Nanismo (baixa estatura)
    Neuropatias diabéticas
    Paralisia Cerebral
    Paraplegia
    Parkinson
    Poliomielite
    Próteses internas e externas, exemplo: joelho, quadril, coluna, etc.
    Problemas na coluna
    Quadrantomia (Relacionada a câncer de mama)
    Renal Crônico com uso de (fístula)
    Síndrome do Túnel do Carpo
    Talidomida
    Tendinite Crônica
    Tetraparesia
    Tetraplegia

    Com informações do Portal Noar

  • Deputados quebram acordo e relatório do novo Refis dá descontos de até 99%

    Deputados quebram acordo e relatório do novo Refis dá descontos de até 99%

    A União abrirá mão de R$ 250 bilhões em dívidas tributárias caso a medida provisória que cria o novo Refis seja aprovada pelo Congresso com mais vantagens do que previu o presidente Michel Temer. O impacto inicial da medida era de R$ 63 bilhões, segundo cálculos da equipe econômica.

    A diferença de R$ 187 bilhões na renúncia fiscal prevista se explica por dois motivos: uma entrada menor à vista e mais descontos de juros e multas e a concessão de benefícios para igrejas, times de futebol, produtores de álcool, dentre outros, que nada têm a ver com o programa de refinanciamento de dívidas tributárias.

    O pior, ainda segundo os técnicos, é que a previsão de receita com o programa será um pouco menor. Em vez de R$ 15 bilhões, serão arrecadados cerca de R$ 13 bilhões. Isso levou a equipe econômica a recomendar o veto integral ao presidente Temer caso o projeto seja aprovado como está.

    De acordo com o texto aprovado nesta quinta-feira (14) por uma comissão mista, quem tiver fôlego financeiro poderá aderir ao programa pagando 20% em parcelas até dezembro e o restante em janeiro, com descontos de até 99% de juros e multas. Antes, previa-se uma parcela maior (25%) à vista para descontos de até 90% de juros e multas.

    O relatório aprovado surpreendeu a área econômica que tinha recebido uma versão muito mais conservadora. A versão final aprovada só foi enviada no final da tarde de quinta, o que atrasou o cálculo dos impactos.

    Deputados e senadores romperam o acordo fechado com o governo no final de maio, às vésperas do vencimento da medida provisória que criou o PRT (Programa de Regularização Tributária).

    Liderados pelo relator, deputado Newton Cardoso Júnior (PMDB-MG), os parlamentares condicionaram a aprovação do novo texto com mais vantagens aos devedores à aprovação das reformas trabalhista e previdenciária.

    Como revelou a Folha em março, os próprios parlamentares envolvidos nas discussões com a equipe econômica estavam entre os maiores devedores da União. O relator, por exemplo, tem débitos de R$ 62 milhões.

    Outro revés para o governo foi a possibilidade de utilização de créditos tributários gerados por prejuízos fiscais. Caso haja saldo remanescente, será possível o parcelamento em até sessenta meses.

    Além disso, a medida alterou as regras do Carf, o tribunal de recursos das multas aplicadas pela Receita Federal. A ideia aprovada pelos parlamentares é de que cada conselheiro do Carf tenha um vice indicado pelos contribuintes e, em caso de empate no julgamento, a decisão será em favor do devedor.

    JABUTIS

    O relatório aprovado traz ainda diversos trechos alheios ao programa de refinanciamento de dívidas tributárias. Conhecidos como “jabutis”, esses benefícios contemplaram igrejas, times de futebol, produtores de etanol, exportadores de cigarro, portos secos, dentre outros.

    Caso as medidas sejam mantidas pelo Congresso, associações religiosas não terão de pagar IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) quando fizerem remessas ao exterior. Muitas delas têm braços nos EUA, Europa e África.

    Entidades esportivas excluídas do Profut (Programa de Modernização da Gestão e Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) serão reincluídas até agosto.

    Empresas de rádio e televisão em atraso no pagamento de suas outorgas (licenças) poderão quitá-las em condições similares às do Refis.

    As autorizações para porto secos (aduanas localizadas fora dos portos marítimos) tiveram a validade estendida para 25 anos prorrogáveis por mais dez anos.

    Para tentar barrar os cigarros clandestinos que entram no país via Paraguai, os cigarros deverão ter selos identificando sua origem.

  • Sistemas de Iluminação

     

     

    – Vaga: Representante Comercial;

    – Pessoa Jurídica;

    – Área de atuação: Todo os estado;

    – Requisitos: Representante Comercial com CORE para vender luminárias LED para escritórios, comércios, fábricas, indústrias, postos de combustíveis, instituições de ensino, estacionamentos, mercados, supermercados, condomínios, hospitais, ginásios de esportes, canchas esportivas, entre outros.

    – Produto: Luminárias LED para uso interno/externo.

    Modelos: painel 60×60, High Bay, mini High Bay, posto de combustível, refletor, down light, hermética, para poste.

    Empresa LampeLED – Sistemas de Iluminação Ltda., localizada na cidade de Campina Grande do Sul/PR, CNPJ 13.848.139/0001-31, endereço Estrada Municipal Yoshio Tajiri, 1487, bairro Caraguata, CEP 83.430-000.

    Pessoa de contato: Antônio Carlos Caron

    Telefone: (41) 98401-1340

    e-mail: representante@lampeled.com.br

  • Reforma trabalhista é aprovada no Senado; confira o que muda na lei

    Reforma trabalhista é aprovada no Senado; confira o que muda na lei

    O Senado aprovou nesta terça-feira (11) o texto da reforma trabalhista. Para virar lei, as novas regras ainda dependem da sanção do presidente Michel Temer. A reforma muda a lei trabalhista brasileira e traz novas definições sobre férias, jornada de trabalho e outras questões.

     O governo ainda poderá editar uma Medida Provisória com novas alterações na lei trabalhista. A alternativa foi negociada para acelerar a tramitação da proposta no Congresso.

     Veja abaixo as principais mudanças com a reforma trabalhista:

    Férias

    Regra atual

    As férias de 30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de abono.

    Nova regra

    As férias poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos.

    Jornada

     

    Regra atual

    A jornada é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.

    Nova regra

    Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

    Tempo na empresa

    Regra atual

    A CLT considera serviço efetivo o período em que o empregado está à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens.

    Nova regra

    Não são consideradas dentro da jornada de trabalho as atividades no âmbito da empresa como descanso, estudo, alimentação, interação entre colegas, higiene pessoal e troca de uniforme.

    Descanso

    Regra atual

    O trabalhador que exerce a jornada padrão de 8 horas diárias tem direito a no mínimo uma hora e a no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.

    Nova regra

    O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Além disso, se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

    Remuneração

    Regra atual

    A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.

    Nova regra

    O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção. Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração, que não precisam fazer parte do salário.

    Plano de cargos e salários

    Regra atual

    O plano de cargos e salários precisa ser homologado no Ministério do Trabalho e constar do contrato de trabalho.

    Nova regra

    O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e trabalhadores sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente.

    Transporte

    Regra atual

    O tempo de deslocamento no transporte oferecido pela empresa para ir e vir do trabalho, cuja localidade é de difícil acesso ou não servida de transporte público, é contabilizado como jornada de trabalho.

    Nova regra

    O tempo despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho.

    Trabalho intermitente (por período)

    Regra atual

    A legislação atual não contempla essa modalidade de trabalho.

    Nova regra

    O trabalhador poderá ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou diária. Ele terá direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. No contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor do salário mínimo por hora ou à remuneração dos demais empregados que exerçam a mesma função.

    O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. No período de inatividade, pode prestar serviços a outros contratantes.

    Trabalho remoto (home office)

    Regra atual

    A legislação não contempla essa modalidade de trabalho.

    Nova regra

    Tudo o que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.

    Trabalho parcial

    Regra atual

    A CLT prevê jornada máxima de 25 horas por semana, sendo proibidas as horas extras. O trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode vender dias de férias.

    Nova regra

    A duração pode ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%. Um terço do período de férias pode ser pago em dinheiro.

    Negociação

    Regra atual

    Convenções e acordos coletivos podem estabelecer condições de trabalho diferentes das previstas na legislação apenas se conferirem ao trabalhador um patamar superior ao que estiver previsto na lei.

    Nova regra

    Convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os sindicatos e as empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os trabalhadores.

    Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item negociado.

    Acordos individualizados de livre negociação para empregados com instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 5.531,31) prevalecerão sobre o coletivo.

    Prazo de validade das normas coletivas

    Regra atual

    As cláusulas dos acordos e convenções coletivas de trabalho integram os contratos individuais de trabalho e só podem ser modificados ou suprimidos por novas negociações coletivas. Passado o período de vigência, permanecem valendo até que sejam feitos novos acordos ou convenções coletivas.

    Nova regra

    O que for negociado não precisará ser incorporado ao contrato de trabalho. Os sindicatos e as empresas poderão dispor livremente sobre os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como sobre a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas.

    Representação

    Regra atual

    A Constituição assegura a eleição de um representante dos trabalhadores nas empresas com mais de 200 empregados, mas não há regulamentação sobre isso. Esse delegado sindical tem todos os direitos de um trabalhador comum e estabilidade de dois anos.

    Nova regra

    Os trabalhadores poderão escolher 3 funcionários que os representarão em empresas com no mínimo 200 funcionários na negociação com os patrões. Os representantes não precisam ser sindicalizados. Os sindicatos continuarão atuando apenas nos acordos e nas convenções coletivas.

    Demissão

    Regra atual

    Quando o trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, ele não tem direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso prévio, a empresa pode avisar o trabalhador sobre a demissão com 30 dias de antecedência ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise trabalhar.

    Nova regra

    O contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

    Danos morais

    Regra atual

    Os juízes estipulam o valor em ações envolvendo danos morais.

    Nova regra

    A proposta impõe limitações ao valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo um teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por empregadores devem ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do ofendido.

    Contribuição sindical

    Regra atual

    A contribuição é obrigatória. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.

    Nova regra

    A contribuição sindical será opcional.

    Terceirização

    Regra atual

    O presidente Michel Temer sancionou o projeto de lei que permite a terceirização para atividades-fim.

    Nova regra

    Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

    Gravidez

    Regra atual

    Mulheres grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres. Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez.

    Nova regra

    É permitido o trabalho de mulheres grávidas em ambientes considerados insalubres, desde que a empresa apresente atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez.

    Banco de horas

    Regra atual

    O excesso de horas em um dia de trabalho pode ser compensado em outro dia, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. Há também um limite de 10 horas diárias.

    Nova regra

    O banco de horas pode ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação se realize no mesmo mês.

    Rescisão contratual

    Regra atual

    A homologação da rescisão contratual deve ser feita em sindicatos.

    Nova regra

    A homologação da rescisão do contrato de trabalho pode ser feita na empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter assistência do sindicato.

    Ações na Justiça

    Regra atual

    O trabalhador pode faltar a até três audiências judiciais. Os honorários referentes a perícias são pagos pela União. Além disso, quem entra com ação não tem nenhum custo.

    Nova regra

    O trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e, caso perca a ação, arcar com as custas do processo. Para os chamados honorários de sucumbência, devidos aos advogados da parte vencedora, quem perder a causa terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença.

    O trabalhador que tiver acesso à Justiça gratuita também estará sujeito ao pagamento de honorários de perícias se tiver obtido créditos em outros processos capazes de suportar a despesa. Caso contrário, a União arcará com os custos. Da mesma forma, terá de pagar os honorários da parte vencedora em caso de perda da ação.

    Além disso, o advogado terá que definir exatamente o que ele está pedindo, ou seja, o valor da causa na ação.

    Haverá ainda punições para quem agir com má-fé, com multa de 1% a 10% da causa, além de indenização para a parte contrária. É considerada de má-fé a pessoa que alterar a verdade dos fatos, usar o processo para objetivo ilegal, gerar resistência injustificada ao andamento do processo, entre outros.

    Caso o empregado assine a rescisão contratual, fica impedido de questioná-la posteriormente na Justiça trabalhista. Além disso, fica limitado a 8 anos o prazo para andamento das ações. Se até lá a ação não tiver sido julgada ou concluída, o processo será extinto.

    Multa

    Regra atual

    A empresa está sujeita a multa de um salário mínimo regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.

    Nova regra

    A multa para empregador que mantém empregado não registrado é de R$ 3 mil por empregado, que cai para R$ 800 para microempresas ou empresa de pequeno porte.

    Por Marta Cavallini, G1

  • Cinform agora só na internet

    Cinform agora só na internet

    O jornal sergipano Cinform publicou nesta segunda-feira (10) sua última edição em mídia papel. O semanário foi transportado integralmente pra plataformas digitais: portal, podcasting, conteúdo em vídeo e uma edição adaptada para whats app. Segundo seu editor, jornalista Anderson Christian, “papel deixa saudades, mas é preciso livrar-se dessa amarra física, e – ao meu ver – ilógica, de colocar um carr o na estrada pra levar jornal pra Canindé, quando num ‘enviar’ se chega do mesmo jeito”.

    Além de se adaptar à nova realidade tecnológica, o Cinform também buscou se livrar dos elevados custos da edição impressa. Entrevistado, em 1996, por Danielle Azevedo Souza para o artigo científico “A internet como suporte jornalístico em Aracaju”, o diretor executivo do jornal, Adriano Bomfim, deixou evidente os altos custos de produção. Segundo ele, as despesas com a impressão do semanário vão do papel à distribuição.

    Na entrevista concedida a Danielle Azevedo Souza, Adriano Bomfim contou que os insumos para a produção do jornal impresso equivalem a 52% da receita. O gasto com pessoal, dependendo da receita do mês, chega a comprometer 20%. Bomfim também revelou que cada edição consume 24 bobinas de papel por semana, além de filmes (fotolito), chapas, reveladores e químicos, que equivalem a 7% da receita. O custo da distribuição representa 8% do faturamento.

    O segundo na internet

    Publicado na Revista de Economia Política de las Tecnologías de la Información y Comunicación, o bem elaborado artigo científico de Danielle Azevedo Souza conta que o Cinform foi o segundo jornal sergipano – o primeiro foi o extinto Gazeta de Sergipe – a se lançar na internet, em 1995. A proposta fracassou porque não havia um projeto específico para o suporte internet e os investimentos necessários para a aquisição de equipamentos (computadores de última geração e câmeras fotográficas digitais).

    A pesquisadora Danielle Souza informa, ainda, que “sem linguagem e jornalistas especializados no novo meio, todo o conteúdo veiculado no impresso do Cinform era transposto para a internet, sem nenhuma mudança na estrutura do texto e na periodicidade (semanal). Ao contrário, constatou-se que a circulação do jornal começou a cair. A grande maioria dos leitores deixou de comprar o semanário nas bancas de revistas e passou a esperar pelo conteúdo que seria fornecido na internet”. Ela diz que a direção do Cinform percebeu que os acessos ao site no dia em que as matérias eram transpostas para o online eram bem maiores que nos outros dias d a semana. “A solução foi acabar com a versão online, que só viria a retornar anos depois, em 2004”, lembra Danielle.

    Impressos em crise

    A crise não afetou somente o Cinform. Para reduzir custos, os diários sergipanos Jornal da Cidade e Correio de Sergipe diminuíram suas edições semanais. Antes, eles circulavam de terça a domingo, mas, há cerca de um ano, circulam cinco dias semanais, sendo que a edição de sábado foi batizada de “final de semana” e traz encartados os cadernos que circulavam antes aos domingos. O Jornal do Dia é o único diário de Aracaju que continua circulando seis dias semanais.

    Por Adiberto de Souza

    FONTE:  http://www.destaquenoticias.com.br/cinform-agora-so-na-internet/

  • Agência confirma bloqueio celulares irregulares

    Agência confirma bloqueio celulares irregulares

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou, em nota, nesta segunda-feira (10) que vai bloquear telefones celulares irregulares em operação no Brasil. Só são legais os equipamentos que têm o selo da agência e tenham um registro válido chamado IMEI (Identidade Internacional de Equipamento Móvel, na sigla em inglês).

    Não existe uma data para a suspensão do serviço acontecer, mas haverá um aviso para o consumidor.

    O objetivo é coibir o comércio irregular de aparelhos roubados ou furtados e evitar que celulares fabricados em outros países entrem em território nacional ilegalmente e sejam usados irregularmente.

    A agência explicou que o número de celulares que poderiam ser bloqueados “ainda não é conhecido”. Estima-se, porém, que 40 milhões de brasileiros seriam afetados pela medida.

    O usuário pode verificar se o seu aparelho é regular informando o IMEI, um número do terminal móvel. Para conferir qual o número IMEI de seu aparelho basta digitar o código *#06# para exibi-lo na tela do terminal.

    A agência recomenda que o consumidor compare se o número IMEI que aparece na tela do celular é o mesmo que consta na caixa do equipamento e também na nota fiscal. “Caso os números sejam diferentes é provável que o aparelho não seja regular”, destaca.

    Os usuários serão avisados sobre o bloqueio do aparelho. De acordo com a Anatel, “a proposta em estudo prevê que somente serão desligados os aparelhos que forem ativados após o início de envio de mensagens pelas operadoras para os assinantes informando que os celulares são irregulares”.

    A entidade encerra o comunicado dizendo que “o desligamento não prejudicará os usuários que de boa fé adquiriram tais aparelhos”.

    FONTE:  http://www.clicksergipe.com.br/click-indica/79/30000/agencia-confirma-bloqueio-celulares-irregulares.html

    Foto : Marlene Bergamo/Folhapress

  • Centenário Dr. Plínio de Mello

    Centenário Dr. Plínio de Mello

    Centenário do aniversário de nascimento do

    Dr. Plínio Affonso de Farias Mello

    Patrono do Representante Comercial

    03 de julho de 2017

    O Dr. Plínio, foi o grande articulador para elaboração e aprovação da Lei 4.886, de 9 de dezembro de 1965 e da Lei 8.420, de 8 de maio de 1992, que proporcionaram a regulamentação da profissão da Representação Comercial, garantindo direitos, antes inexistentes.

    Foi por ter lutado e conquistado essas garantias, até hoje mantidas, apesar das forças contrárias em tentar alterá-las, diminuindo ou tirando direitos, que ele foi merecidamente escolhido como o

    Patrono dos Representantes Comerciais.

     

  • Boletos vencidos poderão ser quitados em qualquer banco

    Boletos vencidos poderão ser quitados em qualquer banco

    A partir de hoje, boletos bancários vencidos, poderão ser quitados em toda rede bancária, independente do banco emissor, segundo a Febraban – Federação Brasileira de Bancos.
    Foi criado um escalonamento para implantação, a depender do valor do boleto. De hoje, 10 de julho até 10 de setembro, estará disponível para valores igual ou suprioer a R$ 50 mil reais.
    A partir de 11 de setembro para valores superiores a R$ 2 mil reais, superiores a R$ 500 reais, a partir de 9 de outrubro e acima R$ 200 reais, a partir de 13 de novembro. A partir de 11 de novembro passarão a ser aceitos boletos de quaisquer valores. A operação somente será validade, se as informações do boleto coincidam, com as da plataforma implantada no sistema bancário, caso contrário, o boleto só poderá ser quitado através do banco emitente.

     

  • Laércio Oliveira fala para ministro que aumento do PIS/Cofins pode causar desemprego

    Laércio Oliveira fala para ministro que aumento do PIS/Cofins pode causar desemprego

    Da forma como foi idealizada ainda no governo Dilma, a cobrança de PIS e Cofins seria unificada aos poucos, com alíquota calibrada de acordo com o setor. No caso dos serviços, ela deve subir de 3,65% para 9,25%. O aumento seria compensado com um abatimento, no qual as empresas acumulariam créditos, que poderiam ser descontados de tributos pagos em suas vendas e nas compras de insumos.

    De acordo com Laércio Oliveira, como o setor de serviços gasta pouco com insumos e mais com mão de obra, não poderiam usar esses créditos na totalidade. Assim, pagariam mais impostos do que hoje. “A ideia da unificação é boa, mas, da forma como está sendo feita, todos aqueles setores que utilizam extremamente a mão de obra não poderão utilizar o mecanismo do abatimento”, disse.

    A preocupação do setor de serviços é que na gigantesca e complexa estrutura tributária brasileira, mudanças na forma de cobrar impostos contêm armadilhas que, quase sempre, provocam aumento de impostos.

    O ministro Imbassahy afirmou que não há intenção de um aumento tão grande de carga tributária para o setor de serviços e que a reivindicação será encaminhada para a equipe econômica do governo.

    FONTE:  http://www.clicksergipe.com.br/politica/4/29890/laercio-oliveira-fala-para-ministro-que-aumento-do-piscofins-pode-causar-desemprego.html

    Foto : Laércio Oliveira fala para ministro que aumento do PIS/Cofins pode causar desemprego (Foto: Naiara Pontes/SG)

  • Representantes Comerciais e a crise econômica

    Representantes Comerciais e a crise econômica

    Dando continuidade ao nosso trabalho envolvendo os representantes comerciais, quero abordar um tema que está trazendo muitas preocupações e tirando o sono de muitos, principalmente aqueles que prestam serviços a terceiros, como é o caso de vocês.

    Refiro-me a crise econômica que nosso país está enfrentando, que teve início muito antes das eleições presidenciais, foi mascarada para servir a propósitos políticos, e, como era de se esperar, tomou proporções alarmantes devido à estagnação das atividades das empresas, decorrente da queda do consumo interno e do grande endividamento das pessoas.

    Infelizmente, este quadro que tantos de nós já vimos acontecer no passado, repete-se novamente, como uma sombra maldita que tem nos perseguido insistentemente ao longo de muitos anos, frustrando os planos de um futuro seguro, com desenvolvimento sustentável e sólido para nossa sociedade.

    Como os Representantes foram atingidos?

    Com a queda nas vendas, as fábricas começam um movimento de sobrevivência e adequação à recessão, como forma de autopreservação.

    Seria normal e compreensível, se das diversas estratégias por elas implementadas não contemplassem quase sempre alterações nas suas áreas de vendas, com alteração do quadro de representantes, divisão de áreas de atuação, maior segmentação, e, como sempre, contratação de “técnico” novo, ou seja, aquele gerente de vendas que pensa salvar o time do rebaixamento, trazendo idéias novas (que sempre são velhas), com amplos poderes para implementar mudanças, dentre elas a reformulação do quadro inteiro de profissionais.

    É nesse contexto que os representantes comerciais quase sempre são prejudicados, pois tem suas áreas divididas, os produtos reduzidos que compõem sua carteira ou são pressionados de forma desleal para que peçam a rescisão, perdendo com isso o direito à indenização legal de 1/12, que todos já conhecem.

    Outras vezes, obrigam-se a assinar novos contratos ou aditivos sob pena de afastamento da empresa, introduzindo-se através de suas cláusulas novas regras amplamente desfavoráveis a eles, trazendo-lhes prejuízo ao final da relação, pois nem sempre é possível transpor a força que os contratos possuem no regramento das relações.

    Amizade x Negócios

    É preciso ter muita cautela por parte dos amigos, lembrando-se sempre que a relação existente, na maioria das vezes, dá-se entre pessoas jurídicas, e para tanto, imprescindível para uma boa tomada de decisão deixar de lado o envolvimento pessoal e emocional para que não contamine o discernimento, possibilitando fazer escolhas racionais acertadas.

    Nesse ponto, dependendo do tipo de relação e importância que a fábrica tem na carteira de vendas do representante, e dependendo ainda do tipo de relação, compensa a via da rescisão contratual pelo representante, concentrando-se nas representadas que efetivamente estão dando um retorno financeiro satisfatório.

    No entanto, vale lembrar que se o representante tomar a iniciativa de rescindir o contrato, estará abrindo mão da indenização de 1/12, o que deverá ser levado em consideração para a tomada de decisão, devendo sempre fazer uma apuração do valor que estaria perdendo.

    Ressalte-se ainda, que em alguns casos a própria fábrica já rompeu indiretamente a relação através de atitudes ilegais e abusivas que tomou ao longo do contrato, seja ele verbal ou escrito, dando direito ao representante de postular à indenização e demais verbas, com fundamento na própria Lei do Representante Comercial, a Lei 4886/65, alterada em 1992 pela Lei 8420.

    Dentre os motivos legais que garantem esse direito, estão a redução da área de atuação (zona), redução do percentual de comissão, quebra da empresa, descumprimento dos termos do contrato, não pagamento das comissões nas datas previstas e, um dos mais importantes, os descontos das comissões das inadimplências dos clientes, a chamada cláusula “del credere” vedada pela lei 8420/92.

    Se alguns desses for o caso, mesmo com a notificação à empresa da intenção de rescindir pelo representante, mencionando os motivos da denúncia, garantirá o direito à percepção da indenização e devolução dos valores indevidamente debitados, o que poderá ser postulado extrajudicial ou judicialmente.

    Tem alguma dúvida? Deixa sua pergunta nos comentários. Se você é representante comercial e ainda não tem um software de gestão para auxiliá-lo nas vendas faça um teste grátis por 14 dias agora mesmo do SuasVendas, o sistema mais utilizado pelos vendedores inteligentes. 😉

    Paulo Cesar Hespanhol  –  OAB/RS 56.872

    http://www.hespanholadvocacia.com.br

    FONTE:  http://blog.suasvendas.com/2017/07/04/os-representantes-comerciais-frente-crise-economica/

  • Sergipe completa hoje 197 anos de emancipação política

    Sergipe completa hoje 197 anos de emancipação política

    Em 8 de Julho de 1820, D. João VI, segundo alguns historiadores, se sentia grato com a participação da elite sergipana no processo de expansão da revolução pernambucana de 1817, decretava Sergipe independente da Bahia e nomeava Carlos César Burlamaqui para ser seu primeiro governante. Mas a Bahia não aceitou tão fácil assim tomando outras medidas prendendo o senhor Burlamaqui. D. Pedro I, que assumiu depois da abdicação de seu pai e proclamou a independência do Brasil, confirmou, por Carta Imperial, em 5 de dezembro de 1822 a Carta Régia de D. João VI, concedendo a autonomia de Sergipe.

    O 8 de julho, data considerada o dia da Sergipanidade, por ser a data em que Sergipe conquistou sua emancipação política da Bahia. A data é marcada todos os anos, por diversas comemorações que envolvem o fazer cultural sergipano e a valorização do seu povo, nessa data, Sergipe comemorará 196 anos de emancipação política, mas oficialmente o dia da Sergipanidade ficou mesmo com a outra data que antes também se comemorava o dia e emancipação do estado o então 24 de outubro.

    Uma data que agora tem outro sentido, comemoramos o dia do sentimento, do orgulho de ser sergipano, esse termo sergipanidade foi usado primeiramente por Tobias Barreto, mas somente nas últimas duas décadas que a Sergipanidade começou a ser tratada como um conceito cultural, capaz de inspirar artistas, escritores, pensadores, qualificando compromisso das manifestações da cultura sergipana.

    A Carta Régia que desanexou da Capitania da Bahia o território de Sergipe, emancipando-o politicamente, completa 196 anos, e é, ainda, uma referência, um marco, para a compreensão da história. Por mais que os episódios gerados pela decisão de Dom João VI ainda careçam de melhor interpretação, o 8 de julho de 1820 tem sido convertido no símbolo da liberdade, da independência, da autonomia econômica, da construção da sociedade sergipana.
    Muitos Historiadores compreende que a Emancipação política de Sergipe resultou de uma luta madura, empreendida pela elite produtora local – criadores de gado e senhores de engenho – até então responsáveis pelo abastecimento das grandes Capitanias da Bahia e de Pernambuco.

    Sergipe conquista sua autonomia jurídica em 1696 com a criação da comarca de Sergipe, sendo Diogo Pacheco de Carvalho nomeado como primeiro ouvidor, e logo no ano seguinte em 1697, o governador-geral do Brasil ordenou ao ouvidor-geral de Sergipe, Diogo Pacheco de Carvalho, a criação de vilas nas povoações de Itabaiana e Lagarto, e outra no Porto da Cotinguiba. Naquele mesmo ano, a Câmara de São Cristóvão instala a sede da Vila de Santo Amaro, em homenagem ao fundador Amaro Aires da Rocha, no Porto da Cotinguiba. Contudo, Martins de Azevedo não queria a vila no porto. Além de prejudicar seu engenho, a localidade sofria com as inundações.

    A reação da Bahia, rejeitando os fatos, criando obstáculos, gerando conflitos, bem demonstra a tutela, para adiar a decisão do Rei. As circunstâncias da Independência do Brasil serviram para que a decisão da Carta Régia de 8 de julho de 1820 fosse confirmada e referendada por Pedro I, que chegou a elevar, novamente, São Cristóvão à condição de cidade, para ser a capital de Sergipe. A Constituição do Império, que é de 1824, colocou Sergipe entre as Províncias do Brasil, consolidando a Emancipação de 8 de julho de 1820.

    FONTE ☛ http://www.93noticias.com.br/sergipe-completa-hoje-197-anos-de-emancipacao-politica/

  • Os edifícios tradicionais estão com os dias contados

    Os edifícios tradicionais estão com os dias contados

    Até pouco tempo, quem ia comprar um imóvel se preocupava basicamente com a localização do apartamento, área e serviços disponíveis na região. Porém, os consumidores brasileiros têm mudado seu perfil e necessidades nos últimos anos. Quer um exemplo? Segundo uma pesquisa feita pelo Google, a porcentagem de brasileiros que têm um smartphone saltou de 12% em 2012 para 64%. O motivo? Queremos cada vez mais estar conectados.

    Os millennials (grupo de pessoas nascidas entre a década de 1980 e meados de 1990) estão mudando o mundo em vários aspectos, como o mercado de trabalho e o setor de consumo. Trata-se de uma geração com um grande poder de compra, estimado em US$ 2,45 trilhões, e que questiona, rompe barreiras, quer inovação.

    E como isso se reflete em nossos lares? Infraestrutura para internet rápida, por exemplo, passou a ser uma preocupação de muitos compradores. Termos como “link dedicado” e “fibra óptica” já não são mais coisa só de geeks. De maneira geral, os moradores querem desfrutar das novas tecnologias e também dos avanços que as novas gerações incorporam ao jeito de morar, trabalhar e interagir com sua cidade.

    A tecnologia já permite levar a internet de alta velocidade (pelo menos nos grandes centros) aos lares brasileiros e começa a viabilizar a chamada Internet das Coisas, tendência que conecta à grande rede mundial itens como o sistema de câmeras da minha casa, o ar condicionado, a iluminação dos ambientes e até a banheira.

    Carros ecologicamente corretos, movidos a eletricidade, começam a ganhar espaço nas ruas. Com isso, sistemas para o carregamento das baterias desses veículos nas garagens dos edifícios, já presentes em lançamentos em prédios em cidades como São Paulo, por exemplo, passam a ser itens necessários.

    Dentro desse espírito da nova geração de consumidores, o conceito de compartilhamento também mostra força. Os espaços de coworking, nos quais pessoas de várias empresas compartilham a estrutura física e serviços, já podem ser vistos também em prédios residenciais. Afinal, a mobilidade urbana, em tempos de trânsito frequentemente congestionado, é algo que impacta fortemente a qualidade de vida das pessoas. Vai deixar o carro em casa e andar de bicicleta? Em alguns prédios, nem é mais preciso ter uma. Novos edifícios já contam também com sistema de bike sharing.

    Para controlar esses serviços, nada mais justo que utilizar um smartphone, certo? Como ele está sempre conosco, a ideia de ter um aplicativo para controlar também os serviços ligados à residência faz todo o sentido. Assim, apps como o Compass (em fase de desenvolvimento) incluem recursos para liberar o acesso de visitantes, chamar prestadores como personal trainer ou faxineira e conectam os moradores em uma rede social interna, entre outras funções.

    O mundo está mudando em um ritmo acelerado. E os prédios residenciais também precisam captar essa inovação. Os lançamentos de condomínios tradicionais, que não incorporam esse novo jeito de viver, estão com os dias contados…

    *Silvio Kozuchowicz é presidente da construtora SKR
    FONTE:  http://www.istoedinheiro.com.br/os-edificios-tradicionais-estao-com-os-dias-contados/#.WVWGrY3h6HQ.whatsapp

  • Brasil tem recorde de inadimplentes: 61 milhões com nome sujo

    Brasil tem recorde de inadimplentes: 61 milhões com nome sujo

    Quatro de cada dez adultos no país estão com o nome sujo por causa de dívidas em atraso. São 61 milhões de brasileiros.

    “Eu estava afundado em dívida, deixei de pagar minhas contas para poder jantar à noite. Foi essa situação que eu cheguei”, contou Henrique.

    O Henrique e tantos brasileiros. Muitos com uma história parecida.

    “Perdi o emprego devido aos cortes de gasto da empresa”, disse.

    Inadimplentes são aqueles com dívidas atrasadas. A empresa pode mandar o nome da pessoa para o Cadastro das Empresas de Informação de Crédito. Para contas telefônicas, isso só pode ocorrer depois de 90 dias. Nos outros casos, a média é de 30 a 45 dias de atraso. Esses são os que têm o nome negativado e é esse número que bateu recorde.

    “Mais de 13 milhões de brasileiros desempregados. O desemprego, quando aumenta e fica em um patamar muito alto, ele praticamente destrói a capacidade de pagamento das pessoas. Isso acaba tendo um impacto muito dramático em termos da inadimplência”, explica Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

    Mas, infelizmente, esse número aumentou. Em abril, eram um pouco mais de 60 milhões. Em apenas um mês, 900 mil pessoas entraram para esse grupo que subiu para 61 milhões de pessoas. É praticamente a população da Itália e ultrapassa o número de habitantes da Inglaterra. Representa ainda quase metade da população adulta do Brasil. De casa dez brasileiros acima de 18 anos, quatro têm alguma conta atrasada.

    Quem tem o nome negativado geralmente tem mais de um problema para resolver. Em média, são quatro dívidas atrasadas por pessoa. Em primeiro lugar, com bancos e cartão de crédito. Em seguida, com empresas que prestam serviços essenciais como água, luz e gás. E ficar sem esses serviços por falta de pagamento, aí é mais um problema.

    A vendedora Cléa Randi conseguiu um emprego, renegociou a dívida com o cartão que ela agora promete usar com mais moderação. “Ai, estou feliz, vou aproveitar as férias de julho com os filhos agora”, disse.

    Jornal Nacional: Pelo amor de Deus, não gasta demais.
    Clea Randi: Não, pode deixar. Pode deixar.

  • Microempreendedor poderá parcelar débitos com a Receita em 120 prestações

    Microempreendedor poderá parcelar débitos com a Receita em 120 prestações

    O pedido de parcelamento deverá ser apresentado a partir do dia 3 de julho até 2 de outubro de 2017,  das 8h às 20h, horário de Brasília, exclusivamente por meio do site da Receita Federal, do portal e-CAC ou do portal do Simples Nacional. Para o parcelamento, não é necessária apresentação de garantia. O valor mínimo das parcelas é R$ 50.
    De acordo com a instrução normativa, não podem ser parcelados débitos, como os inscritos em Dívida Ativa da União, os relativos aos Impostos sobre Operações ferentes à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação e sobre Serviços de Qualquer Natureza inscritos em dívida ativa dos estados ou municípios, além de multas por descumprimento de obrigação acessória e débitos relativos à contribuição previdenciária descontada de empregado.

    No parcelamento será possível reduzir o valor da multa. Haverá redução de 40% se o requerimento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado do lançamento ou de 20% se o pedido de parcelamento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado da decisão administrativa de primeira instância.

    Edição: Valéria Aguiar

    FONTE: http://www.clicksergipe.com.br/pais/18/29511/microempreendedor-podera-parcelar-debitos-com-a-receita-em-120-prestacoes.html

  • Equipamentos de Logística

    Contratamos Empresa de Representação ou Representante Autônomo
    Indústria no setor de Equipamentos de Logistica para o estado de SERGIPE SE
    Industria italiana do setor de equipamentos de logistica, iniciando produção no Brasil em SP
    Emails com detalhamento de atividades e região de trabalho para:
    dvbequipamentos@gmail.com  a/c Sra Rose
                                                    ROSE DE VITA BERLINCK
                                                      dvb equipamentos ltda

                                                          fone:19-36455743   
                                                     www.tmpedanesrl.com
  • Comunicação Visual

     

    Responsável para contato: Wilson Gazzaneo (Beto).

    Produtos: Atuamos no segmento de comunicação visual (propaganda e publicidade), através da confecção de guarda-chuvas para recepção, guarda-sóis, ombrelones e artigos diversos personalizados ou lisos.

    Perfil do Representante: Estamos contratando profissionais na área de representação comercial para as várias regiões do estado de Sergipe, que atuem como autônomos sob contrato (pessoa física ou pessoa jurídica).

    Remuneração mediante comissões pelas vendas efetuadas, bom conhecimento do território que pretende atuar, experiência como representante e estar estruturado (veículo próprio, computador/notebook com acesso à internet, celular com WhatsApp, e-mail, disponibilidade para viagens, etc.) de modo a atuar com dinamismo no mercado.

    Área de atuação: Vagas para todas as regiões de Sergipe.

    Razão Social: Pezzini Paes Indústria e Comércio Ltda.

    CNPJ: 95.861.688/0001-00 

    Endereço: Rua Victor Pezzini, 35 – Bairro Cordeiros.

    CEP: 88.310-700 – Itajaí / SC

    Telefones para contato:

    – Fixo (Vivo): (47) 3346-2313.

    – Celular (Vivo): (47) 9-9107-9611 (WhatsApp) 

    E-mail para contato: beto@pezzini.com.br 

    Site: www.pezzini.com.br

  • O fim da carreira do Representante Comercial tradicional

    O fim da carreira do Representante Comercial tradicional

    Se eu realmente acredito que os representantes comerciais irão sumir? Não, apenas morrerão aqueles que não entenderem a importância de acompanhar as mudanças que o mercado irá impor.

    Quem serão os representantes comerciais que continuarão no mercado ganhando bons salários? Aqueles que estiverem dispostos a passar por um grande processo de transformação digital.

    Então, o que esperar do representante comercial do futuro?

    Foco na experiência do cliente

    Antes de qualquer coisa, a primeira mudança que precisa acontecer é a evolução da capacidade dos representantes para atender às necessidades dos clientes. Muito mais do que apenas apresentar um catálogo com variedades, o representante precisa ter conhecimento profundo do produto, do mercado e, principalmente, das dores do seu cliente. Ele precisa ser visto como um solucionador de problemas, alguém que gera valor e que briga pela empresa.

    Como exemplo, cito o caso dos representantes que trabalham no mercado de moda, eles precisam ajudar os lojistas a motivar seus vendedores, a usar de forma profissional o Instagram e o Whatsapp para aumentar suas vendas, indicar ferramentas inteligentes que capturam dados através de sinal/frequência para entender comportamentos do cliente ao entrar na loja ou ao parar em frente a uma vitrine. As empresas precisam investir em estratégias de fidelização e retenção, precisam ter executivos focados na experiência do usuário e que descubram o que faz com que seus clientes se tornem “reféns” do seu negócio, para que não tenham que brigar por preço. Se você ajuda seu cliente a resolver seus problemas, ele vai priorizar ter você como parceiro, mesmo que seu preço não seja o mais atraente.

    Gestão multicanal

    Para se envolver de forma eficaz, avançar a conversa com o cliente (pessoalmente ou online) e amplificar o impacto de cada interação, os representantes comerciais precisam desenvolver habilidades digitais. É necessário usar ferramentas que facilitem a gestão e a comunicação nos diferentes canais que seus clientes estão. Para isso, as empresas precisam recrutar, treinar e desenvolver pessoas que estejam aptas a mudanças, que possuam capacidade de planejamento e que possam oferecer abordagens multicanais para atender seus clientes.

    Máquina escalável para atração e qualificação de novos clientes

    Prospectar novos clientes porta a porta? Esqueçam! Ontem você tinha 5 concorrentes locais, hoje você compete com gente do mundo inteiro e pensar que o velho e tradicional trabalho de bater perna, e ainda correr o risco de sequer ser atendido pelo seu futuro cliente, está fora de cogitação. O custo é alto e o resultado é baixo. As empresas precisam aprender a criar uma máquina escalável para atrair e qualificar potenciais clientes para, somente após esse processo, passar a demanda para o representante comercial.

    De onde sairá a verba para investir nesta máquina para atração e qualificação de novos clientes? Provavelmente do comissionamento dos representantes, que deixarão de fazer o trabalho pesado de prospecção e passarão a atuar de forma muito mais inteligente e certeira, otimizando seu tempo e aumentando suas vendas.

    Controle e gestão

    Não é porque o representante é um PJ que a empresa não tem direito de controlar e gerenciar a forma como atua. Processos, metas, indicadores de performance e rotinas bem definidas são fundamentais no mercado altamente competitivo em que vivemos. Mas lembre-se, é muito importante o equilíbrio entre as metas financeiras e as comportamentais. O papel do representante precisa evoluir, sendo ele capaz de equilibrar volume e valor, que difere bastante de um negócio para o outro, dependendo do portfólio de produtos, do ambiente competitivo e também da cultura.

    Em contrapartida, as empresas precisam encontrar o equilíbrio certo entre os incentivos quantitativos e qualitativos. É uma tarefa difícil, mas que precisa ser encarada. Seja qual for a forma que as empresas optem por equilibrar seu modelo de comissionamento, precisam ter em mente como podem remodelar sua força de vendas através de representantes que pensam e se comportam de maneira centrada nos resultados e na experiência do cliente.

    André Bernert

    Co-Fundador do Portal Transformação Digital

    CEO e Head de Transformação Digital da Clint, empresa que tem como propósito ajudar negócios tradicionais a tornarem-se líderes digitais. É sócio de plataformas digitais nas áreas jurídica e de relacionamento com influenciadores, investidor nas áreas esportiva e educativa e co-fundador do Portal Transformação Digital.

    FONTE: https://transformacaodigital.com/o-fim-da-carreira-do-representante-comercial-tradicional/?rdst_srcid=605468

  • Whatsapp ferramenta de comunicação de pessoas e organizações

    Whatsapp ferramenta de comunicação de pessoas e organizações

    Na atualidade é muito importante saber as possibilidades das mais diversas ferramentas de comunicação colocadas à disposição de todos. E, em escala global, existe o whatsapp. Segundo o site caminhandojunto.com.br em matéria do jornalista Adriano Carvalho, esta “rede social já conta com mais de 700 milhões de usuários ativos que juntos enviam mais de 30 bilhões de mensagens por dia! e é uma mania que já está incorporada na rotina das empresas“. No site brunofigueredo.com.br, o titular, Bruno, apresenta 13 dicas de como usar o whatsapp corretamente:

    (1) – não é porque você leu que é obrigado a responder na hora. Nem sempre é possível;
    (2)– relações comerciais devem ser tratadas em horário de trabalho. Podem acontecer exceções, mas que elas não virem rotina;
    (3)– se vai conversar pela primeira vez com a pessoa, lembre-se que provavelmente ela não tem seu contato. Peça licença e se apresente. Aja no Whatsapp como você age no seu dia a dia;
    (4)– se você tem urgência em ser atendido, eu te indico fechar o Whatsapp e fazer uma ligação, que até hoje tem essa função. Ninguém é obrigado a ficar com o Whatsapp aberto o tempo todo e responder na hora que você precisa;
    (5)– pare de ficar pedindo contato de quem você não tem relacionamento para seus amigos e conhecidos. É chato e deselegante;
    (6)– o áudio é prático, mas nem sempre quem está do outro lado pode ouvir. Vai que a pessoa está em reunião? Opte por textos mesmo;
    (7)– não fique adicionando amigos em grupos do Whatsapp sem o consentimento da pessoa. Tem coisa mais chata do que ser inserido em grupos que não tem nada a ver com seus objetivos e gostos?
    (8)– cuidado com o que você compartilha no seu Whatsapp. Lembre-se que o celular do outro pode ser roubado e sua reputação pode ir pro lixo;
    (9)– seja o mais direto possível e evite aqueles textos gigantes. Ninguém tem muito tempo hoje em dia;
    (10)– se a pessoa não respondeu, não mande áudio cobrando a resposta, nem envie mil sinais de interrogação cobrando resposta;
    (11)– assim como no tradicional celular, aos chatos de plantão vale bloquear;
    (12)– espalhando imagens e vídeos com piadinhas e conteúdos pornográfico por aí? Que imagem você está criando na mente das pessoas?
    (13)– não fuja do tema para qual um grupo foi criado. Tem gente que desconhece a palavra foco! Respeite o propósito do grupo e veja se sua postagem tem a ver com a vibe. Pense nisso!

    Diego Cabral Costa é Administrador e Conselheiro do CRA-SE.

    FONTE: https://admempauta.wordpress.com/2017/06/27/whatsapp-ferramenta-de-comunicacao-de-pessoas-e-organizacoes/

  • Enfermeira alerta sobre a Diabetes

    Enfermeira alerta sobre a Diabetes

    Em entrevista à TV Alese, a responsável pelo Programa de Educação em Diabetes oferecido no Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (CEMAR), Elenalda Ferreira, defendeu que o paciente seja devidamente conscientizado sobre a melhor forma de tratamento da doença. A especialista alertou que as pessoas geralmente não fazem o uso adequado das medicações. Ela enfatizou ainda que o primeiro atendimento se dá no Posto de Saúde para, em seguida, o paciente ser encaminhado para o CEMAR.

    Ao falar sobre a diabetes, Elenalda Ferreira pontuou que o controle mais eficaz da doença se dá através da alimentação e do uso adequado das medicações. “Muitas vezes as pessoas sofrem pelo descontrole no uso das medicações ou porque não teve a devida orientação. Ou até porque a pessoa não foi orientada de uma forma adequada. É preciso conscientizar o paciente com diabetes. Tem ainda aquele paciente que não aceitou a doença ou que toma uma dosagem menor do que a adequada”.

    Elenalda Ferreira explicou ainda que a diabetes é uma doença silenciosa e que muitas vezes o paciente decide se tratar quando sente um incômodo e às vezes já está com um quadro avançado. “Depois de um tempo a doença começar a afetar outros órgãos como os rins, os olhos, o coração, além dos sistemas circulatório e nervoso. Há oito anos houve uma preocupação do Ministério da Saúde, junto com as prefeituras, em especializar profissionais de Saúde para conscientizar melhor os pacientes”.

    “Existe uma gama enorme de meios de comunicação, há muita informação, mas é preciso ter cuidado com a forma adequada de conscientizar os pacientes. A forma mais adequada de tratar a doença ainda é a alimentação saudável e a atividade física correta. Feito isso a pessoa pode morrer de qualquer outra coisa, menos de diabetes”, completou a enfermeira.
    Por fim, Elenalda explicou que o primeiro atendimento é feito no posto de Saúde. “De lá ele é encaminhado ao CEMAR e tem acesso a toda uma equipe de atendimento com nutricionista, psicólogo, enfermeiro e outros profissionais, que vai tratar de orientá-lo da melhor forma possível”, completou.
    (Foto: Jadílson Simões)